pesquisa na Web.... pesquisa em ASGARDH.... pesquisa em iHEAVEN.... pesquisa em iHELL.... Previsão do Tempo para São Paulo
translate for english

iHEAVEN, um mundo de fantasia...

wahlhall

iHEAVEN, um mundo de fantasia!
  • iHEAVEN(home)
  • MITOLOGIA CLASSICA
  • MITOLOGIA NORDICA
  • MITOLOGIA CELTA
  • MITOLOGIA EGIPCIA
  • KINEMA, artes e espetáculos
  • PSICHES,psicologia e religiões comparadas
  • BIBLIOTECA ON LINE
  • ESPIRITUALIDADE
  • MAGIA
  • BUDISMO
  • BRAHMANISMO
  • DA VINCE, MITOS JUDAICO-CRISTAOS.
  • OS ILUMINADOS
  • COMERCIAIS
    Concorra a uma TV Bravia Empregos Manager Online
    Powered by


    BLOGGER

    PESQUISA

    Pergunta?
    o que voce acha do universo ASGARDH?
    acho muito interessante!
    acho interessante!
    acho que poderia melhorar!
    acho ruim!

    Resultado Parcial
    NOS E O MUNDO
    Website Counter
    Web Counters Site Feed

    web site hosting count:
    Top30 Brasil - Vote neste site!
    Top30 Brasil

    DAYPOP 
    CONTATO COM ASGARDH
    email: anunciarasgardh@yahoo.com.br
  • ASGARDH, hell and heaven
  • pombagira desenvolvendo sexualidade humana
    Quarta-feira, Março 11, 2009



    Nada de sentimentos. Nada de compromissos. Se o objectivo da mulher é o orgasmo, basta despir a roupa, responder às carícias e deixar o corpo vibrar. Embora não seja um comportamento tipicamen- te feminino ter prazer pelo prazer, faz parte das fantasias de muitas mulheres.

    Mas o mito do príncipe encantado não se destrói de um dia para o outro. “Um dia, encontrarás o grande amor”, dizem-nos. Com esta base, será difícil assumir os nossos desejos sem nos culpabilizarmos.
    A maior parte das mulheres é mais sensível ao julgamento dos outros. Infelizmente, nesta sociedade, um homem que multiplica as conquistas é considerado um D. Juan, enquanto que uma mulher que faz o mesmo sujeita-se a insultos. Desprezo? Ciúme? Seja quais forem as razões, não é fácil ser alvo de más-línguas. MARIANA, estudante, com 22 anos, queixa-se: “Muitas vezes, desejo ir para a cama com um colega, sabendo de antemão que não haverá continuidade ou nada de sério entre ambos. No entanto, na altura de passar à prática, recuo. Naquela faculdade, os rumores cor-rem depressa. Assim, o prazer de algumas horas seria assombrado por críticas e rótulos de mau gosto.”
    Uma diferença evidente entre o homem e a mulher situa-se a nível dos sentidos. Em relação ao homem é sobretudo visual, enquanto que a mulher funciona de uma maneira mais complexa: simultaneamente táctil, auditiva e olfactiva. Excitá-la é obra mais elaborada, sobretudo se ela revelar dificuldade em entregar-se por se sentir insegura nos sentimentos.
    MARILIA, de 23 anos, estudante de Sociologia, relata-nos as suas decepções: “A única vez que tentei uma relação puramente sexual, caí numa ejaculação precoce. Resulta-do: nenhum prazer e uma perda enorme de energia. Por isso, penso que as mulheres não estão programadas para aventuras sexuais, visto que não há garantia de prazer. Talvez lhe pareça radical, mas terei muita dificuldade em repetir outra proeza do género.”
    Qualquer mulher pode reivindicar o sexo pelo sexo, mas todas correm o risco de se apaixonar por aquele com quem vão para a cama. E os homens, não correm? Claro que sim, visto que são mais propensos a confundir sexo com sentimentos. Então, onde está o problema? A psiquiatra DiZ que tudo depende das pessoas: “Algumas mudam de parceiro sexual com muita facilidade e têm dificuldade em se fixar afectivamente, enquanto outras procuram afeição e amor, julgando que apenas querem sexo.”
    ESTELA, viuva, com 35 anos, é um exemplo típico de quem confunde os dois objectivos: “Para me deitar com um homem, necessito de me sentir cúmplice e em harmonia intelectual. Assim, desde que tudo se passe bem na cama, todos os elementos se conjugam para me apaixonar, mesmo que a ideia inicial fosse outra. Escusado será dizer que as decepções são enormes, pois nem sempre eles estão na mesma onda.” Pelo seu lado, ESTELA, protege--se do afecto libertando o corpo: “Tenho um apetite sexual feroz. Se não o sacio, fico uma pilha de nervos durante dias. Necessito tanto de sexo como os homens. Mas atenção: escolho sempre um parceiro por quem não me possa apaixonar. Nada de confusões. Tento separar alhos e bugalhos.”
    No seu livro Bien Vivre sa Sexualité, o psiquiatra François Poudat afirma que o mais importante é ser claro consigo próprio: definir antecipadamente as intenções e assumi-las plenamente. Mas qual é a solução para optimizar as oportunidades de ter prazer? Segundo o psiquiatra francês, “a partir do momento em que a mulher se deixa ir, o prazer vem atrás, desde que não lhe calhe um inábil”. E subli- nha a importância da confiança que permite a ambos serem testemu- nhas dessa grande intimidade que é o prazer.
    Se o sexo é tão bom, porquê privar-se? A resposta parece óbvia: porque nem toda a gente está à vontade com a moral, o corpo e os seus sentimentos. François Poudat expõe o seu ponto de vista: “Para bem viver uma relação puramente sexual é preciso agir com intenções positivas e amantes, e não ter a impressão de se comprometer ou de se sujar. Além disso, há que agir por vontade intrínseca e não para entrar na norma, ou seja, para ser igual aos outros.”
    Na opinião de François Poudat, não existem situações perfeitas, mas centenas de compromissos. Cabe a cada um de nós encontrar aquele que nos convém.
    AUXILIAR AS PESSOAS A DESENVOLVEREM A SUA SEXUALIDADE, CONTROLAR OS DESEJOS E ASSUMIR SEUS SENTIMENTOS, É O PAPEL DA POMBOGIRA DE LUZ E ENTENDER ESSE PAPEL É O PRIMEIRO PAPEL DE EVOLUÇÃO HUMANA. NA ASTROLOGIA OBSERVAMOS O PONTO DE LILITH NO MAPA E AS LUAS NOVAS ALÉM DOS ASPECTOS DESAFIADORES, ASSIM COMO A POSIÇÃO DE MARTE E PLUTÃO.
    MAS DEVEMOS FICAR ATENTOS, POIS QUEM NÃO SE HARMONIZA COM POMBAGIRA AUMENTA OS BLOQUEIOS, TRAUMAS E TORNA-SE INFELIZ.

    O que nos distingue

    Em termos de sexualidade, existem diferenças fundamentais entre o homem e a mulher.

    • O homem tem uma sexualidade baseada na eficácia, indo direito ao ansiado fim
    • A mulher mostra-se mais sensível ao ambiente e ao afecto
    • Partindo deste princípio, defendido pelo psiquiatra François Poudat no seu livro Bien Vivre sa Sexualité, as mulheres terão menos tendência para multiplicar as conquistas, visto que o desejo nem sempre vem à baila 

    in: mitos_e_deuses@yahoogrupos.com.br

    Marcadores: 

    posted by Motoko Aramaki @ 7:33 PM   0 comments
    sri-ganesha

     

     

    No hinduísmo, Ganexa ou Ganesha (sânscrito: गणेश ou श्रीगणेश (quando usado para distinguir status de Senhor) (ou "senhor dos obstáculos," seu nome é também escrito como Ganesa e Ganesh, algumas vezes referido como Ganapati) é uma das mais conhecidas e veneradas representações de deus. Ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e o "esposo" de Buddhi (também chamada Riddhi) e Siddhi. Ele é chamado também de Vinayaka em Kannada, Malayalam e Marathi, Vinayagar e Pillayar (em Tamil), e Vinayakudu em Telugu. 'Ga' simboliza Buddhi (intelecto) e 'Na' simboliza Vijnana (sabedoria). Ganesha é então considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato. É habitualmente representado sentado, com uma perna levantada e curvada por cima da outra. Tipicamente so eu nome é prefixado com o título Hindu de respeito 'Shri' ou Sri.


     

     

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.
     Representação das quatro principais castas do hinduísmo em torno do deus Ganesha.

     

     

     

    Ganesha é o símbolo das soluções lógicas, e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante, e ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos". Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.

     

    O culto de Ganesha é amplamente difundido, mesmo fora da Índia  Seus devotos são chamadosGanapatyas.

     

     

     Assim como acontece com todas as outras formas externas nas quais o Hinduísmo representa deus, no sentido da aparência pessoal de Brahman (também chamada de Ishvara, o Senhor), a figura de Ganesha é também um arquétipo cheio de múltiplos sentidos e simbolismo que expressa um estado de perfeição assim como os meios de obtê-la. Ganesha, de facto, é o símbolo daquele que descobriu a Divindade dentro de si mesmo.
    Ganesha é o som primordial, OM, do qual todos os hinos nasceram. Quando Shakti (Energia) e Shiva (Matéria) se encontram, ambos o Som (Ganesha) e a Luz (Skanda) nascem. Ele representa o perfeito equilíbrio entre força e bondade, poder e beleza. Ele também simboliza as capacidades discriminativas que provê a habilidade de perceber a distinção entre verdade e ilusão, o real e o irreal.
    Uma descrição de todas as características e atributos de Ganesha podem ser encontradas no Ganapati Upanishad (um Upanishad dedicado a Ganesha) do rishi Atharva, no qual Ganesha é identificado com Brahman e Atman. [1] Este Hino Védico também contém um dos mais famosos mantras associados com esta divindade: Om Gam Ganapataye Namah (literalmente: "eu Te saúdo, Senhor das tropas").
    Nos Vedas pode-se encontrar uma das mais importantes e comuns orações a Ganesha, na parte que constitui o início do Ganapati Prarthana:
    Om ganaman tva g
    anapatigm havamahe kavim kavinamupamashravastanam
    jyestharajam brahmanam brahmanaspata a nah shrunvannutibhih sida sadanam
    (Rig Veda 2.23.1)


    De acordo às estritas regras da iconografia Hindu, as figuras de Ganesha com somente duas mãos são tabu. Por isso, as figuras de Ganesha são vistas habitualmente com quatro mãos que significam sua divindade. Algumas figuras podem ter seis, outras oito, algumas dez, algumas doze e outras catorze mãos, cada uma carregando um símbolo que difere dos símbolos nas outras mãos, havendo aproximadamente cinquenta e sete símbolos no total, segundo alguns estudiosos.
    A imagem de Ganesha é composta de quatro animais, homem, elefante, serpente e o rato. Eles contribuem para formar a imagem. Todos eles individualmente e coletivamente tem profunda significância simbólica.

    O deus da boa fortuna
    Em termos gerais, Ganesha é uma divindade muito amada e frequentemente invocada, já que é o Deus da Boa Fortuna quem proporciona prosperidade e fortuna e também o Destruidor de Obstáculos de ordem material ou espiritual. É por este motivo que sua graça é invocada antes de iniciar qualquer tarefa (por exemplo, viajar, prestar uma prova, realizar um assunto de negócios, uma entrevista de trabalho, realizar uma cerimônia) com Mantras como: Aum Shri Ganeshaya Namah (salve o nome de ganesha), ou similares. É também por esse motivo, que tradicionalmente, todas as sessões de bhajan (cântico devocional) iniciam com uma invocação de Ganesha, o Senhor dos "bons inícios". Por toda a Índia de cultura hindu, o Senhor Ganesha é o primeiro ídolo colocado em qualquer nova casa ou templo.
    Além disso, Ganesha é associado com o primeiro chakra, que representa o instinto de conservação e sobrevivência e de procriação. O nome desse chakra é muladhara.

    Atributos Corporais
    Cada elemento do corpo de Ganesha tem seu próprio valor e seu próprio significado:
    A cabeça de elefante indica fidelidade, inteligência e poder discriminatório; 
    O fato dele ter apenas uma única presa (a outra estando quebrada) indica a habilidade de Ganesha de superar todas as formas de dualismo;
    As orelhas abertas denotam sabedoria, habilidade de escutar pessoas que procuram ajuda e para refletir verdades espirituais. Elas simbolizam a importância de escutar para poder assimilar idéias. Orelhas são usadas para ganhar conhecimento. As grandes orelhas indicam que quando Deus é conhecido, todo conhecimento também é;
    A tromba curvada indica as potencialidades intelectuais que se manifestam na faculdade de discriminação entre o real e o irreal;
    Na testa, o Trishula (arma de Shiva, similar a um Tridente) é desenhado, simbolizando o tempo (passado, presente e futuro) e a superioridade de Ganesha sobre ele;
    A barriga de Ganesha contém infinitos universos. Ela simboliza a benevolência da natureza e equanimidade, a habilidade de Ganesha de sugar os sofrimentos do Universo e proteger o mundo;
    A posição de suas pernas (uma descansando no chão e a outra em pé) indica a importância da vivência e participação no mundo material assim como no mundo espiritual, a habilidade de viver no mundo sem ser do mundo.
    Os quatro braços de Ganesha representam os quatro atributos do corpo sutil, que são: mente (Manas), intelecto (Buddhi), ego (Ahamkara), e consciência condicionada (Chitta). O Senhor Ganesha representa a pura consciência - o Atman - que permite que estes quatro atributos funcionem em nós;
    A mão segurando uma machadinha, é um símbolo da restrição de todos os desejos, que trazem dor e sofrimento. Com esta machadinha Ganesha pode repelir e destruir os obstáculos. A machadinha é também para levar o homem para o caminho da verdade e da retidão;
    A segunda mão segura um chicote, símbolo da força que leva o devoto para a eterna beatitude de Deus. O chicote nos fala que os apegos mundanos e desejos devem ser deixados de lado;
    A terceira mão, que está em direção ao devoto, está em uma pose de bênçãos, refúgio e proteção (abhaya);
    A quarta mão segura uma flor de lótus (padma), e ela simboliza o mais alto objetivo da evolução humana, a realização do seu verdadeiro eu.

     

     

     

     O Senhor cuja forma é Om



    Ganesha é também definido como Omkara ou Aumkara, que significa "tendo a forma de Om (ou Aum) (veja a seção Os nomes de Ganesha). De fato, a forma do seu corpo é uma cópia do traçado da letra Devanagari que indica este grande Bija Mantra. Por causa disso, Ganesha é considerado a encarnação corporal do Cosmos inteiro, Ele que está na base de todo o mundo fenomenal (Vishvadhara,Jagadoddhara). Além disso, na Linguagem Tamil, a sílaba sagrada é indicada precisamente por uma letra que relembra o formato da cabeça de Ganesha.

     

     

     

     

    A presa quebrada

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

    Estátua de Ganesha do Distrito de Andra Pradesh, Índia.

     

     

     


    A presa quebrada de Ganesha, como descrita acima, simboliza inicialmente sua habilidade de superar ou "quebrar" as ilusões da dualidade. Porém, existem muitos outros sentidos que têm sido associados a este símbolo.

    Um elefante normalmente tem duas presas. A mente também freqüentemente propõe duas alternativas: o bom e o mau, o excelente e o expediente, fato e fantasia. A cabeça de elefante do Senhor Ganesha porém tem apenas uma presa por isso ele é chamado "Ekadantha," que significa "Ele que tem apenas uma presa", para lembrar a todos que é necessário possuir determinação mental. (Sathya Sai Baba)

    Existem várias anedotas que explicam as origens deste atributo particular (veja seção Como Ganesha quebrou uma de suas presas?)

     

     

     

     

     

    Ganesha e o rato

     

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

     

    Ganesha montado em seu rato. Note as flores oferecidas pelos devotos. Uma escultura do Templo de Vaidyeshwara em Talakkadu , Karnataka, India

     

     

     

    De acordo com uma interpretação, o divino veículo de Ganesha, o rato ou mushika representa sabedoria, talento e inteligência. Ele simboliza investigação diminuta de um assunto difícil. Um rato vive uma vida clandestina nos esgotos. Então ele é também um símbolo da ignorância que é dominante nas trevas e que teme a luz do conhecimento. Como veículo do Senhor Ganesha, o rato nos ensina a estar sempre alerta e iluminar nosso eu interior com a luz do conhecimento.

    Ambos Ganesha e Mushika amam modaka, um doce que é tradicionalmente oferecido para os dois durante cerimônias de adoração. O Mushika é normalmente representado como sendo muito pequeno em relação a Ganesha, em contraste para as representações dos veículos das outras divindades. Porém, já foi tradicional na arte Maharashtriana representar Mushika como um rato muito grande, e Ganesha estando montado nele como se fosse um cavalo.

    Outra interpretação diz que o rato (Mushika ou Akhu) representa o ego, a mente com todos os seus desejos, e o orgulho da individualidade. Ganesha, guiando sobre o rato, se torna o mestre (e não o escravo) dessas tendências, indicando o poder que o intelecto e as faculdades discriminatórias têm sobre a mente. O rato (extremamente voraz por natureza) é habitualmente representado próximo a uma bandeja de doces com seus olhos virados em direção de Ganesha, enquanto ele segura um punhado de comida entre suas patas, como se esperando uma ordem de Ganesha. Isto representa a mente que foi completamente subordinada à faculdade superior do intelecto, a mente sob estrita supervisão, que olha fixamente para Ganesha e não se aproxima da comida sem sua permissão.

    Casado ou Celibatário?

    É interessante notar como, de acordo com a tradição, Ganesha foi gerado por sua mãe Parvati sem a intervenção de Shiva, seu marido. Shiva, de fato, sendo eterno (Sadashiva), não sentia nenhuma necessidade de ter filhos. Consequentemente, o relacionamento entre Ganesha e sua mãe é único e especial.
    Essa devoção é o motivo pelo qual as tradições do sul da Índia o representam como celibatário (veja o conto Devoção por sua mãe). É dito que Ganesha, acreditando ser sua mãe a mais bela e perfeita mulher no universo, exclamou: "Traga-me uma mulher tão bonita quanto minha mãe e eu me casarei com ela".
    No Norte da Índia, por outro lado, Ganesha é freqüentemente representado como casado com as duas filhas de Brahma: Buddhi (intelecto) e Siddhi (poder espiritual). Popularmente no norte da Índia Ganesha é representado acompanhado por Sarasvati (deusa da cultura e da arte) e Lakshmi (deusa da sorte e prosperidade), simbolizando que essas características sempre acompanham aquele que descobre sua própria divindade interior. Simbolicamente isso representa o fato de que a abundância, prosperidade e sucesso acompanham aqueles que possuem as qualidades da sabedoria, prudência, paciência, etc. que Ganesha simboliza.


    Histórias Mitológicas

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

    Essa estátua de Ganesha foi criada no Distrito de Mysore de Karnataka no século XIII.

     


    Como ele obteve sua cabeça de elefante?
    A mitologia altamente articulada do Hinduísmo apresenta muitas histórias na qual é explicada a maneira que ganesha obteve sua cabeça de elefante; freqüentemente a origem desse atributo particular é encontrado nas mesmas histórias que narram seu nascimento. E muitas dessas mesmas histórias revelam as origens da enorme popularidade do culto a Ganesha.

    Decapitado e reanimado por Shiva

     


    A mais conhecida história é provavelmente aquela encontrada no Shiva Purana. Uma vez, quando sua mãe Parvati queria tomar banho, não havia guardas na área para protegê-la de alguém que poderia entrar na sala. Então ela criou um ídolo na forma de um garoto, esse ídolo foi feito da pasta que Parvati havia preparado para lavar seu corpo. A deusa infundiu vida no boneco, então Ganesha nasceu. Parvati ordenou a Ganesha que não permitisse que ninguém entrasse na casa e Ganesha obedientemente seguiu as ordens de sua mãe. Dali a pouco Shiva retornou da floresta e tentou entrar na casa, Ganesha parou o Deus. Shiva se enfureceu com esse garotinho estranho que tentava desafiá-lo. Ele disse a Ganesha que ele era o esposo de Parvati e disse que Ganesha poderia deixá-lo entrar. Mas Ganesha não obedecia a ninguém que não fosse sua querida mãe. Shiva perdeu a paciência e teve uma feroz batalha com Ganesha. No fim, ele decepou a cabeça de Ganesha com seu Trishula (tridente). Quando Parvati saiu e viu o corpo sem vida de seu filho, ela ficou triste e com muita raiva. Ela ordenou que Shiva devolvesse a vida de Ganesha imediatamente. Mas, infortunadamente, o Trishula de Shiva foi tão poderoso que jogou a cabeça de Ganesha muito longe. Todas as tentativas de encontrar a cabeça foram em vão. Como último recurso, Shiva foi pedir ajuda para Brahma que sugeriu que ele substituísse a cabeça de Ganesha com o primeiro ser vivo que aparecesse em seu caminho com sua cabeça na direção norte. Shiva então mandou seu exército celestial (Gana) para encontrar e tomar a cabeça de qualquer criatura que encontrarem dormindo com a cabeça na direção norte. Eles encontraram um elefante moribundo que dormia desta maneira e após sua morte, tomaram sua cabeça, e colocaram a cabeça do elefante no corpo de Ganesha trazendo-o de volta à vida. Dali em diante ele é chamado de Ganapathi, ou o chefe do exército celestial, que deve ser adorado antes de iniciar qualquer atividade.


    Shiva e Gajasura


    Outra história a respeito da origem de Ganesha e sua cabeça de elefante narra que, uma vez, existiu um Asura (demônio) com todas as características de um elefante, chamado Gajasura, que estava praticando austeridades (ou tapas). Shiva, satisfeito por esta austeridade, decidiu dar-lhe, como recompensa, qualquer coisa que ele pedisse. O demônio desejou emanar fogo continuamente do seu próprio corpo. Desse modo, ninguém poderia se aproximar dele. Shiva concedeu o que foi pedido. Gajasura continuou sua penitência e Shiva, que aparecia a ele de tempos em tempos, perguntou, mais uma vez, o que desejava. O demônio respondeu: "desejo que você habite meu estômago."
    Shiva atendeu até mesmo a este pedido e, então, passou a residir no estômago do demônio. De fato, Shiva também é conhecido como Bhola Shankara porque é uma deidade facilmente agradada; quando está satisfeito com um devoto, concede-lhe o que for pedido e, isso, de tempos em tempos, gera situações particularmente intrincadas. Por esse motivo Parvati, sua esposa, procurou por ele em todos os lugares sem obter resultado algum. Como último recurso, foi ao seu irmão, Vishnu, pedir a ele que encontrasse seu marido. Vishnu, que conhece a tudo, respondeu: "Não se preocupe minha irmã; seu marido é Bhola Shankara e prontamente garante aos seus devotos tudo o que eles pedem, sem se preocupar com as conseqüências; acho que ele se meteu em algum problema. Vou procurar saber o que aconteceu."

    Então Vishnu, o onisciente diretor do jogo cósmico, elaborou uma pequena encenação: transformou Nandi (o touro de Shiva) em um touro dançarino e o conduziu à frente de Gajasura, assumindo, ao mesmo tempo, a aparência de um flautista. A encantadora performance do touro fez o demônio entrar em êxtase e perguntar ao flautista o que ele desejava. O músico respondeu: "Você pode mesmo me dar qualquer coisa que eu pedir?" Gajasura respondeu: "Por quem me tomas? Eu posso lhe dar qualquer coisa que você pedir imediatamente!" O flautista então respondeu: "Se é assim, libere Shiva do seu estômago." Gajasura entendeu, então, que este não poderia ser outro senão o próprio Vishnu, o único que poderia saber desse segredo. Nesse momento, o demônio se jogou aos pés de Vishnu e, tendo liberado Shiva, pediu a este um último presente: "Tenho sido abençoado por você muitas vezes; meu último pedido é que todo mundo se lembre de mim adorando minha cabeça quando eu estiver morto." Shiva, então, trouxe seu próprio filho até ali e substituiu sua cabeça pela de Gajasura. Desde então, na Índia, é tradição que qualquer ação, para poder prosperar, deva ser iniciada com a adoração de Ganesha. Este é o resultado do presente que Shiva deu à Gajasura.

     

     

     

    O Olhar de Shani

    Uma história menos conhecida do Brahma Vaivarta Purana narra uma versão diferente do nascimento de Ganesha. Pela insistência de Shiva,Parvati jejuou por um ano (punyaka vrata) para propiciar Vishnu para que lhe desse um filho. O Senhor Krishna, após o fim do sacrifício, anunciou que ele mesmo encarnaria como seu filho em cada kalpa (era). Então, Krishna nasceu para Parvati como uma charmosa criança. Esse evento foi celebrado com grande entusiasmo e todos os deuses foram convidados para olhar o bebê. Porém Shani, o filho de Surya, hesitou em olhar ao bebê pois é dito que o olhar de Shani é prejudicial. Porém Parvati insistiu que ele olhasse para o bebê, então Shani o fez, e imediatamente a cabeça da criança caiu e voou para Goloka. Vendo Shiva e Parvati feridos de aflição, Vishnu montou em Garuda, sua águia divina, e apressou-se para a ribeira do rio Pushpa-Bhadra, donde ele trouxe a cabeça de um jovem elefante. A cabeça do elefante se juntou com o corpo do filho de Parvati, revivendo-o. A criança foi chamada Ganesha e todos os Deuses abençoaram Ganesha e desejaram a ele poder e prosperidade.

    Outras Versões
    Outro conto do nascimento de Ganesha relata um incidente no qual Shiva matou Aditya, o filho de um sábio. Porém Shiva restaurou a vida ao corpo da criança morta, mas isso não conseguiu pacificar o sábio enfurecido Kashyapa, que era um dos sete grandes Rishis. Kashyap amaldiçoou Shiva e declarou que o filho de Shiva perderia sua cabeça. Quando isto aconteceu, a cabeça do elefante de Indra foi colocada em seu lugar.

    Outra versão diz que em uma ocasião, a água de banho usada de Parvati foi jogada no Ganges e esta água foi bebida por Malini, a Deusa com cabeça de elefante, que logo após deu a luz a um bebê de quatro braços e cinco cabeças de elefante. Ganga, a Deusa do rio o reivindicou como seu filho, mas Shiva declarou que ele era filho de Parvati, reduziu suas cinco cabeças a uma e o empossou como o Controlador de obstáculos (Vigneshwara).

    Ganesha o escrivão
    Na primeira parte do poema épico Mahabharata, está escrito que o sábio Vyasa pediu para Ganesha que transcrevesse o poema enquanto ele ditava. Ganesha concordou, mas somente na condição de que o sábio Vyasa recitasse o poema sem interrupções ou pausas. O sábio, por sua vez, colocou a condição que Ganesha não teria somente que escrever, mas também entender tudo o que ele escutasse antes de escrever. Dessa forma, Vyasa se recuperaria um pouco de seu falatório cansativo ao simplesmente recitando um verso bem difícil que Ganesha não conseguisse entender rapidamente. Começou o ditado, mas no corre-corre de escrever, a caneta de Ganesha se quebrou. Então ele quebrou uma de suas presas e a usou como caneta, só assim a transcrição pôde prosseguir sem interrupções, permitindo a ele manter sua palavra.

    Ganesha e Parashurama
    Um dia Parashurama, um avatar de Vishnu, foi fazer uma visita a Shiva, mas no caminho ele foi bloqueado por Ganesha. Parashurama lançou seu machado em direção a Ganesha, e Ganesha (sabendo que esse machado foi dado a ele por Shiva) se deixou golpear e perdeu sua presa como resultado.

    Ganesha e a Lua
    Dizem que certa vez, Ganesha após ter recebido de muitos de seus devotos uma enorme quantidade de doces (Modak), para poder digerir melhor essa incrível quantidade de comida, decidiu ir passear. Ele montou em seu rato, que utiliza como veículo, e foi adiante. Foi uma noite magnífica e a lua estava resplandecente. De repente uma cobra apareceu do nada e assustou o rato, que pulou e tirou Ganesha de sua montaria. O grande estômago de Ganesha foi empurrado contra o chão com tanta força que sua barriga abriu e todos os doces que ele comeu foram espalhados a seu redor. No entanto, ele era muito inteligente para se enraivecer por causa deste pequeno acidente e, sem perder tempo em lamentações inúteis, ele tentou remediar a situação da melhor maneira possível. Ele pegou a cobra que causou o acidente e a usou como cinturão para manter seu estômago fechado e reparar o dano. Satisfeito com essa solução, ele remontou em seu rato e continuou sua excursão. Chandradev (O Deus da Lua) observou toda aquela cena e caiu na gargalhada. Ganesha, sendo de temperamento curto, amaldiçoou Chandradev por sua arrogância e quebrando uma de suas presas, a atirou contra a lua, partindo em duas sua luminosa face. Então ele a amaldiçoou, decretando que qualquer um que olhasse para a lua teria má sorte. Escutando isso, Chandradev percebeu sua loucura e pediu perdão para Ganesha. Ganesha cedeu e como uma maldição não pode ser revocada, ele apenas a abrandou. A maldição então ficou sendo de que a lua iria minguar em intensidade a cada quinze dias e qualquer um que olhar para a lua durante o Ganesh Chaturthi teria má-sorte. Isto explica porque, em certos momentos, a luz da Lua diminui, e então começa gradualmente a reaparecer; mas sua face só aparece por completo somente por um curto período de tempo.

     

     Ganesha, chefe do exército celestial

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

    Estátua de Ganesha com uma flor

     


     



    Uma vez ocorreu uma grande competição entre os Devas para decidir quem entre eles seria o chefe do Gana (tropas de semideuses à serviço de Shiva). Foi pedido aos competidores que eles dessem a volta ao mundo o mais rápido possível e retornassem para os pés de Shiva. Os deuses foram, cada um em seu próprio veículo, e mesmo Ganesha participou com entusiasmo desta corrida; mas ele era extremamente pesado e seu veículo era um rato! Conseqüentemente, seu passo era muito devagar e isso foi uma grande desvantagem. Dali a pouco apareceu a sua frente o sábio Narada (filho de Brahma), que perguntou a ele aonde estava indo. Ganesha estava muito aborrecido e entrou em fúria porque é considerado um sinal de má-sorte encontrar um Brahmin solitário no começo de uma viagem. Mesmo que Narada seja o maior dos Brahmins, filho do próprio Brahma, isso ainda era um mau presságio. Além disso, não é considerado um bom sinal ser perguntado aonde está indo quando já se está no caminho; então, Ganesha se sentiu duplamente infeliz. No entanto, o grande Brahmin conseguiu acalmar sua fúria. O filho de Shiva explicou a ele os motivos de sua tristeza e seu terrível desejo de vencer. Narada o consolou, o exortando a não entrar em desespero, e deu a ele um conselho:



    O apetite de Ganesha

    Ganesha é conhecido também como o destruidor da vaidade, egoísmo e orgulho.
    Um conto, retirado dos Puranas, narra que Kubera, o tesoureiro do Svarga (paraíso) e deus da riqueza, foi ao monte Kailasa para receber o darshan (visão) de Shiva. Como ele era extremamente vaidoso, ele convidou Shiva para um banquete na sua fabulosa cidade, Alakapuri, assim ele poderia demonstrar a ele toda sua riqueza. Shiva sorriu e disse para ele: "eu não poderei ir, mas você pode convidar meu filho Ganesha. Mas eu o advirto que ele é um comilão voraz." Inalterado, Kubera sentiu-se confiante que ele poderia satisfazer mesmo tal insaciável apetite de Ganesha, com suas opulências. Ele levou o pequeno filho de Shiva com ele para sua grande cidade. Lá, ele lhe ofereceu um banho cerimonial e o vestiu em roupas suntuosas. Após esses ritos iniciais, o grande banquete começou. Enquanto os serventes de Kubera estavam trabalhando duramente para trazer as porções de comida, o pequeno Ganesha apenas continuava a comer e comer.... Seu apetite não diminuiu mesmo quando devorou até a comida destinada aos outros convidados. Não havia tempo para substituir um prato por outro porque Ganesha já havia devorado tudo, e com gestos de impaciência, continuava esperando por mais comida. Tendo devorado tudo o que havia sido preparado, Ganesha começou a comer as decorações, os talheres, a mobília, o lustre.... Apavorado, Kubera se prostrou diante do pequeno onívoro e suplicou para que deixasse para ele pelo menos, o resto do palácio. "Eu estou com fome. Se você não me der mais nada pra comer, eu comerei até você!", ele disse a Kubera. Desesperado, Kubera correu para o monte Kailasa para pedir a Shiva que remediasse a situação. O Senhor então deu a ele um punhado de arroz tostado, dizendo que somente aquilo poderia satisfazer Ganesha. Ganesha já tinha sugado quase toda a cidade quando Kubera retornou e deu a ele o arroz. Com isto, finalmente Ganesha se satisfez e se acalmou



    O respeito de Ganesha por seus pais

    Uma vez ocorreu uma competição entre Ganesha e seu irmão Kartikeya para saber quem conseguiria dar a volta aos três mundos mais rápido, e então ganhar o fruto do conhecimento. Karthikeya foi em uma jornada pelos três mundos, enquanto que ganesha apenas andou ao redor de seus pais. Quando perguntado porque fez isso, ele respondeu que para ele, seus pais representam todos os três mundos, e então foi dado a ele o fruto do conhecimento.

    Devoção à sua mãe
    Uma vez, enquanto brincava, Ganesha machucou uma gata. Quando ele voltou pra casa ele encontrou uma ferida no corpo de sua mãe. Ele perguntou como ela se machucou. Parvati, sua mãe, respondeu que isso foi causado pelo próprio Ganesha! Surpreso Ganesha quis saber quando ele a machucou. Parvati respondeu que Ela como o divino poder está imanente em todos os seres. Quando ele machucou a gata, machucava a sua mãe também. Ganesha percebeu que todas as mulheres são realmente as manifestações de sua Mãe. Deciciu não casar e permaneceu um brahmachari, um celibatário, seguindo as regras estritas do Brahmacharya. Porém, em algumas imagens e escrituras Ganesha é frequentemente relatado como casado com as duas filhas de Brahma: Buddhi (intelecto) e Siddhi (poder espiritual).



    Festivais e adorações a Ganesha

    Na Índia, existe um importante festival em honra ao Senhor Ganesha. Mesmo sendo mais popular no estado de Maharashtra, ele é festejado por toda a Índia. Ele é celebrado por dez dias começando pelo Ganesh Chaturthi. Isto foi introduzido por Balgangadhar Tilak como uma maneira de promover o sentimento nacionalista quando a Índia era governada pelos Ingleses. Esse festival é celebrado e sua culminação é no dia de Ananta Chaturdashi quando a murti do Senhor Ganesha é imergida na água. Em Mumbai (antes conhecida como Bombaim), a murti é imergida no Arabian Sea e em Pune no rio Mula-Mutha. Em várias cidades do Norte e Leste da Índia, como Calcutá, eles são imergidos no sagrado rio Ganges.

     

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

    Celebrações de Ganexa pela comunidade indiana em Paris em 2004.

     

    A adoração de Ganexa no Japão vem desde o ano 806.

     

     

     

     

     

    Ressurgimento da popularidade

    Recentemente, houve um ressurgimento da adoração a Ganesha e um aumento do interesse no "Mundo Ocidental" devido a inundação de supostos milagres em Setembro de 1995. No dia de 21 de setembro de 1995, de acordo com a revista Hinduism Today (www.hinduismtoday.com), as estátuas de Ganesha (e de alguns outros deuses da família de Shiva) na Índia começaram a beber leite espontaneamente quando uma colher cheia era posta perto da boca das estátuas em honra ao deus elefante. Os fenômenos propagaram-se de Nova Délhi a Nova York, Canadá, Ilhas Maurício, Quênia, Austrália, Bangladesh, Malásia, Reino Unido, Dinamarca, Sri Lanka, Nepal, Hong Kong, Trinidad e Tobago, Grenada e Itália entre outros lugares. Isso foi visto como um milagre por muitos, mas muitos céticos afirmaram que isso foi outro exemplo de histeria coletiva. Alguns experimentos científicos conduzidos naquela época sugeriram a ação capilar como uma explicação para este fenômeno. Permanecia um mistério o porquê do fenômeno não haver se repetido até que o mesmo ocorresse novamente em 21 de agosto de 2006. Agora a questão é por que o fenômeno se repetiu.
    O livro Ganesha, Remover of Obstacles de Manuela Dunn Mascetti é outra de muitas fontes que testemunham o Milagre hindu do leite.


    Popularidade de Ganesha

    Ganesha possui duas Siddhis (simbolicamente representadas como esposas ou consortes): Siddhi (sucesso) e Riddhi (prosperidade). É amplamente acreditado que "onde quer que esteja Ganesh, lá existe Sucesso e Prosperidade" e "onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesh". É por isso que Ganesha é considerado como aquele que traz boa sorte, e a razão pela qual ele é invocado primeiro antes de qualquer ritual ou cerimônia. Seja ela o Diwali Puja, ou uma nova casa, novo transporte, antes de uma prova estudantil, antes de entrevistas para emprego, é para Ganesha que se ora, porque acredita-se que ele irá vir para ajudar e garantir sucesso em qualquer empreitada.Ganesha é venerado como Vinayak (culto) e Vighneshvar (removedor de obstáculos). Acredita-se que ele abençoa aqueles que meditam sobre ele. Ganesha, na astrologia, ajuda as pessoas a saber o que pode ser alcançado e o que não pode.



    Os nomes de Ganesha
    Assim como outras Murtis hindus (ou deuses e deusas), Ganesh tem muitos outros títulos de respeito ou nomes simbólicos, e é frequentemente venerado através do canto dos sahasranama, ou mil nomes. Cada um é diferente e carrega um sentido diferente, representando um aspecto diferente do deus em qestão. Quase todos os deuses Hindus têm uma ou duas versões aceitas de suas próprias liturgias dos mil nomes (sahasranam).
    Os nomes de Ganesha
     
    Estátua de Ganesha fotografada em Londres durante o dia santo de Dipavali.

    Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

    Assim como outras Murtis hindus (ou deuses e deusas), Ganesh tem muitos outros títulos de respeito ou nomes simbólicos, e é frequentemente venerado através do canto dos sahasranama, ou mil nomes. Cada um é diferente e carrega um sentido diferente, representando um aspecto diferente do deus em qestão. Quase todos os deuses Hindus têm uma ou duas versões aceitas de suas próprias liturgias dos mil nomes (sahasranam).
    Alguns dos outros nomes de Ganesha são:


    Ameya (Sânscrito: 
    अमेय), sem limites (em Marathi)
    Anangapujita (Sânscrito: 
    आनंगपूजीता), O Sem-Forma, ou Sem-corpo
    Aumkara (Sânscrito: 
     कार), com o corpo na forma do Aum
    Balachandra (Sânscrito: 
    बालचंदृ), aquele que carrega a lua em sua cabeça
    Chintamani (Sânscrito:?
    ???), aquele que retira as preocupações
    Dhumraketu (Sânscrito: 
    धुम्रकेतू), ou Ardente
    Gajakarna (Sânscrito: 
    गजकर्ण), aquele com orelhas de elefante
    Gajanana (Sânscrito: 
    गजानन्), aquele que possui a face de um elefante
    Gajavadana, aquele que tem a cabeça de elefante
    Ganadhyaksha (Sânscrito: 
    गणध्यक्शमा), o líder das massas
    Ganapati (Sânscrito: 
    गणपती), Condutor dos Ganas, uma raça de seres anões do exército de Shiva
    Gananatha, Senhor dos Ganas
    Gananayaka, Senhor de todos os seres
    Ekadanta (Sânscrito: 
    एकदंत), Com somente uma presa
    Kapila (Sânscrito: 
    कपिल), o nome de uma vaca celestial. Ganesha representa as características de "doação" que simboliza a vaca, por isso o nome.
    Lambodara (Sânscrito: 
    लंबोदर), de grande barriga
    Mushika Vahana, Aquele que conduz o rato
    Pillaiyar, Tamil para "Filho Nobre"
    Shupakarna, Grandes e Auspiciosas orelhas
    Sumukh (Sânscrito: 
    सुमूख), aquele que tem uma bela face: Ganesha é dito possuir todas as qualidades da Lua, que também é chamado o Deus da beleza, e por isso ele é conhecido como Sumukh.
    Vakratunda (Sânscrito: 
    वक्रतुंड), Tromba curvada
    Vighnaharta (Sânscrito: 
    विघ्नहर्त), Removedor de obstáculos
    Vighna Vinashaka, remover of obstacles
    Vighnesh ou Vighneshvara (Sânscrito: 
    विग्णेशवर), controlador dos obstáculos (Vighna = obstáculos, eeshwara=senhor)
    Vikat (Sânscrito: 
    विकट), o feroz
    Vinayaka, (Sânscrito 
    विनायक), um líder distinto (Vi significa vishesha Especial e nayaka da raiz ni liderar, por isso, Líder
    Vishvadhara ou Jagadoddhara, Aquele que mantém o universo
    Vishvanata ou Jagannatha, Senhor do Universo
    Outra murti muito amada é a Bala Gajanana ou Bala Ganesha (literalmente, pequeno Ganesha ou bebê Ganesha), na qual um Ganesha bem jovem com uma pequena tromba e grandes olhos é representado nos braços de seus Pais Divinos, ou enquanto ele docemente abraça o Lingam, o símbolo de Shiva.


     Os doze nomes de Ganesha
    O Ganesha Purâna, um importante texto dos Gânapatyas, nos dá uma lista dos doze principais nomes do deus-elefante. Esses nomes devem ser pronunciados antes de qualquer ritual. Eles são o seguinte:
    1. Sumukha  : "O Senhor cheio de graça"
    2. Ekadanta  : "O Senhor que só possui uma presa"
    3. Kapila  : "O Senhor de cor fulva"
    4. Gajakarna  : "O Senhor com orelhas de elefante"
    5. Lambodara  : "O Senhor com uma barriga proeminente"
    6. Vikata  : "O Deformado"
    7. Vighnanâsaka : "O Senhor destruidor dos obstáculos"
    8. Ganâdhipa  : "O Senhor protetor do Gana"
    9. Dhûmraketu  : "O Senhor de cor esfumaçada" com dois braços cavalgando um cavalo azul, o Governante da Kali Yuga
    10.Ganâdhyaksha : "O Ministro dos Gana"
    11.Bhâlachandra : "O Senhor que usa a lua crescente em sua cabeça"
    12.Gajânana  : "O Sennhor com uma face de elefante".

    Além desses, existem mais nomes que constituem os 21 nomes de Ganesha, utilizados durante o Puja. Oferenda de flores e arroz acompanham os 21 nomes de Ganesha(eka vishanti nama).
    Vighnarâja  : "O Rei dos obstáculos"
    Gajânana  : "O Senhor que possui face de elefante"
    Lambodara  : "O Senhor com uma barriga proeminente"
    Shivatmaja  : "O Filho de Shiva"
    Vakratunda  : "O Senhor de tromba torcida"
    Supakarna
    Ganeshvara  : "O Senhor do Gana"
    Vighnanashin : "O Destruidor de Obstáculos"
    Vikata  : "O Deformado"
    Vamana  : "O Anão"
    Sarvadeva
    Sarvadukhavinâshi
    Vighnarhartr : "O Senhor que cancela os obstáculos"
    Dhûmrâja
    Sarvadevâdhideva
    Ekadanta  : "O Senhor que tem apenas uma presa"
    Krishnapingala : "O Senhor Azul e Escuro"
    Bhâlachandra : "O Senhor que carrega a lua crescente na cabeça"
    Gananâtha  : "O comandante supremo do Gana"
    Shankarasunav: "O filho de Shankara"
    Anangapujita : "O Senhor sem forma"
    [editar] Notas
    ^  Ao contrário da opinião popular, o Hinduísmo Védico primitivo não era politeísta nem monoteísta, porém é melhor identificado como uma religião henoteísta: as diferentes manifestações e formas de Deus (entre as quais os avatares e os devas) são considerados infinitas emanações de Brahman (o princípio impessoal da realidade do qual todos os mundos e seres derivam) criadas para tornar Brahman acessível para o homem. 

     

    http://br.groups.yahoo.com/group/mitos_e_deuses/

    posted by Motoko Aramaki @ 7:28 PM   0 comments
    o-horoscopo-chines-influencias-de-2009



    Os estudos sobre a astrologia se iniciaram muito cedo na China. Graças aos astrólogos imperiais, conheciam-se os dias da mudança das estações e previam-se e interpretavam-se todos os sinais celestes.

    Em vez de se basearem na eclíptica, como fazem os astrólogos ocidentais, os chineses observavam as estrelas circumpolares, que eram vísiveis durante a noite toda e durante o ano todo. Concentravam-se também nas 28 constelações circumpolares, denominadas 'Sui'. Cada uma delas pertencia a um dos palácios celestes e tinha o nome de algum animal.

    Alguns desses animais não só dão seu nome aos doze meses, como também aos ciclos horários e aos ciclos de 12 meses. Segundo a lenda, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos presentes. Apenas doze compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato, o Boi, o Tigre, o Gato, o Dragão, a Serpente, o Cavalo, o Carneiro, o Galo, o Cão e o Porco.

    A história taoista diz que quando o imperador do céu convocou todos os animais para concorrer aos 12 postos, o rato encontrou a fila com outros 11 animais, com o boi em primeiro lugar. Sem hesitar, ele pulou a fila até chegar às costas do boi. Então, com o sinal de entrada do Imperador do Céu, ele deslizou pelas costas do boi e roubou o primeiro lugar. Seu sucesso desleal provocou indignação pública.

    Existe outra versão sobre a ordem dos animais. Dizem que a ordem foi estabelecida de acordo com a lei das atividades diárias dos animais. Ainda na dinastia Han, século 3 antes de Cristo, a China dividia o dia em 12 horas e cada animal representava uma hora do dia. O rato ficou no primeiro lugar porque a meia noite era considerada o período mais ativo do animal.

    Presentemente, o Ano Novo Chinês é também conhecido como a Festa da Primavera.

    De acordo com a tradição, as preparações para o Ano Novo Chinês começam em meados do 12º mês lunar e prolongam-se até meados do 1º mês do ano lunar. No 15º dia é festejado o Festival das Lanternas.

    A magia dos rituais

     Neste período tudo obedece a rituais, desde a comida à roupa, havendo lugar a diferentes práticas todos os dias.

    O 8º dia do 12º mês lunar (do ano lunar antecedente), dia do Festival Laba, marca o início das celebrações. Neste dia é tradição comer-se um prato de arroz (laba zhou), feito com arroz glutinoso, feijão vermelho e outros ingredientes. O preparado é feito no dia anterior e varia de local para local. No Norte é doce e no Sul é salgado.

     No 23º dia da 12ª lua fazem-se, segundo a tradição, oferendas ao Deus da Cozinha, um deus que foi enviado do céu para a terra para olhar por cada família. É este também o deus que, segundo a tradição chinesa, vai enviar, no dia seguinte, o relatório anual da família ao Imperador dos Céus. Daí as saborosas oferendas... para que o relatório seja positivo.

    O 28º dia da 12ª lua é conhecido como o dia para lavar as impurezas. Faz-se uma limpeza geral às casas, para que toda a má sorte seja varrida do seu interior e da vida dos seus proprietários. Algumas pessoas chegam mesmo a pintar as portas e janelas para que tudo pareça novo e fresco.

     Antigamente era também usual decorar as portas com papéis auspiciosos, com expressões de felicidade, prosperidade, saúde, etc.

    Neste dia é também costume colocar uma imagem do Deus Porta (Men Sheng) à entrada das casas, para que os fantasmas não entrem. No exterior de recipientes com arroz são colados dísticos de papel com os caracteres "Chang Man", que significam "sempre cheio". Tudo isto para que o novo ano seja de abundóncia.

     Como regra, tudo o que é velho é deitado fora e substituído pelo que é novo. É por isso que é costume comprarem-se roupas novas para usar no Ano Novo Chinês.

     A véspera do novo ano

    A véspera do Ano Novo, o 29º ou o 30º dia da 12ª lua (que este ano, 2005, coincidiu com o dia 8 de Fevereiro), é certamente o dia mais excitante. O jantar de família (Tuan Nian Fan) é normalmente um fausto banquete de mariscos, galinha e outras iguarias. Gambas para a felicidade e longevidade, galinha com cabeça e patas para a prosperidade e ostras secas com algas. Estas algas, com aspecto semelhante a cabelos, chamam-se em chinês "fa cai", o que evoca, por consonância, o dizer chinês "fa cai hao shi", isto é, "ganhar dinheiro e tudo correr bem".

     Outra curiosidade, em termos de consonância, é entre as palavras "peixe" e "excedente" (abundância), que são homófonas, isto é, ambas se pronunciam "yu" (no 2ª tom do mandarim), embora sejam caracteres diferentes. Nesse contexto, é de bom comer peixe nesse jantar de família, pois isso sugere o dizer "nian nian you yu", isto é, "haja excedente (abundância) todos os anos".

    Em algumas famílias, se um dos elementos não consegue estar presente no jantar, o seu lugar é deixado vago na mesa e, como se estivesse presente, é-lhe servida a comida. Neste jantar nem os antepassados são esquecidos. Também eles partilham do banquete.

     Para quem segue à risca o protocolo, toda a comida tem de ser preparada antes do Ano Novo, para que todos os objectos cortantes sejam escondidos, evitando-se assim que a boa sorte seja cortada.

     Aos mais novos e solteiros, os mais idosos costumam oferecer envelopes vermelhos com dinheiro (Ya Shum Qian), para lhes desejar um Bom Ano. Estes envelopes podem ser dados antes do Ano Novo mas para serem abertos só depois da meia-noite e nunca na presença de quem os ofereceu.

    Finalmente, o 1º dia da 1ª lua

    Depois da meia-noite, começa a ser lançado fogo-de-artifício e começam as felicitações entre os familiares e vizinhos.

    Votos de abundância de dinheiro (Gong Xi Fa Cai), boa saúde (Sheng Ti Jian Kan) e de realizações pessoais (Xin Xian Shi Cheng) são as expressões mais usuais.

     Nesta altura é também costume os mais velhos darem envelopes com dinheiro aos mais novos. Neste caso é o dinheiro da sorte (Li Shi). No entanto, também não devem ser abertos na presença de quem os ofereceu, em sinal de respeito.

     Depois destas actividades, mais uma refeição é servida, esta dedicada ao Ano Novo (Kai Nian Fan).

     Depois da ceia presta-se homenagem aos deuses e pede-se a bênção. Algumas pessoas chegam mesmo a dirigir-se aos templos depois da meia-noite.

    Durante o dia de Ano Novo (que correponde, em 2009, ao dia 26 de janeiro) é organizado um almoço de família, aproveitado para trocar votos de felicidades com os membros que não estiveram presentes na noite anterior. Ao contrário da refeição da véspera, o almoço deste dia é, essencialmente, vegetariano porque, sendo este o dia dedicado a homenagear os Deuses do Céu e da Terra, não é auspicioso comer ou matar animais.

     O primeiro dia do ano é para se viver em família e é também o dia do nascimento do Boi.

     

    Os dias seguintesNo segundo dia do ano deve-se visitar amigos e familiares.

     Na zona da província de Cantão, no Sul da China e onde Macau está inserido, era tradição a filha casada voltar a casa dos pais, com o marido e os filhos.

     É também costume ir aos templos para rezar pelos antepassados.O 2º dia da 1ª lua é também o dia de aniversário de todos os cães. Os que têm esses animais em casa costumam presenteá-los com refeições especiais.

    O 3º dia (neste ano 27 de janeiro), conhecido como Po Kou (Dia da Discórdia), é propenso a conflitos e discussões entre as pessoas, pelo que, a fim de os evitar, os chineses evitam sair de casa.

     Outros acreditam que é também o dia do Espírito da Pobreza e ocupam o dia a limpar o que acumularam nos dois dias de festa precedentes. Assim, esse mesmo espírito é expulso para fora de casa, criando espaço para a entrada de dinheiro nos 12 meses seguintes.

     E assim se segue comemorações e rituais até o decimo quinto dia, cada dia com seu rito.

     Ao 15º dia as comemorações chegam ao fim, o que se assinala com o Festival das Lanternas (Yuan Xiao). Neste dia é costume comer-se bolos feitos à base de arroz doce e recheados.

     Para alguns chineses, este é também o Dia dos Namorados, embora já não seja uma tradição muito generalizada.

     Termina assim a primeira festividade de todo um ciclo que se estende (todos os anos) pelos 12 meses do ano lunar chinês, fazendo pulsar a vida humana ao ritmo das lunações.Por que será que o Ano Novo Chinês começa sempre em dias diferentes? Porque a Astrologia Chinesa é baseada no calendário lunar e não no solar. Cada ano é regido por um signo animal, que empresta suas características às pessoas nascidas naquele ano; e um ciclo completo leva sessenta anos, formado por 5 ciclos de 12 anos. O ano lunar é dividido em doze meses de 29 dias e meio e o mês lunar inicia-se no dia da lua nova. Saiba mais sobre as energis do Boi que rege 2009.

    Carlinhos Lima - Pesquisador.

     

     

     

     

     

    http://br.groups.yahoo.com/goup/parnaso_esoterico/
    posted by Motoko Aramaki @ 7:26 PM   0 comments
    Antigas tradições sobre a origem do Universo
    Terça-feira, Novembro 18, 2008


    A pergunta que surge sempre ao abordar o tema das civilizações antigas e seus avanços tecnológicos, é a de que meios empregaram e que nível de conhecimentos alcançaram.
    Tentando responder a esta pergunta, e sem afastar a possibilidade da utilização de outras técnicas até agora desconhecidas, as descobertas tecnológicas demonstram-nos que, em alguns aspectos, os meios e instrumentos de trabalho dos sábios da antiguidade eram semelhantes aos actuais, quer dizer, trabalhavam por meios convencionais.
    No Iraque e Egipto foram encontradas lentes talhadas, que actualmente só poderiam ser elaboradas e polidas com óxido de césio, cuja obtenção requer métodos electroquímicos, métodos esses apenas descobertos no nosso século.
    Sir David Brewster também encontrou, em escavações por ele efectuadas, uma lente de forma oval e planoconvexa que actualmente está no Museu Britânico.
    Estes e outros achados podem explicar o facto de algumas civilizações antigas terem determinados conhecimentos sobre as estrelas, a posição dos planetas, o sistema solar, os fenómenos astrológicos e astronómicos que, em algumas ocasiões, superaram os actuais. Tal é o caso, por exemplo, de um planeta entre o Sol e Mercúrio descoberto apenas em 1976, e que já era conhecido e representado pelos Egípcios sob o nome de Íbis. Curiosamente, este planeta não é visível e só pode ser localizado por métodos espectroscópicos.

    É internacionalmente reconhecido o facto de, na antiguidade, as posições dos astros não serem desconhecidas. Vejamos alguns exemplos:
    No Kohistão, região montanhosa da Ásia Menor, existe uma pintura que reproduz as posições exactas dos astros tomadas há 10.000 anos. O planeta Vénus e a Terra aparecem unidos por várias linhas.
    Os babilónios conheciam os "cornos de Vénus". Vénus tem quartos crescentes como a Lua, ao estar mais próximo do Sol do que da Terra, mas estes "cornos de Vénus" são invisíveis a olho nu. Referindo-se a isto, os babilónios chamavam a Vénus "a filha da Lua", já que ambos se caracterizaram pelas suas fases.
    Os babilónios também conheciam o período de lunação com um erro de 0,4 segundos relativamente aos cálculos de hoje. Igualmente conheciam quatro grandes luas de Júpiter, e representavam Saturno rodeado pelos seus anéis.
    O estudo realizado pelo astrónomo R. Mitchel sobre o ataúde de uma múmia egípcia, no qual se encontrava a representação do sistema solar, revelou que as ditas posições correspondiam exactamente à situação do sistema solar no equinócio de Outono de 1722. Os Egípcios tinham conhecimento, não só de todo o sistema solar, como também de estrelas de grande magnitude como Sírio A e Sírio B, entre outras.
    Diógenes de Apolónia (séc. V a.C.) afirmava que "os meteoros deslocam-se no céu e caem com frequência na Terra". No entanto, mais tarde, no séc. XVIII, o insígne cientista Lavoisier pensava o contrário: "é impossível que as pedras caiam do céu, porque não há pedras no céu".
    A estela I de O Castelo em Santa Luzia (Guatemala) descreve o percurso de Vénus sobre o disco solar em 25 de Novembro de 416.

    Tomando medidas
    Jonathan Swift (1727) no seu livro "Viagem a Liliput", descreve-nos, mediante o seu protagonista Gulliver, as duas luas de Marte e, além disso, dá-nos as medidas das suas órbitas e tamanhos: "Os astrónomos liliputianos passam grande parte das suas vidas a observar os corpos celestes, para o que utilizam lentes muito superiores às nossas. Esta notável vantagem permite-lhes alargar as suas observações a uma distância muito maior do que a dos astrónomos europeus; têm um catálogo de 10.000 estrelas fixas, enquanto que os nossos mais modernos catálogos compreendem só uma terça parte desse número. Descobriram entre outras coisas, dois satélites que giram à volta de Marte e cujas distâncias ao centro do planeta são exactamente três vezes o diâmetro deste ao satélite mais próximo e cinco vezes ao mais afastado. O primeiro termina a sua revolução sideral ao cabo de 10 horas e o outro requer um período de 21.30 horas, pelo que o quadrado do tempo gasto é quase equivalente à terceira potência das respectivas distâncias entre os seus próprios centros e o de Marte. Isso demonstra que estão submetidos às mesmas leis de gravidade que regem os restantes corpos celestes".
    Os ditos satélites de Marte foram descobertos em 1877; no entanto, antes de Jonathan Swift, Kepler suspeitou da existência de dois planetas à volta de Marte e, inclusive na Ilíada, Homero comenta que Marte tem dois companheiros: Fobos e Deimos.
    A tudo isto há a acrescentar que as medidas e dados que aparecem no livro "Viagem a Liliput" são verdadeiros.
    Erastótenes (276-195 a.C.) calculou com bastante aproximação a circunferência terrestre. Plutarco atribuiu a distância de 804 milhões de estádios da Terra ao Sol, que também se acha na altura da Grande Pirâmide.

    Geniais pré-socráticos
    Tales (624-547 a.C.): Propõe como princípio de todas as coisas o estado de Humidade de modo que, depois das coisas manifestadas, esta Humidade acuosa sustê-las-ia como se flutuassem nela. É uma concepção genial, se se quiser metafórica, daquilo a que agora os cientistas chamam o éter cósmico ou "gás extremamente disperso". Tales junta-se aos cosmólogos que crêem na origem do Universo como um caos aquoso primordial: Homero, Hesíodo, Ferécides de Siro, entre outros.
    Tales atribuía à Terra (leia-se matéria) a forma de um grande prato oblongo com as bordas um pouco levantadas, que flutuaria sobre o éter aquoso como um navio entre as águas. Efectivamente, essa é a forma de muitas galáxias vistas de perfil.

    Anaximandro (611-543 a.C.): É-lhe atribuída a invenção da esfera e a declinação do Zodíaco. Mediu as distâncias entre as estrelas e calculou a sua magnitude; fixou as épocas dos equinócios e dos solstícios, assim como a obliquidade da elíptica. Também demonstrou que a Terra é redonda, girando à volta do seu eixo e que a Lua recebe e reflecte a luz do Sol. No entanto, nenhuma destas supostas descobertas era ignorada por astrólogos mais antigos.
    Propõe como princípio de todas as coisas o APEIRÓN, traduzível por aquilo que é ilimitado, indeterminado e indefinido. É uma espécie de matéria primordial, ilimitada, homogénea, indeterminada, inqualificada, eterna, imperecível, imutável, incorruptível, inesgotavelmente fecunda, geradora de todos os seres e à qual todos retornam. Vem a ser uma espécie de nebulosa ou matéria plástica, proteiforme, equivalente ao CAOS de todas as antigas cosmogonias, que não é nem água, nem fogo, nem ar, mas anterior a toda a divisão. Efectivamente, assim é como descrevem os astrofísicos actuais o estado do Universo no tempo zero da idade do Universo. Alem disso, a natureza da matéria nesse tempo zero não é conhecida cientificamente; supõe-se que é algo mais subtil do que o hidrogéneo.
    Anaximandro explica a evolução do Universo através da diferenciação dos contrários, da separação das coisas, adquirindo cada uma delas as suas características próprias. Dentro da massa caótica do Apeirón, agitada por um movimento eterno, produzem-se remoinhos, que dão como resultado a sua separação em porções; de cada uma delas formam-se outros tantos mundos ou cosmos esféricos e limitados. O movimento eterno prossegue, agitando em formas de remoinhos os cosmos desagregados da massa comum do Apeirón e, no seu interior, continua o processo de separação, distinguindo-se os elementos, os quais se vão dispondo por ordem de gravidade. Para Anaximandro, existem muitos mundos esféricos fechados sobre si mesmos e independentes uns dos outros, que se originam a partir dos remoinhos formados pelo movimento eterno no seio do Apeirón. A justiça cósmica restabelece-se mediante a sua reabsorção periódica na matéria primordial. A frase de Anaximandro: "Quando o equilíbrio cósmico se restabelece, começa um novo ciclo de formação", explica-nos a teoria moderna do BIG-BANG ou grande explosão, segundo a qual o gás ou éter expelido após o rebentamento do Ovo cósmico, volta a resumir-se pouco a pouco num outro núcleo de energia ou Ovo cósmico.

    Anaxímenes: Uma das ideias mais interessantes deste filósofo pré-socrático é a concepção do Universo como um animal vivo (Macrobios), tal como pensavam os egípcios, persas, hindús, etc. Este Ser Vivo está dotado de respiração dentro do PNEUMA infinito que envolve tudo. Ideia semelhante têm os orientais ao conceberem o Universo como uma expiração do grande deus Brahma e a sua contracção ou reabsorção quando Brahma volta a inspirar. Anaxímenes também atribui à matéria, ou aos mundos, uma forma de disco plano rodeado de água ou éter cósmico.

    Heraclito (535-475 a.C.): Propõe como origem das coisas o Fogo. "Tudo é governado pelo raio"; foi este o motivo para que se comparasse a cosmologia de Heraclito com a de Parménides, Tales, Anaximandro, etc., de modo a só se ver entre eles desacordos e diferenças. No entanto, todos os filósofos pré-socráticos beberam nas mesmas fontes de conhecimento, ou seja, todos eles foram discípulos nos Colégios Sacerdotais ou Escolas Iniciáticas da Grécia e do Egipto. Assim, quando Tales pensa num universo aquoso, refere-se à sua composição e características físicas; e quando Heraclito nos diz que a origem do Universo é o Fogo, está-nos a revelar outra antiga ideia, segundo a qual a natureza do manifestado é ígnea, ou seja, mental. Na antiguidade, tal como hoje, o Fogo era símbolo da Mente, de modo que a Universo seria um pensamento de Deus, adquirindo forma física por meio da vontade. Tales e Heraclito não se contradizem: ambos sabiam que "a raíz do Universo é Mental" (como afirmou mais tarde Séneca) e que o seu aspecto mais físico é aquoso, nebuloso. O equívoco provém do facto de se ter interpretado o pensamento dos pré-socráticos pelos escassos fragmentos deles conservados. Em suma, o que nós conservamos dos filósofos pré-socráticos são aspectos parciais de uma mesma ideia.
    Heraclito também nos transmite a ideia de um Universo em manifestação ou evolução que, depois, volta a ser absorvido. Fala-nos de uma via descendente ou de manifestação em que as coisas surgem, concretizam-se e plasmam-se: estrelas, astros, planetas, sóis, etc.; e de uma via ascendente, em que as coisas voltam à sua condição primitiva. Tudo isso é uma constante acção: "Tudo flui, nada permanece estático"; "não nos podemos banhar duas vezes no mesmo rio, pois a água não é a mesma". Esta acção constante é a que produz a evolução de todas as coisas que, pela via ascendente, alcançarão o primeiro princípio. As coisas surgem e morrem; desenvolvem-se e logo começam a morrer paulatinamente. As galáxias e os sóis estão numa luta tremenda para chegar à Unidade primitiva; e o meio é a Guerra, que, segundo Heraclito, é "Mãe e Rainha de todas as coisas".

    Parménides: Este filósofo pré-socrático não desmerece em conhecimentos os anteriores. "A Lua ilumina a noite com luz emprestada", dizia Parménides, dando a entender que a Lua não tem luz própria e que só reflecte a do Sol. Segundo ele, na origem do Universo existia uma bola unida devido à necessidade, na qual primavam duas forças: uma luminosa e suave e outra obscura, densa e pesada. Quiçá faça referência às duas forças que, segundo a astrofísica actual, existiam no primitivo Ovo cósmico.

    Empédocles (494-434 a.C.): Tal como Parménides, pensava que a Lua girava à volta da Terra e "iluminava com luz emprestada".
    É na doutrina deste filósofo que aparece com mais claridade a ideia da união e da desagregação das coisas: os dois princípios que movem o Universo e que podem ser traduzidos por Amor (união) e Ódio (desagregação ou discórdia).. A vida do Universo é uma luta contínua entre estes dois princípios.

    Conclusão
    Finalizando o tema sobre as tradições antigas, os filósofos pré-socráticos e a sua concepção do Universo, origem, evolução e finalidade, é justo reconhecer que muitos dos conhecimentos actuais já eram ensinados na antiguidade; e havia outros que ainda hoje são ignorados em parte. Se pensarmos que a nossa civilização chegou ao seu mais alto nível em quase 2.000 anos e se tivermos em conta que o homem é inteligente há muitos milhares ou, segundo alguns autores, milhões de anos, é lógico que tenham existido outras civilizações anteriores à nossa e outros períodos de 2.000 anos como o que bastou para que a nossa civilização nascesse. Há muita razão em dizer que, de certo modo, a "História se repete" e que, em cada ciclo, se assimilam mais experiências que nos conduzem, pela via do saber, ao longo da rota espiralada da evolução.

    Marcadores:

    posted by Motoko Aramaki @ 1:04 PM   0 comments
    iHELL, a cidade do pecado!
  • iHELL, A CIDADE DO PECADO(canal de tecnologia)
  • iMOTOKO, um futuro pleno de tecnologia
  • iAPLEE, o mundo da maçã
  • iCHINACELL, tecnologia móvel chinesa
  • MOMENTO POLÍTICO
  • PIADAS
  • ALEM DAS MULHERES
  • iHELL, A CIDADE DO PECADO(adulto,acima de 18 anos)
  • UNIVERSO ASGARDH
  • pombagira desenvolvendo sexualidade humana
  • sri-ganesha
  • o-horoscopo-chines-influencias-de-2009
  • Antigas tradições sobre a origem do Universo
  • Aegir
  • Aradia e Il Vangelo delle Streghe (o evangelho das...
  • Dante e a Divina Comédia
  • Hecate
  • ABRAÇANDO A ALMA DO COSMOS - O AMOR É REALMENTE O ...
  • Desmistificando as pirâmides - parte 1
    REPORTAGENS ARQUIVADAS
    PROGRAMAS DE AFILIADOS: PARA TER ANUNCIOS EM SEU SITE OU BLOG
    Empregos Manager Online
    Powered by


    BLOGGER

    © iHEAVEN, um mundo de fantasia... Template by ASGARDH