<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146</id><updated>2011-12-15T01:00:49.239-02:00</updated><category term='by Aeon in Mitologia Egipcia'/><category term='by Sygrun in Psichos'/><category term='asgardh'/><category term='Ariel in Espiritualidade'/><category term='by Dido'/><category term='by Athena in Biblioteca on line'/><category term='by Asgardh'/><category term='by Emmanuel in Asgardh'/><category term='http://asgardh.blogspot.com/'/><category term='iHEAVEN'/><category term='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/'/><category term='by Judy Crowley in Magia'/><category term='by Elaine in Asgadh'/><category term='http://magia-branca.blogspot.com/'/><category term='by Sygurd Odinson in Mitologia Nórdica'/><category term='sygurd odinson'/><title type='text'>iHEAVEN, um mundo de fantasia...</title><subtitle type='html'>wahlhall</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>161</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-3005759536124279635</id><published>2009-03-11T19:33:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T19:34:53.487-03:00</updated><title type='text'>pombagira desenvolvendo sexualidade humana</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 11px; -webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="4" cellpadding="4"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tanggalpost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; text-align: right; letter-spacing: 1px; color: rgb(153, 153, 153); padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="isipost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;div style="clear: both; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg3sYzV8nI/AAAAAAAAAYU/oKPNRO2O5cQ/s1600-h/06755_posterbook_22_S02_10_Poster_b_123_489lo.jpg" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg3sYzV8nI/AAAAAAAAAYU/oKPNRO2O5cQ/s400/06755_posterbook_22_S02_10_Poster_b_123_489lo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312056996195070578" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 285px; height: 400px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de sentimentos. Nada de compromissos. Se o objectivo da mulher é o orgasmo, basta despir a roupa, responder às carícias e deixar o corpo vibrar. Embora não seja um comportamento tipicamen- te feminino ter prazer pelo prazer, faz parte das fantasias de muitas mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mito do príncipe encantado não se destrói de um dia para o outro. “Um dia, encontrarás o grande amor”, dizem-nos. Com esta base, será difícil assumir os nossos desejos sem nos culpabilizarmos.&lt;br /&gt;A maior parte das mulheres é mais sensível ao julgamento dos outros. Infelizmente, nesta sociedade, um homem que multiplica as conquistas é considerado um D. Juan, enquanto que uma mulher que faz o mesmo sujeita-se a insultos. Desprezo? Ciúme? Seja quais forem as razões, não é fácil ser alvo de más-línguas. MARIANA, estudante, com 22 anos, queixa-se: “Muitas vezes, desejo ir para a cama com um colega, sabendo de antemão que não haverá continuidade ou nada de sério entre ambos. No entanto, na altura de passar à prática, recuo. Naquela faculdade, os rumores cor-rem depressa. Assim, o prazer de algumas horas seria assombrado por críticas e rótulos de mau gosto.”&lt;br /&gt;Uma diferença evidente entre o homem e a mulher situa-se a nível dos sentidos. Em relação ao homem é sobretudo visual, enquanto que a mulher funciona de uma maneira mais complexa: simultaneamente táctil, auditiva e olfactiva. Excitá-la é obra mais elaborada, sobretudo se ela revelar dificuldade em entregar-se por se sentir insegura nos sentimentos.&lt;br /&gt;MARILIA, de 23 anos, estudante de Sociologia, relata-nos as suas decepções: “A única vez que tentei uma relação puramente sexual, caí numa ejaculação precoce. Resulta-do: nenhum prazer e uma perda enorme de energia. Por isso, penso que as mulheres não estão programadas para aventuras sexuais, visto que não há garantia de prazer. Talvez lhe pareça radical, mas terei muita dificuldade em repetir outra proeza do género.”&lt;br /&gt;Qualquer mulher pode reivindicar o sexo pelo sexo, mas todas correm o risco de se apaixonar por aquele com quem vão para a cama. E os homens, não correm? Claro que sim, visto que são mais propensos a confundir sexo com sentimentos. Então, onde está o problema? A psiquiatra DiZ que tudo depende das pessoas: “Algumas mudam de parceiro sexual com muita facilidade e têm dificuldade em se fixar afectivamente, enquanto outras procuram afeição e amor, julgando que apenas querem sexo.”&lt;br /&gt;ESTELA, viuva, com 35 anos, é um exemplo típico de quem confunde os dois objectivos: “Para me deitar com um homem, necessito de me sentir cúmplice e em harmonia intelectual. Assim, desde que tudo se passe bem na cama, todos os elementos se conjugam para me apaixonar, mesmo que a ideia inicial fosse outra. Escusado será dizer que as decepções são enormes, pois nem sempre eles estão na mesma onda.” Pelo seu lado, ESTELA, protege--se do afecto libertando o corpo: “Tenho um apetite sexual feroz. Se não o sacio, fico uma pilha de nervos durante dias. Necessito tanto de sexo como os homens. Mas atenção: escolho sempre um parceiro por quem não me possa apaixonar. Nada de confusões. Tento separar alhos e bugalhos.”&lt;br /&gt;No seu livro Bien Vivre sa Sexualité, o psiquiatra François Poudat afirma que o mais importante é ser claro consigo próprio: definir antecipadamente as intenções e assumi-las plenamente. Mas qual é a solução para optimizar as oportunidades de ter prazer? Segundo o psiquiatra francês, “a partir do momento em que a mulher se deixa ir, o prazer vem atrás, desde que não lhe calhe um inábil”. E subli- nha a importância da confiança que permite a ambos serem testemu- nhas dessa grande intimidade que é o prazer.&lt;br /&gt;Se o sexo é tão bom, porquê privar-se? A resposta parece óbvia: porque nem toda a gente está à vontade com a moral, o corpo e os seus sentimentos. François Poudat expõe o seu ponto de vista: “Para bem viver uma relação puramente sexual é preciso agir com intenções positivas e amantes, e não ter a impressão de se comprometer ou de se sujar. Além disso, há que agir por vontade intrínseca e não para entrar na norma, ou seja, para ser igual aos outros.”&lt;br /&gt;Na opinião de François Poudat, não existem situações perfeitas, mas centenas de compromissos. Cabe a cada um de nós encontrar aquele que nos convém.&lt;br /&gt;AUXILIAR AS PESSOAS A DESENVOLVEREM A SUA SEXUALIDADE, CONTROLAR OS DESEJOS E ASSUMIR SEUS SENTIMENTOS, É O PAPEL DA POMBOGIRA DE LUZ E ENTENDER ESSE PAPEL É O PRIMEIRO PAPEL DE EVOLUÇÃO HUMANA. NA ASTROLOGIA OBSERVAMOS O PONTO DE LILITH NO MAPA E AS LUAS NOVAS ALÉM DOS ASPECTOS DESAFIADORES, ASSIM COMO A POSIÇÃO DE MARTE E PLUTÃO.&lt;br /&gt;MAS DEVEMOS FICAR ATENTOS, POIS QUEM NÃO SE HARMONIZA COM POMBAGIRA AUMENTA OS BLOQUEIOS, TRAUMAS E TORNA-SE INFELIZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos distingue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de sexualidade, existem diferenças fundamentais entre o homem e a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O homem tem uma sexualidade baseada na eficácia, indo direito ao ansiado fim&lt;br /&gt;• A mulher mostra-se mais sensível ao ambiente e ao afecto&lt;br /&gt;• Partindo deste princípio, defendido pelo psiquiatra François Poudat no seu livro Bien Vivre sa Sexualité, as mulheres terão menos tendência para multiplicar as conquistas, visto que o desejo nem sempre vem à baila &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;in: mitos_e_deuses@yahoogrupos.com.br&lt;div style="clear: both; padding-bottom: 0.25em; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="blogger-labels"&gt;Marcadores: &lt;a rel="tag" href="http://olivrodosorixas.blogspot.com/search/label/Sygurd%20Odinson" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;Sygurd Odinson&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-3005759536124279635?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://olivrodosorixas.blogspot.com/2009/03/pombagira-desenvolvendo-sexualidade.html' title='pombagira desenvolvendo sexualidade humana'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/3005759536124279635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=3005759536124279635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3005759536124279635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3005759536124279635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2009/03/pombagira-desenvolvendo-sexualidade.html' title='pombagira desenvolvendo sexualidade humana'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg3sYzV8nI/AAAAAAAAAYU/oKPNRO2O5cQ/s72-c/06755_posterbook_22_S02_10_Poster_b_123_489lo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-1604845198144678840</id><published>2009-03-11T19:28:00.001-03:00</published><updated>2009-03-11T19:32:09.695-03:00</updated><title type='text'>sri-ganesha</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 11px; -webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="4" cellpadding="4"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tanggalpost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; text-align: right; letter-spacing: 1px; color: rgb(153, 153, 153); padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="isipost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;div style="clear: both; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;p align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;img width="303" height="397" id="_x0000_i1025" src="http://i153.photobucket.com/albums/s218/soulspiirit/Jaya%20Ganesha/Ganesha_Panchamukha.jpg" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;No hinduísmo, Ganexa ou Ganesha (sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Mangal, serif; "&gt;गणेश&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; ou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Mangal, serif; "&gt;श्रीगणेश&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; (quando usado para distinguir status &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;de Senhor) (ou "senhor dos obstáculos," seu nome é também escrito como Ganesa e Ganesh, algumas vezes referido como Ganapati) é uma das mais conhecidas e veneradas representações de deus. Ele é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e o "esposo" de Buddhi (também chamada Riddhi) e Siddhi. Ele é chamado também de Vinayaka em Kannada, Malayalam e Marathi, Vinayagar e Pillayar (em Tamil), e Vinayakudu em Telugu. 'Ga' simboliza Buddhi (intelecto) e 'Na' simboliza Vijnana (sabedoria). Ganesha é então considerado o mestre do intelecto e da sabedoria. Ele é representado como uma divindade amarela ou vermelha, com uma grande barriga, quatro braços e a cabeça de elefante com uma única presa, montado em um rato. É habitualmente representado sentado, com uma perna levantada e curvada por cima da outra. Tipicamente so eu nome é prefixado com o título Hindu de respeito 'Shri' ou Sri.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Caste_AS.jpg" target="_blank" title="Representação das quatro principais castas do hinduísmo em torno do deus Ganesha." style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; color: black; "&gt; Representação das quatro principais castas do hinduísmo em torno do deus Ganesha.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Ganesha é o símbolo das soluções lógicas, e deve ser interpretado como tal. Seu corpo é humano enquanto que a cabeça é de um elefante, e ao mesmo tempo, seu transporte (vahana) é um rato. Desta forma Ganesha representa uma solução lógica para os problemas, ou "Destruidor de Obstáculos". Sua consorte é Buddhi (um sinônimo de mente) e ele é adorado junto de Lakshmi (a deusa da abundância) pelos mercadores e homens de negócio. A razão sendo a solução lógica para os problemas e a prosperidade são inseparáveis.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: black; "&gt;O culto de Ganesha é amplamente difundido, mesmo fora da Índia &lt;u&gt; &lt;/u&gt;Seus devotos são chamados&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ganapatyas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; Assim como acontece com todas as outras formas externas nas quais o Hinduísmo representa deus, no sentido da aparência pessoal de Brahman (também chamada de Ishvara, o Senhor), a figura de Ganesha é também um arquétipo cheio de múltiplos sentidos e simbolismo que expressa um estado de perfeição assim como os meios de obtê-la. Ganesha, de facto, é o símbolo daquele que descobriu a Divindade dentro de si mesmo.&lt;br /&gt;Ganesha é o som primordial, OM, do qual todos os hinos nasceram. Quando Shakti (Energia) e Shiva (Matéria) se encontram, ambos o Som (Ganesha) e a Luz (Skanda) nascem. Ele representa o perfeito equilíbrio entre força e bondade, poder e beleza. Ele também simboliza as capacidades discriminativas que provê a habilidade de perceber a distinção entre verdade e ilusão, o real e o irreal.&lt;br /&gt;Uma descrição de todas as características e atributos de Ganesha podem ser encontradas no Ganapati Upanishad (um Upanishad dedicado a Ganesha) do rishi Atharva, no qual Ganesha é identificado com Brahman e Atman. [1] Este Hino Védico também contém um dos mais famosos mantras associados com esta divindade: Om Gam Ganapataye Namah (literalmente: "eu Te saúdo, Senhor das tropas").&lt;br /&gt;Nos Vedas pode-se encontrar uma das mais importantes e comuns orações a Ganesha, na parte que constitui o início do Ganapati Prarthana:&lt;br /&gt;Om ganaman tva g&lt;br /&gt;anapatigm havamahe kavim kavinamupamashravas&lt;wbr&gt;tanam&lt;br /&gt;jyestharajam brahmanam brahmanaspata a nah shrunvannutibhih sida sadanam&lt;br /&gt;(Rig Veda 2.23.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo às estritas regras da iconografia Hindu, as figuras de Ganesha com somente duas mãos são tabu. Por isso, as figuras de Ganesha são vistas habitualmente com quatro mãos que significam sua divindade. Algumas figuras podem ter seis, outras oito, algumas dez, algumas doze e outras catorze mãos, cada uma carregando um símbolo que difere dos símbolos nas outras mãos, havendo aproximadamente cinquenta e sete símbolos no total, segundo alguns estudiosos.&lt;br /&gt;A imagem de Ganesha é composta de quatro animais, homem, elefante, serpente e o rato. Eles contribuem para formar a imagem. Todos eles individualmente e coletivamente tem profunda significância simbólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deus da boa fortuna&lt;br /&gt;Em termos gerais, Ganesha é uma divindade muito amada e frequentemente invocada, já que é o Deus da Boa Fortuna quem proporciona prosperidade e fortuna e também o Destruidor de Obstáculos de ordem material ou espiritual. É por este motivo que sua graça é invocada antes de iniciar qualquer tarefa (por exemplo, viajar, prestar uma prova, realizar um assunto de negócios, uma entrevista de trabalho, realizar uma cerimônia) com Mantras como: Aum Shri Ganeshaya Namah (salve o nome de ganesha), ou similares. É também por esse motivo, que tradicionalmente, todas as sessões de bhajan (cântico devocional) iniciam com uma invocação de Ganesha, o Senhor dos "bons inícios". Por toda a Índia de cultura hindu, o Senhor Ganesha é o primeiro ídolo colocado em qualquer nova casa ou templo.&lt;br /&gt;Além disso, Ganesha é associado com o primeiro chakra, que representa o instinto de conservação e sobrevivência e de procriação. O nome desse chakra é muladhara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atributos Corporais&lt;br /&gt;Cada elemento do corpo de Ganesha tem seu próprio valor e seu próprio significado:&lt;br /&gt;A cabeça de elefante indica fidelidade, inteligência e poder discriminatório; &lt;br /&gt;O fato dele ter apenas uma única presa (a outra estando quebrada) indica a habilidade de Ganesha de superar todas as formas de dualismo;&lt;br /&gt;As orelhas abertas denotam sabedoria, habilidade de escutar pessoas que procuram ajuda e para refletir verdades espirituais. Elas simbolizam a importância de escutar para poder assimilar idéias. Orelhas são usadas para ganhar conhecimento. As grandes orelhas indicam que quando Deus é conhecido, todo conhecimento também é;&lt;br /&gt;A tromba curvada indica as potencialidades intelectuais que se manifestam na faculdade de discriminação entre o real e o irreal;&lt;br /&gt;Na testa, o Trishula (arma de Shiva, similar a um Tridente) é desenhado, simbolizando o tempo (passado, presente e futuro) e a superioridade de Ganesha sobre ele;&lt;br /&gt;A barriga de Ganesha contém infinitos universos. Ela simboliza a benevolência da natureza e equanimidade, a habilidade de Ganesha de sugar os sofrimentos do Universo e proteger o mundo;&lt;br /&gt;A posição de suas pernas (uma descansando no chão e a outra em pé) indica a importância da vivência e participação no mundo material assim como no mundo espiritual, a habilidade de viver no mundo sem ser do mundo.&lt;br /&gt;Os quatro braços de Ganesha representam os quatro atributos do corpo sutil, que são: mente (Manas), intelecto (Buddhi), ego (Ahamkara), e consciência condicionada (Chitta). O Senhor Ganesha representa a pura consciência - o Atman - que permite que estes quatro atributos funcionem em nós;&lt;br /&gt;A mão segurando uma machadinha, é um símbolo da restrição de todos os desejos, que trazem dor e sofrimento. Com esta machadinha Ganesha pode repelir e destruir os obstáculos. A machadinha é também para levar o homem para o caminho da verdade e da retidão;&lt;br /&gt;A segunda mão segura um chicote, símbolo da força que leva o devoto para a eterna beatitude de Deus. O chicote nos fala que os apegos mundanos e desejos devem ser deixados de lado;&lt;br /&gt;A terceira mão, que está em direção ao devoto, está em uma pose de bênçãos, refúgio e proteção (abhaya);&lt;br /&gt;A quarta mão segura uma flor de lótus (padma), e ela simboliza o mais alto objetivo da evolução humana, a realização do seu verdadeiro eu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;O Senhor cuja forma é Om&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Ganesha é também definido como Omkara ou Aumkara, que significa "tendo a forma de Om (ou Aum) (veja a seção Os nomes de Ganesha). De fato, a forma do seu corpo é uma cópia do traçado da letra Devanagari que indica este grande Bija Mantra. Por causa disso, Ganesha é considerado a encarnação corporal do Cosmos inteiro, Ele que está na base de todo o mundo fenomenal (Vishvadhara,&lt;wbr&gt;Jagadoddhara)&lt;wbr&gt;. Além disso, na Linguagem Tamil, a sílaba sagrada é indicada precisamente por uma letra que relembra o formato da cabeça de Ganesha.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;A presa quebrada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; "&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ganesha_statue_from_Andra_Pradesh.jpg" target="_blank" title="Estátua de Ganesha do Distrito de Andra Pradesh, Índia." style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Estátua de Ganesha do Distrito de Andra Pradesh, Índia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;A presa quebrada de Ganesha, como descrita acima, simboliza inicialmente sua habilidade de superar ou "quebrar" as ilusões da dualidade. Porém, existem muitos outros sentidos que têm sido associados a este símbolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Um elefante normalmente tem duas presas. A mente também freqüentemente propõe duas alternativas: o bom e o mau, o excelente e o expediente, fato e fantasia. A cabeça de elefante do Senhor Ganesha porém tem apenas uma presa por isso ele é chamado "Ekadantha," que significa "Ele que tem apenas uma presa", para lembrar a todos que é necessário possuir determinação mental. (Sathya Sai Baba)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias anedotas que explicam as origens deste atributo particular (veja seção Como Ganesha quebrou uma de suas presas?)&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Ganesha e o rato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ganesha_on_mouse.jpg" target="_blank" title="Ganesha montado em seu rato. Note as flores oferecidas pelos devotos. Uma escultura do Templo de Vaidyeshwara em Talakkadu, Karnataka, India" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; color: black; "&gt;Ganesha montado em seu rato. Note as flores oferecidas pelos devotos. Uma escultura do Templo de Vaidyeshwara em Talakkadu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;span style="color: black; "&gt;, Karnataka, India&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;De acordo com uma interpretação, o divino veículo de Ganesha, o rato ou mushika representa sabedoria, talento e inteligência. Ele simboliza investigação diminuta de um assunto difícil. Um rato vive uma vida clandestina nos esgotos. Então ele é também um símbolo da ignorância que é dominante nas trevas e que teme a luz do conhecimento. Como veículo do Senhor Ganesha, o rato nos ensina a estar sempre alerta e iluminar nosso eu interior com a luz do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos Ganesha e Mushika amam modaka, um doce que é tradicionalmente oferecido para os dois durante cerimônias de adoração. O Mushika é normalmente representado como sendo muito pequeno em relação a Ganesha, em contraste para as representações dos veículos das outras divindades. Porém, já foi tradicional na arte Maharashtriana representar Mushika como um rato muito grande, e Ganesha estando montado nele como se fosse um cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra interpretação diz que o rato (Mushika ou Akhu) representa o ego, a mente com todos os seus desejos, e o orgulho da individualidade. Ganesha, guiando sobre o rato, se torna o mestre (e não o escravo) dessas tendências, indicando o poder que o intelecto e as faculdades discriminatórias têm sobre a mente. O rato (extremamente voraz por natureza) é habitualmente representado próximo a uma bandeja de doces com seus olhos virados em direção de Ganesha, enquanto ele segura um punhado de comida entre suas patas, como se esperando uma ordem de Ganesha. Isto representa a mente que foi completamente subordinada à faculdade superior do intelecto, a mente sob estrita supervisão, que olha fixamente para Ganesha e não se aproxima da comida sem sua permissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Casado ou Celibatário?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar como, de acordo com a tradição, Ganesha foi gerado por sua mãe Parvati sem a intervenção de Shiva, seu marido. Shiva, de fato, sendo eterno (Sadashiva), não sentia nenhuma necessidade de ter filhos. Consequentemente, o relacionamento entre Ganesha e sua mãe é único e especial.&lt;br /&gt;Essa devoção é o motivo pelo qual as tradições do sul da Índia o representam como celibatário (veja o conto Devoção por sua mãe). É dito que Ganesha, acreditando ser sua mãe a mais bela e perfeita mulher no universo, exclamou: "Traga-me uma mulher tão bonita quanto minha mãe e eu me casarei com ela".&lt;br /&gt;No Norte da Índia, por outro lado, Ganesha é freqüentemente representado como casado com as duas filhas de Brahma: Buddhi (intelecto) e Siddhi (poder espiritual). Popularmente no norte da Índia Ganesha é representado acompanhado por Sarasvati (deusa da cultura e da arte) e Lakshmi (deusa da sorte e prosperidade)&lt;wbr&gt;, simbolizando que essas características sempre acompanham aquele que descobre sua própria divindade interior. Simbolicamente isso representa o fato de que a abundância, prosperidade e sucesso acompanham aqueles que possuem as qualidades da sabedoria, prudência, paciência, etc. que Ganesha simboliza.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Histórias Mitológicas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:13th_century_Ganesha_statue.jpg" target="_blank" title="Essa estátua de Ganesha foi criada no Distrito de Mysore de Karnataka no século XIII." style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; color: black; "&gt;Essa estátua de Ganesha foi criada no Distrito de Mysore de Karnataka no século XIII.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Como ele obteve sua cabeça de elefante?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;A mitologia altamente articulada do Hinduísmo apresenta muitas histórias na qual é explicada a maneira que ganesha obteve sua cabeça de elefante; freqüentemente a origem desse atributo particular é encontrado nas mesmas histórias que narram seu nascimento. E muitas dessas mesmas histórias revelam as origens da enorme popularidade do culto a Ganesha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Decapitado e reanimado por Shiva&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;A mais conhecida história é provavelmente aquela encontrada no Shiva Purana. Uma vez, quando sua mãe Parvati queria tomar banho, não havia guardas na área para protegê-la de alguém que poderia entrar na sala. Então ela criou um ídolo na forma de um garoto, esse ídolo foi feito da pasta que Parvati havia preparado para lavar seu corpo. A deusa infundiu vida no boneco, então Ganesha nasceu. Parvati ordenou a Ganesha que não permitisse que ninguém entrasse na casa e Ganesha obedientemente seguiu as ordens de sua mãe. Dali a pouco Shiva retornou da floresta e tentou entrar na casa, Ganesha parou o Deus. Shiva se enfureceu com esse garotinho estranho que tentava desafiá-lo. Ele disse a Ganesha que ele era o esposo de Parvati e disse que Ganesha poderia deixá-lo entrar. Mas Ganesha não obedecia a ninguém que não fosse sua querida mãe. Shiva perdeu a paciência e teve uma feroz batalha com Ganesha. No fim, ele decepou a cabeça de Ganesha com seu Trishula (tridente). Quando Parvati saiu e viu o corpo sem vida de seu filho, ela ficou triste e com muita raiva. Ela ordenou que Shiva devolvesse a vida de Ganesha imediatamente. Mas, infortunadamente, o Trishula de Shiva foi tão poderoso que jogou a cabeça de Ganesha muito longe. Todas as tentativas de encontrar a cabeça foram em vão. Como último recurso, Shiva foi pedir ajuda para Brahma que sugeriu que ele substituísse a cabeça de Ganesha com o primeiro ser vivo que aparecesse em seu caminho com sua cabeça na direção norte. Shiva então mandou seu exército celestial (Gana) para encontrar e tomar a cabeça de qualquer criatura que encontrarem dormindo com a cabeça na direção norte. Eles encontraram um elefante moribundo que dormia desta maneira e após sua morte, tomaram sua cabeça, e colocaram a cabeça do elefante no corpo de Ganesha trazendo-o de volta à vida. Dali em diante ele é chamado de Ganapathi, ou o chefe do exército celestial, que deve ser adorado antes de iniciar qualquer atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Shiva e Gajasura&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra história a respeito da origem de Ganesha e sua cabeça de elefante narra que, uma vez, existiu um Asura (demônio) com todas as características de um elefante, chamado Gajasura, que estava praticando austeridades (ou tapas). Shiva, satisfeito por esta austeridade, decidiu dar-lhe, como recompensa, qualquer coisa que ele pedisse. O demônio desejou emanar fogo continuamente do seu próprio corpo. Desse modo, ninguém poderia se aproximar dele. Shiva concedeu o que foi pedido. Gajasura continuou sua penitência e Shiva, que aparecia a ele de tempos em tempos, perguntou, mais uma vez, o que desejava. O demônio respondeu: "desejo que você habite meu estômago."&lt;br /&gt;Shiva atendeu até mesmo a este pedido e, então, passou a residir no estômago do demônio. De fato, Shiva também é conhecido como Bhola Shankara porque é uma deidade facilmente agradada; quando está satisfeito com um devoto, concede-lhe o que for pedido e, isso, de tempos em tempos, gera situações particularmente intrincadas. Por esse motivo Parvati, sua esposa, procurou por ele em todos os lugares sem obter resultado algum. Como último recurso, foi ao seu irmão, Vishnu, pedir a ele que encontrasse seu marido. Vishnu, que conhece a tudo, respondeu: "Não se preocupe minha irmã; seu marido é Bhola Shankara e prontamente garante aos seus devotos tudo o que eles pedem, sem se preocupar com as conseqüências; acho que ele se meteu em algum problema. Vou procurar saber o que aconteceu."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então Vishnu, o onisciente diretor do jogo cósmico, elaborou uma pequena encenação: transformou Nandi (o touro de Shiva) em um touro dançarino e o conduziu à frente de Gajasura, assumindo, ao mesmo tempo, a aparência de um flautista. A encantadora performance do touro fez o demônio entrar em êxtase e perguntar ao flautista o que ele desejava. O músico respondeu: "Você pode mesmo me dar qualquer coisa que eu pedir?" Gajasura respondeu: "Por quem me tomas? Eu posso lhe dar qualquer coisa que você pedir imediatamente!&lt;wbr&gt;" O flautista então respondeu: "Se é assim, libere Shiva do seu estômago." Gajasura entendeu, então, que este não poderia ser outro senão o próprio Vishnu, o único que poderia saber desse segredo. Nesse momento, o demônio se jogou aos pés de Vishnu e, tendo liberado Shiva, pediu a este um último presente: "Tenho sido abençoado por você muitas vezes; meu último pedido é que todo mundo se lembre de mim adorando minha cabeça quando eu estiver morto." Shiva, então, trouxe seu próprio filho até ali e substituiu sua cabeça pela de Gajasura. Desde então, na Índia, é tradição que qualquer ação, para poder prosperar, deva ser iniciada com a adoração de Ganesha. Este é o resultado do presente que Shiva deu à Gajasura.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;O Olhar de Shani&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;Uma história menos conhecida do Brahma Vaivarta Purana narra uma versão diferente do nascimento de Ganesha. Pela insistência de Shiva,Parvati jejuou por um ano (punyaka vrata) para propiciar Vishnu para que lhe desse um filho. O Senhor Krishna, após o fim do sacrifício, anunciou que ele mesmo encarnaria como seu filho em cada kalpa (era). Então, Krishna nasceu para Parvati como uma charmosa criança. Esse evento foi celebrado com grande entusiasmo e todos os deuses foram convidados para olhar o bebê. Porém Shani, o filho de Surya, hesitou em olhar ao bebê pois é dito que o olhar de Shani é prejudicial. Porém Parvati insistiu que ele olhasse para o bebê, então Shani o fez, e imediatamente a cabeça da criança caiu e voou para Goloka. Vendo Shiva e Parvati feridos de aflição, Vishnu montou em Garuda, sua águia divina, e apressou-se para a ribeira do rio Pushpa-Bhadra, donde ele trouxe a cabeça de um jovem elefante. A cabeça do elefante se juntou com o corpo do filho de Parvati, revivendo-o. A criança foi chamada Ganesha e todos os Deuses abençoaram Ganesha e desejaram a ele poder e prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outras Versões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Outro conto do nascimento de Ganesha relata um incidente no qual Shiva matou Aditya, o filho de um sábio. Porém Shiva restaurou a vida ao corpo da criança morta, mas isso não conseguiu pacificar o sábio enfurecido Kashyapa, que era um dos sete grandes Rishis. Kashyap amaldiçoou Shiva e declarou que o filho de Shiva perderia sua cabeça. Quando isto aconteceu, a cabeça do elefante de Indra foi colocada em seu lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra versão diz que em uma ocasião, a água de banho usada de Parvati foi jogada no Ganges e esta água foi bebida por Malini, a Deusa com cabeça de elefante, que logo após deu a luz a um bebê de quatro braços e cinco cabeças de elefante. Ganga, a Deusa do rio o reivindicou como seu filho, mas Shiva declarou que ele era filho de Parvati, reduziu suas cinco cabeças a uma e o empossou como o Controlador de obstáculos (Vigneshwara)&lt;wbr&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; "&gt;Ganesha o escrivão&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Na primeira parte do poema épico Mahabharata, está escrito que o sábio Vyasa pediu para Ganesha que transcrevesse o poema enquanto ele ditava. Ganesha concordou, mas somente na condição de que o sábio Vyasa recitasse o poema sem interrupções ou pausas. O sábio, por sua vez, colocou a condição que Ganesha não teria somente que escrever, mas também entender tudo o que ele escutasse antes de escrever. Dessa forma, Vyasa se recuperaria um pouco de seu falatório cansativo ao simplesmente recitando um verso bem difícil que Ganesha não conseguisse entender rapidamente. Começou o ditado, mas no corre-corre de escrever, a caneta de Ganesha se quebrou. Então ele quebrou uma de suas presas e a usou como caneta, só assim a transcrição pôde prosseguir sem interrupções, permitindo a ele manter sua palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; "&gt;Ganesha e Parashurama&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Um dia Parashurama, um avatar de Vishnu, foi fazer uma visita a Shiva, mas no caminho ele foi bloqueado por Ganesha. Parashurama lançou seu machado em direção a Ganesha, e Ganesha (sabendo que esse machado foi dado a ele por Shiva) se deixou golpear e perdeu sua presa como resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; "&gt;Ganesha e a Lua&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Dizem que certa vez, Ganesha após ter recebido de muitos de seus devotos uma enorme quantidade de doces (Modak), para poder digerir melhor essa incrível quantidade de comida, decidiu ir passear. Ele montou em seu rato, que utiliza como veículo, e foi adiante. Foi uma noite magnífica e a lua estava resplandecente. De repente uma cobra apareceu do nada e assustou o rato, que pulou e tirou Ganesha de sua montaria. O grande estômago de Ganesha foi empurrado contra o chão com tanta força que sua barriga abriu e todos os doces que ele comeu foram espalhados a seu redor. No entanto, ele era muito inteligente para se enraivecer por causa deste pequeno acidente e, sem perder tempo em lamentações inúteis, ele tentou remediar a situação da melhor maneira possível. Ele pegou a cobra que causou o acidente e a usou como cinturão para manter seu estômago fechado e reparar o dano. Satisfeito com essa solução, ele remontou em seu rato e continuou sua excursão. Chandradev (O Deus da Lua) observou toda aquela cena e caiu na gargalhada. Ganesha, sendo de temperamento curto, amaldiçoou Chandradev por sua arrogância e quebrando uma de suas presas, a atirou contra a lua, partindo em duas sua luminosa face. Então ele a amaldiçoou, decretando que qualquer um que olhasse para a lua teria má sorte. Escutando isso, Chandradev percebeu sua loucura e pediu perdão para Ganesha. Ganesha cedeu e como uma maldição não pode ser revocada, ele apenas a abrandou. A maldição então ficou sendo de que a lua iria minguar em intensidade a cada quinze dias e qualquer um que olhar para a lua durante o Ganesh Chaturthi teria má-sorte. Isto explica porque, em certos momentos, a luz da Lua diminui, e então começa gradualmente a reaparecer; mas sua face só aparece por completo somente por um curto período de tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; "&gt; Ganesha, chefe do exército celestial&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ganesh_with_flower.jpg" target="_blank" title="Estátua de Ganesha com uma flor" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;Estátua de Ganesha com uma flor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Uma vez ocorreu uma grande competição entre os Devas para decidir quem entre eles seria o chefe do Gana (tropas de semideuses à serviço de Shiva). Foi pedido aos competidores que eles dessem a volta ao mundo o mais rápido possível e retornassem para os pés de Shiva. Os deuses foram, cada um em seu próprio veículo, e mesmo Ganesha participou com entusiasmo desta corrida; mas ele era extremamente pesado e seu veículo era um rato! Conseqüentemente, seu passo era muito devagar e isso foi uma grande desvantagem. Dali a pouco apareceu a sua frente o sábio Narada (filho de Brahma), que perguntou a ele aonde estava indo. Ganesha estava muito aborrecido e entrou em fúria porque é considerado um sinal de má-sorte encontrar um Brahmin solitário no começo de uma viagem. Mesmo que Narada seja o maior dos Brahmins, filho do próprio Brahma, isso ainda era um mau presságio. Além disso, não é considerado um bom sinal ser perguntado aonde está indo quando já se está no caminho; então, Ganesha se sentiu duplamente infeliz. No entanto, o grande Brahmin conseguiu acalmar sua fúria. O filho de Shiva explicou a ele os motivos de sua tristeza e seu terrível desejo de vencer. Narada o consolou, o exortando a não entrar em desespero, e deu a ele um conselho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;O apetite de Ganesha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganesha é conhecido também como o destruidor da vaidade, egoísmo e orgulho.&lt;br /&gt;Um conto, retirado dos Puranas, narra que Kubera, o tesoureiro do Svarga (paraíso) e deus da riqueza, foi ao monte Kailasa para receber o darshan (visão) de Shiva. Como ele era extremamente vaidoso, ele convidou Shiva para um banquete na sua fabulosa cidade, Alakapuri, assim ele poderia demonstrar a ele toda sua riqueza. Shiva sorriu e disse para ele: "eu não poderei ir, mas você pode convidar meu filho Ganesha. Mas eu o advirto que ele é um comilão voraz." Inalterado, Kubera sentiu-se confiante que ele poderia satisfazer mesmo tal insaciável apetite de Ganesha, com suas opulências. Ele levou o pequeno filho de Shiva com ele para sua grande cidade. Lá, ele lhe ofereceu um banho cerimonial e o vestiu em roupas suntuosas. Após esses ritos iniciais, o grande banquete começou. Enquanto os serventes de Kubera estavam trabalhando duramente para trazer as porções de comida, o pequeno Ganesha apenas continuava a comer e comer.... Seu apetite não diminuiu mesmo quando devorou até a comida destinada aos outros convidados. Não havia tempo para substituir um prato por outro porque Ganesha já havia devorado tudo, e com gestos de impaciência, continuava esperando por mais comida. Tendo devorado tudo o que havia sido preparado, Ganesha começou a comer as decorações, os talheres, a mobília, o lustre.... Apavorado, Kubera se prostrou diante do pequeno onívoro e suplicou para que deixasse para ele pelo menos, o resto do palácio. "Eu estou com fome. Se você não me der mais nada pra comer, eu comerei até você!", ele disse a Kubera. Desesperado, Kubera correu para o monte Kailasa para pedir a Shiva que remediasse a situação. O Senhor então deu a ele um punhado de arroz tostado, dizendo que somente aquilo poderia satisfazer Ganesha. Ganesha já tinha sugado quase toda a cidade quando Kubera retornou e deu a ele o arroz. Com isto, finalmente Ganesha se satisfez e se acalmou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;O respeito de Ganesha por seus pais&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez ocorreu uma competição entre Ganesha e seu irmão Kartikeya para saber quem conseguiria dar a volta aos três mundos mais rápido, e então ganhar o fruto do conhecimento. Karthikeya foi em uma jornada pelos três mundos, enquanto que ganesha apenas andou ao redor de seus pais. Quando perguntado porque fez isso, ele respondeu que para ele, seus pais representam todos os três mundos, e então foi dado a ele o fruto do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Devoção à sua mãe&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Uma vez, enquanto brincava, Ganesha machucou uma gata. Quando ele voltou pra casa ele encontrou uma ferida no corpo de sua mãe. Ele perguntou como ela se machucou. Parvati, sua mãe, respondeu que isso foi causado pelo próprio Ganesha! Surpreso Ganesha quis saber quando ele a machucou. Parvati respondeu que Ela como o divino poder está imanente em todos os seres. Quando ele machucou a gata, machucava a sua mãe também. Ganesha percebeu que todas as mulheres são realmente as manifestações de sua Mãe. Deciciu não casar e permaneceu um brahmachari, um celibatário, seguindo as regras estritas do Brahmacharya. Porém, em algumas imagens e escrituras Ganesha é frequentemente relatado como casado com as duas filhas de Brahma: Buddhi (intelecto) e Siddhi (poder espiritual).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Festivais e adorações a Ganesha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Índia, existe um importante festival em honra ao Senhor Ganesha. Mesmo sendo mais popular no estado de Maharashtra, ele é festejado por toda a Índia. Ele é celebrado por dez dias começando pelo Ganesh Chaturthi. Isto foi introduzido por Balgangadhar Tilak como uma maneira de promover o sentimento nacionalista quando a Índia era governada pelos Ingleses. Esse festival é celebrado e sua culminação é no dia de Ananta Chaturdashi quando a murti do Senhor Ganesha é imergida na água. Em Mumbai (antes conhecida como Bombaim), a murti é imergida no Arabian Sea e em Pune no rio Mula-Mutha. Em várias cidades do Norte e Leste da Índia, como Calcutá, eles são imergidos no sagrado rio Ganges.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ganesh_Paris_2004_DSC08471.JPG" target="_blank" title="Celebrações de Ganexa pela comunidade indiana em Paris em 2004." style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Celebrações de Ganexa pela comunidade indiana em Paris em 2004.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A adoração de Ganexa no Japão vem desde o ano 806.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Ressurgimento da popularidade&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, houve um ressurgimento da adoração a Ganesha e um aumento do interesse no "Mundo Ocidental" devido a inundação de supostos milagres em Setembro de 1995. No dia de 21 de setembro de 1995, de acordo com a revista Hinduism Today (www.hinduismtoday.&lt;wbr&gt;com), as estátuas de Ganesha (e de alguns outros deuses da família de Shiva) na Índia começaram a beber leite espontaneamente quando uma colher cheia era posta perto da boca das estátuas em honra ao deus elefante. Os fenômenos propagaram-se de Nova Délhi a Nova York, Canadá, Ilhas Maurício, Quênia, Austrália, Bangladesh, Malásia, Reino Unido, Dinamarca, Sri Lanka, Nepal, Hong Kong, Trinidad e Tobago, Grenada e Itália entre outros lugares. Isso foi visto como um milagre por muitos, mas muitos céticos afirmaram que isso foi outro exemplo de histeria coletiva. Alguns experimentos científicos conduzidos naquela época sugeriram a ação capilar como uma explicação para este fenômeno. Permanecia um mistério o porquê do fenômeno não haver se repetido até que o mesmo ocorresse novamente em 21 de agosto de 2006. Agora a questão é por que o fenômeno se repetiu.&lt;br /&gt;O livro Ganesha, Remover of Obstacles de Manuela Dunn Mascetti é outra de muitas fontes que testemunham o Milagre hindu do leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Popularidade de Ganesha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganesha possui duas Siddhis (simbolicamente representadas como esposas ou consortes): Siddhi (sucesso) e Riddhi (prosperidade)&lt;wbr&gt;. É amplamente acreditado que "onde quer que esteja Ganesh, lá existe Sucesso e Prosperidade" e "onde quer que haja Sucesso e Prosperidade, lá está Ganesh". É por isso que Ganesha é considerado como aquele que traz boa sorte, e a razão pela qual ele é invocado primeiro antes de qualquer ritual ou cerimônia. Seja ela o Diwali Puja, ou uma nova casa, novo transporte, antes de uma prova estudantil, antes de entrevistas para emprego, é para Ganesha que se ora, porque acredita-se que ele irá vir para ajudar e garantir sucesso em qualquer empreitada.Ganesha é venerado como Vinayak (culto) e Vighneshvar (removedor de obstáculos). Acredita-se que ele abençoa aqueles que meditam sobre ele. Ganesha, na astrologia, ajuda as pessoas a saber o que pode ser alcançado e o que não pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Os nomes de Ganesha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;Assim como outras Murtis hindus (ou deuses e deusas), Ganesh tem muitos outros títulos de respeito ou nomes simbólicos, e é frequentemente venerado através do canto dos sahasranama, ou mil nomes. Cada um é diferente e carrega um sentido diferente, representando um aspecto diferente do deus em qestão. Quase todos os deuses Hindus têm uma ou duas versões aceitas de suas próprias liturgias dos mil nomes (sahasranam)&lt;wbr&gt;.&lt;br /&gt;Os nomes de Ganesha&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Estátua de Ganesha fotografada em Londres durante o dia santo de Dipavali.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ganesha_divali.jpg" target="_blank" title="Estátua de Ganesha fotografada em Londres durante o dia santo de Dipavali." style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Erro! O nome de arquivo não foi especificado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;Assim como outras Murtis hindus (ou deuses e deusas), Ganesh tem muitos outros títulos de respeito ou nomes simbólicos, e é frequentemente venerado através do canto dos sahasranama, ou mil nomes. Cada um é diferente e carrega um sentido diferente, representando um aspecto diferente do deus em qestão. Quase todos os deuses Hindus têm uma ou duas versões aceitas de suas próprias liturgias dos mil nomes (sahasranam)&lt;wbr&gt;.&lt;br /&gt;Alguns dos outros nomes de Ganesha são:&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom: 12pt; text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;Ameya (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;अमेय&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), sem limites (em Marathi)&lt;br /&gt;Anangapujita (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;आनंगपूजीता&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), O Sem-Forma, ou Sem-corpo&lt;br /&gt;Aumkara (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;ॐ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;कार&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;com o corpo na forma do Aum&lt;br /&gt;Balachandra (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;बालचंदृ&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), aquele que carrega a lua em sua cabeça&lt;br /&gt;Chintamani (Sânscrito:?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;?&lt;wbr&gt;??), aquele que retira as preocupações&lt;br /&gt;Dhumraketu (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;धुम्रकेतू&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), ou Ardente&lt;br /&gt;Gajakarna (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;गजकर्ण&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), aquele com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;orelhas de elefante&lt;br /&gt;Gajanana (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;गजानन्&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), aquele que possui a face de um elefante&lt;br /&gt;Gajavadana, aquele que tem a cabeça de elefante&lt;br /&gt;Ganadhyaksha (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;गणध्यक्शमा&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), o líder das massas&lt;br /&gt;Ganapati (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;गणपती&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), Condutor dos Ganas, uma raça&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; de seres anões do exército de Shiva&lt;br /&gt;Gananatha, Senhor dos Ganas&lt;br /&gt;Gananayaka, Senhor de todos os seres&lt;br /&gt;Ekadanta (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;एकदंत&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), Com somente uma presa&lt;br /&gt;Kapila (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;कपिल&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), o nome de uma vaca celestial. Ganesha representa as características de "d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;oação" que simboliza a vaca, por isso o nome.&lt;br /&gt;Lambodara (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;लंबोदर&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), de grande barriga&lt;br /&gt;Mushika Vahana, Aquele que conduz o rato&lt;br /&gt;Pillaiyar, Tamil para "Filho Nobre"&lt;br /&gt;Shupakarna, Grandes e Auspiciosas orelhas&lt;br /&gt;Sumukh (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;सुमूख&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), aquele que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; tem uma bela face: Ganesha é dito possuir todas as qualidades da Lua, que também é chamado o Deus da beleza, e por isso ele é conhecido como Sumukh.&lt;br /&gt;Vakratunda (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;वक्रतुंड&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), Tromba curvada&lt;br /&gt;Vighnaharta (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;विघ्नहर्त&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), Removedor de obstác&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;ulos&lt;br /&gt;Vighna Vinashaka, remover of obstacles&lt;br /&gt;Vighnesh ou Vighneshvara (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;विग्णेशवर&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), controlador dos obstáculos (Vighna = obstáculos, eeshwara=senhor)&lt;br /&gt;Vikat (Sânscrito: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;विकट&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), o feroz&lt;br /&gt;Vinayaka, (Sânscrito &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Mangal, serif; "&gt;विनायक&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;), um líder distinto (Vi signific&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;a vishesha Especial e nayaka da raiz ni liderar, por isso, Líder&lt;br /&gt;Vishvadhara ou Jagadoddhara, Aquele que mantém o universo&lt;br /&gt;Vishvanata ou Jagannatha, Senhor do Universo&lt;br /&gt;Outra murti muito amada é a Bala Gajanana ou Bala Ganesha (literalmente, pequeno Ganesha ou bebê Ganesha), na qual um Ganesha bem jovem com uma pequena tromba e grandes olhos é representado nos braços de seus Pais Divinos, ou enquanto ele docemente abraça o Lingam, o símbolo de Shiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; Os doze nomes de Ganesha&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;O Ganesha Purâna, um importante texto dos Gânapatyas, nos dá uma lista dos doze principais nomes do deus-elefante. Esses nomes devem ser pronunciados antes de qualquer ritual. Eles são o seguinte:&lt;br /&gt;1. Sumukha  : "O Senhor cheio de graça"&lt;br /&gt;2. Ekadanta  : "O Senhor que só possui uma presa"&lt;br /&gt;3. Kapila  : "O Senhor de cor fulva"&lt;br /&gt;4. Gajakarna  : "O Senhor com orelhas de elefante"&lt;br /&gt;5. Lambodara  : "O Senhor com uma barriga proeminente"&lt;br /&gt;6. Vikata  : "O Deformado"&lt;br /&gt;7. Vighnanâsaka : "O Senhor destruidor dos obstáculos"&lt;br /&gt;8. Ganâdhipa  : "O Senhor protetor do Gana"&lt;br /&gt;9. Dhûmraketu  : "O Senhor de cor esfumaçada" com dois braços cavalgando um cavalo azul, o Governante da Kali Yuga&lt;br /&gt;10.Ganâdhyaksha : "O Ministro dos Gana"&lt;br /&gt;11.Bhâlachandra : "O Senhor que usa a lua crescente em sua cabeça"&lt;br /&gt;12.Gajânana  : "O Sennhor com uma face de elefante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desses, existem mais nomes que constituem os 21 nomes de Ganesha, utilizados durante o Puja. Oferenda de flores e arroz acompanham os 21 nomes de Ganesha(eka vishanti nama).&lt;br /&gt;Vighnarâja  : "O Rei dos obstáculos"&lt;br /&gt;Gajânana  : "O Senhor que possui face de elefante"&lt;br /&gt;Lambodara  : "O Senhor com uma barriga proeminente"&lt;br /&gt;Shivatmaja  : "O Filho de Shiva"&lt;br /&gt;Vakratunda  : "O Senhor de tromba torcida"&lt;br /&gt;Supakarna&lt;br /&gt;Ganeshvara  : "O Senhor do Gana"&lt;br /&gt;Vighnanashin : "O Destruidor de Obstáculos"&lt;br /&gt;Vikata  : "O Deformado"&lt;br /&gt;Vamana  : "O Anão"&lt;br /&gt;Sarvadeva&lt;br /&gt;Sarvadukhavinâ&lt;wbr&gt;shi&lt;br /&gt;Vighnarhartr : "O Senhor que cancela os obstáculos"&lt;br /&gt;Dhûmrâja&lt;br /&gt;Sarvadevâdhideva&lt;br /&gt;Ekadanta  : "O Senhor que tem apenas uma presa"&lt;br /&gt;Krishnapingala : "O Senhor Azul e Escuro"&lt;br /&gt;Bhâlachandra : "O Senhor que carrega a lua crescente na cabeça"&lt;br /&gt;Gananâtha  : "O comandante supremo do Gana"&lt;br /&gt;Shankarasunav: "O filho de Shankara"&lt;br /&gt;Anangapujita : "O Senhor sem forma"&lt;br /&gt;[editar] Notas&lt;br /&gt;^  Ao contrário da opinião popular, o Hinduísmo Védico primitivo não era politeísta nem monoteísta, porém é melhor identificado como uma religião henoteísta: as diferentes manifestações e formas de Deus (entre as quais os avatares e os devas) são considerados infinitas emanações de Brahman (o princípio impessoal da realidade do qual todos os mundos e seres derivam) criadas para tornar Brahman acessível para o homem. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/mitos_e_deuses/" target="_blank" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt;http://br.groups.&lt;wbr&gt;yahoo.com/&lt;wbr&gt;group/mitos_&lt;wbr&gt;e_deuses/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-1604845198144678840?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bhrahmanismo.blogspot.com/2009/03/sri-ganesha.html' title='sri-ganesha'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/1604845198144678840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=1604845198144678840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1604845198144678840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1604845198144678840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2009/03/sri-ganesha.html' title='sri-ganesha'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i153.photobucket.com/albums/s218/soulspiirit/Jaya%20Ganesha/th_Ganesha_Panchamukha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-593023764403529409</id><published>2009-03-11T19:26:00.000-03:00</published><updated>2009-03-11T19:28:40.683-03:00</updated><title type='text'>o-horoscopo-chines-influencias-de-2009</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 11px; -webkit-border-horizontal-spacing: 4px; -webkit-border-vertical-spacing: 4px; "&gt;&lt;table width="100%" border="0" cellspacing="4" cellpadding="4"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tanggalpost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: bold; text-align: right; letter-spacing: 1px; color: rgb(153, 153, 153); padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="isipost" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify; padding-top: 2px; padding-right: 2px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; "&gt;&lt;div style="clear: both; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s1600-h/230938_115034240_rpyjayoy.jpg" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s400/230938_115034240_rpyjayoy.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312059323369350242" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 266px; height: 400px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Os estudos sobre a astrologia se iniciaram muito cedo na China. Graças aos astrólogos imperiais, conheciam-se os dias da mudança das estações e previam-se e interpretavam-&lt;wbr&gt;se todos os sinais celestes.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Em vez de se basearem na eclíptica, como fazem os astrólogos ocidentais, os chineses observavam as estrelas circumpolares, que eram vísiveis durante a noite toda e durante o ano todo. Concentravam-&lt;wbr&gt;se também nas 28 constelações circumpolares, denominadas 'Sui'. Cada uma delas pertencia a um dos palácios celestes e tinha o nome de algum animal.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Alguns desses animais não só dão seu nome aos doze meses, como também aos ciclos horários e aos ciclos de 12 meses. Segundo a lenda, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos presentes. Apenas doze compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato, o Boi, o Tigre, o Gato, o Dragão, a Serpente, o Cavalo, o Carneiro, o Galo, o Cão e o Porco.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;A história taoista diz que quando o imperador do céu convocou todos os animais para concorrer aos 12 postos, o rato encontrou a fila com outros 11 animais, com o boi em primeiro lugar. Sem hesitar, ele pulou a fila até chegar às costas do boi. Então, com o sinal de entrada do Imperador do Céu, ele deslizou pelas costas do boi e roubou o primeiro lugar. Seu sucesso desleal provocou indignação pública.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Existe outra versão sobre a ordem dos animais. Dizem que a ordem foi estabelecida de acordo com a lei das atividades diárias dos animais. Ainda na dinastia Han, século 3 antes de Cristo, a China dividia o dia em 12 horas e cada animal representava uma hora do dia. O rato ficou no primeiro lugar porque a meia noite era considerada o período mais ativo do animal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Presentemente, o Ano Novo Chinês é também conhecido como a Festa da Primavera.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;De acordo com a tradição, as preparações para o Ano Novo Chinês começam em meados do 12º mês lunar e prolongam-se até meados do 1º mês do ano lunar. No 15º dia é festejado o Festival das Lanternas.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;A magia dos rituais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Neste período tudo obedece a rituais, desde a comida à roupa, havendo lugar a diferentes práticas todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;O 8º dia do 12º mês lunar (do ano lunar antecedente)&lt;wbr&gt;, dia do Festival Laba, marca o início das celebrações. Neste dia é tradição comer-se um prato de arroz (laba zhou), feito com arroz glutinoso, feijão vermelho e outros ingredientes. O preparado é feito no dia anterior e varia de local para local. No Norte é doce e no Sul é salgado.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;No 23º dia da 12ª lua fazem-se, segundo a tradição, oferendas ao Deus da Cozinha, um deus que foi enviado do céu para a terra para olhar por cada família. É este também o deus que, segundo a tradição chinesa, vai enviar, no dia seguinte, o relatório anual da família ao Imperador dos Céus. Daí as saborosas oferendas... para que o relatório seja positivo.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;O 28º dia da 12ª lua é conhecido como o dia para lavar as impurezas. Faz-se uma limpeza geral às casas, para que toda a má sorte seja varrida do seu interior e da vida dos seus proprietários. Algumas pessoas chegam mesmo a pintar as portas e janelas para que tudo pareça novo e fresco.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Antigamente era também usual decorar as portas com papéis auspiciosos, com expressões de felicidade, prosperidade, saúde, etc.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Neste dia é também costume colocar uma imagem do Deus Porta (Men Sheng) à entrada das casas, para que os fantasmas não entrem. No exterior de recipientes com arroz são colados dísticos de papel com os caracteres "Chang Man", que significam "sempre cheio". Tudo isto para que o novo ano seja de abundóncia.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Como regra, tudo o que é velho é deitado fora e substituído pelo que é novo. É por isso que é costume comprarem-se roupas novas para usar no Ano Novo Chinês.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;o&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o&gt;A véspera do novo ano&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;A véspera do Ano Novo, o 29º ou o 30º dia da 12ª lua (que este ano, 2005, coincidiu com o dia 8 de Fevereiro), é certamente o dia mais excitante. O jantar de família (Tuan Nian Fan) é normalmente um fausto banquete de mariscos, galinha e outras iguarias. Gambas para a felicidade e longevidade, galinha com cabeça e patas para a prosperidade e ostras secas com algas. Estas algas, com aspecto semelhante a cabelos, chamam-se em chinês "fa cai", o que evoca, por consonância, o dizer chinês "fa cai hao shi", isto é, "ganhar dinheiro e tudo correr bem".&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Outra curiosidade, em termos de consonância, é entre as palavras "peixe" e "excedente" (abundância), que são homófonas, isto é, ambas se pronunciam "yu" (no 2ª tom do mandarim), embora sejam caracteres diferentes. Nesse contexto, é de bom comer peixe nesse jantar de família, pois isso sugere o dizer "nian nian you yu", isto é, "haja excedente (abundância) todos os anos".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Em algumas famílias, se um dos elementos não consegue estar presente no jantar, o seu lugar é deixado vago na mesa e, como se estivesse presente, é-lhe servida a comida. Neste jantar nem os antepassados são esquecidos. Também eles partilham do banquete.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Para quem segue à risca o protocolo, toda a comida tem de ser preparada antes do Ano Novo, para que todos os objectos cortantes sejam escondidos, evitando-se assim que a boa sorte seja cortada.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Aos mais novos e solteiros, os mais idosos costumam oferecer envelopes vermelhos com dinheiro (Ya Shum Qian), para lhes desejar um Bom Ano. Estes envelopes podem ser dados antes do Ano Novo mas para serem abertos só depois da meia-noite e nunca na presença de quem os ofereceu.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Finalmente, o 1º dia da 1ª lua&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Depois da meia-noite, começa a ser lançado fogo-de-artifí&lt;wbr&gt;cio e começam as felicitações entre os familiares e vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Votos de abundância de dinheiro (Gong Xi Fa Cai), boa saúde (Sheng Ti Jian Kan) e de realizações pessoais (Xin Xian Shi Cheng) são as expressões mais usuais.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Nesta altura é também costume os mais velhos darem envelopes com dinheiro aos mais novos. Neste caso é o dinheiro da sorte (Li Shi). No entanto, também não devem ser abertos na presença de quem os ofereceu, em sinal de respeito.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Depois destas actividades, mais uma refeição é servida, esta dedicada ao Ano Novo (Kai Nian Fan).&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Depois da ceia presta-se homenagem aos deuses e pede-se a bênção. Algumas pessoas chegam mesmo a dirigir-se aos templos depois da meia-noite.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Durante o dia de Ano Novo (que correponde, em 2009, ao dia 26 de janeiro) é organizado um almoço de família, aproveitado para trocar votos de felicidades com os membros que não estiveram presentes na noite anterior. Ao contrário da refeição da véspera, o almoço deste dia é, essencialmente, vegetariano porque, sendo este o dia dedicado a homenagear os Deuses do Céu e da Terra, não é auspicioso comer ou matar animais.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;O primeiro dia do ano é para se viver em família e é também o dia do nascimento do Boi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;Os dias seguintes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;No segundo dia do ano deve-se visitar amigos e familiares.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Na zona da província de Cantão, no Sul da China e onde Macau está inserido, era tradição a filha casada voltar a casa dos pais, com o marido e os filhos.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;É também costume ir aos templos para rezar pelos antepassados.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;O 2º dia da 1ª lua é também o dia de aniversário de todos os cães. Os que têm esses animais em casa costumam presenteá-los com refeições especiais.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;O 3º dia (neste ano 27 de janeiro), conhecido como Po Kou (Dia da Discórdia), é propenso a conflitos e discussões entre as pessoas, pelo que, a fim de os evitar, os chineses evitam sair de casa.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Outros acreditam que é também o dia do Espírito da Pobreza e ocupam o dia a limpar o que acumularam nos dois dias de festa precedentes. Assim, esse mesmo espírito é expulso para fora de casa, criando espaço para a entrada de dinheiro nos 12 meses seguintes.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;E assim se segue comemorações e rituais até o decimo quinto dia, cada dia com seu rito.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Ao 15º dia as comemorações chegam ao fim, o que se assinala com o Festival das Lanternas (Yuan Xiao). Neste dia é costume comer-se bolos feitos à base de arroz doce e recheados.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Para alguns chineses, este é também o Dia dos Namorados, embora já não seja uma tradição muito generalizada.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt; &lt;/o&gt;Termina assim a primeira festividade de todo um ciclo que se estende (todos os anos) pelos 12 meses do ano lunar chinês, fazendo pulsar a vida humana ao ritmo das lunaçõe&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;s.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Por que será que o Ano Novo Chinês começa sempre em dias diferentes? Porque a Astrologia Chinesa é baseada no calendário lunar e não no solar. Cada ano é regido por um signo animal, que empresta suas características às pessoas nascidas naquele ano; e um ciclo completo leva sessenta anos, formado por 5 ciclos de 12 anos. O ano lunar é dividido em doze meses de 29 dias e meio e o mês lunar inicia-se no dia da lua nova. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Saiba mais sobre as energis do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;a href="http://blogs.abril.com.br/umbandaastrologica/2009/01/ano-boi-terra-no-horoscopo-chines-2009.html" target="_blank" title="horoscopo chines" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Boi que rege 2009.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: center; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;a href="http://blogs.abril.com.br/umbandaastrologica/2009/01/ano-boi-terra-no-horoscopo-chines-2009.html" target="_blank" title="horoscopo chines" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;img border="0" id="_x0000_i1025" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/umbandaastrologica/imagens/1490300401.jpg" title="horoscopo chines" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-color: initial; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Carlinhos Lima - Pesquisador.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/goup/parnaso_esoterico/" target="_blank" style="color: rgb(254, 14, 13); text-decoration: none; "&gt;&lt;span&gt;http://br.groups.&lt;wbr&gt;yahoo.com/&lt;wbr&gt;goup/parnaso_&lt;wbr&gt;esoterico/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-593023764403529409?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://budismomundial.blogspot.com/2009/03/o-horoscopo-chines-influencias-de-2009.html' title='o-horoscopo-chines-influencias-de-2009'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/593023764403529409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=593023764403529409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/593023764403529409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/593023764403529409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2009/03/o-horoscopo-chines-influencias-de-2009.html' title='o-horoscopo-chines-influencias-de-2009'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Sbg5z2M7ZGI/AAAAAAAAAYc/kk-TR51N30A/s72-c/230938_115034240_rpyjayoy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-6597516423540095335</id><published>2008-11-18T13:04:00.000-02:00</published><updated>2008-11-18T13:20:09.468-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Sygrun in Psichos'/><title type='text'>Antigas tradições sobre a origem do Universo</title><content type='html'>&lt;a href="http://psiches.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLcPAiOEHI/AAAAAAAAALY/8SiknXrOprM/s1600-h/07120101_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 260px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLcPAiOEHI/AAAAAAAAALY/8SiknXrOprM/s400/07120101_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270016664376578162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" style="mso-cellspacing:0cm;mso-yfti-tbllook:1184;mso-padding-alt:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0;mso-yfti-firstrow:yes;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td valign="top" style="padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A pergunta que surge sempre ao   abordar o tema das civilizações antigas e seus avanços tecnológicos, é a de   que meios empregaram e que nível de conhecimentos alcançaram.&lt;br /&gt; Tentando responder a esta pergunta, e sem afastar a possibilidade da   utilização de outras técnicas até agora desconhecidas, as descobertas   tecnológicas demonstram-nos que, em alguns aspectos, os meios e instrumentos   de trabalho dos sábios da antiguidade eram semelhantes aos actuais, quer   dizer, trabalhavam por meios convencionais.&lt;br /&gt; No Iraque e Egipto foram encontradas lentes talhadas, que actualmente só   poderiam ser elaboradas e polidas com óxido de césio, cuja obtenção requer   métodos electroquímicos, métodos esses apenas descobertos no nosso século.&lt;br /&gt; Sir David Brewster também encontrou, em escavações por ele efectuadas, uma   lente de forma oval e planoconvexa que actualmente está no Museu Britânico.&lt;br /&gt; Estes e outros achados podem explicar o facto de algumas civilizações antigas   terem determinados conhecimentos sobre as estrelas, a posição dos planetas, o   sistema solar, os fenómenos astrológicos e astronómicos que, em algumas   ocasiões, superaram os actuais. Tal é o caso, por exemplo, de um planeta   entre o Sol e Mercúrio descoberto apenas em 1976, e que já era conhecido e   representado pelos Egípcios sob o nome de Íbis. Curiosamente, este planeta   não é visível e só pode ser localizado por métodos espectroscópicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É internacionalmente reconhecido o facto de, na antiguidade, as posições dos   astros não serem desconhecidas. Vejamos alguns exemplos:&lt;br /&gt; No Kohistão, região montanhosa da Ásia Menor, existe uma pintura que reproduz   as posições exactas dos astros tomadas há 10.000 anos. O planeta Vénus e a   Terra aparecem unidos por várias linhas.&lt;br /&gt; Os babilónios conheciam os "cornos de Vénus". Vénus tem quartos crescentes   como a Lua, ao estar mais próximo do Sol do que da Terra, mas estes   "cornos de Vénus" são invisíveis a olho nu. Referindo-se a isto, os   babilónios chamavam a Vénus "a filha da Lua", já que ambos se   caracterizaram pelas suas fases.&lt;br /&gt; Os babilónios também conheciam o período de lunação com um erro de 0,4   segundos relativamente aos cálculos de hoje. Igualmente conheciam quatro   grandes luas de Júpiter, e representavam Saturno rodeado pelos seus anéis.&lt;br /&gt; O estudo realizado pelo astrónomo R. Mitchel sobre o ataúde de uma múmia   egípcia, no qual se encontrava a representação do sistema solar, revelou que   as ditas posições correspondiam exactamente à situação do sistema solar no   equinócio de Outono de 1722. Os Egípcios tinham conhecimento, não só de todo   o sistema solar, como também de estrelas de grande magnitude como Sírio A e   Sírio B, entre outras.&lt;br /&gt; Diógenes de Apolónia (séc. V a.C.) afirmava que "os meteoros deslocam-se   no céu e caem com frequência na Terra". No entanto, mais tarde, no séc.   XVIII, o insígne cientista Lavoisier pensava o contrário: "é impossível   que as pedras caiam do céu, porque não há pedras no céu".&lt;br /&gt; A estela I de O Castelo em Santa Luzia (Guatemala) descreve o percurso de   Vénus sobre o disco solar em 25 de Novembro de 416.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Tomando medidas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:   &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Jonathan Swift (1727) no seu livro   "Viagem a Liliput", descreve-nos, mediante o seu protagonista   Gulliver, as duas luas de Marte e, além disso, dá-nos as medidas das suas   órbitas e tamanhos: "Os astrónomos liliputianos passam grande parte das   suas vidas a observar os corpos celestes, para o que utilizam lentes muito   superiores às nossas. Esta notável vantagem permite-lhes alargar as suas   observações a uma distância muito maior do que a dos astrónomos europeus; têm   um catálogo de 10.000 estrelas fixas, enquanto que os nossos mais modernos   catálogos compreendem só uma terça parte desse número. Descobriram entre   outras coisas, dois satélites que giram à volta de Marte e cujas distâncias   ao centro do planeta são exactamente três vezes o diâmetro deste ao satélite   mais próximo e cinco vezes ao mais afastado. O primeiro termina a sua   revolução sideral ao cabo de 10 horas e o outro requer um período de 21.30   horas, pelo que o quadrado do tempo gasto é quase equivalente à terceira   potência das respectivas distâncias entre os seus próprios centros e o de   Marte. Isso demonstra que estão submetidos às mesmas leis de gravidade que   regem os restantes corpos celestes".&lt;br /&gt; Os ditos satélites de Marte foram descobertos em 1877; no entanto, antes de   Jonathan Swift, Kepler suspeitou da existência de dois planetas à volta de   Marte e, inclusive na Ilíada, Homero comenta que Marte tem dois companheiros:   Fobos e Deimos.&lt;br /&gt; A tudo isto há a acrescentar que as medidas e dados que aparecem no livro   "Viagem a Liliput" são verdadeiros.&lt;br /&gt; Erastótenes (276-195 a.C.) calculou com bastante aproximação a circunferência   terrestre. Plutarco atribuiu a distância de 804 milhões de estádios da Terra   ao Sol, que também se acha na altura da Grande Pirâmide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Geniais pré-socráticos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt; Tales (624-547 a.C.): Propõe como princípio de todas as coisas o estado de   Humidade de modo que, depois das coisas manifestadas, esta Humidade acuosa   sustê-las-ia como se flutuassem nela. É uma concepção genial, se se quiser   metafórica, daquilo a que agora os cientistas chamam o éter cósmico ou   "gás extremamente disperso". Tales junta-se aos cosmólogos que   crêem na origem do Universo como um caos aquoso primordial: Homero, Hesíodo,   Ferécides de Siro, entre outros.&lt;br /&gt; Tales atribuía à Terra (leia-se matéria) a forma de um grande prato oblongo   com as bordas um pouco levantadas, que flutuaria sobre o éter aquoso como um   navio entre as águas. Efectivamente, essa é a forma de muitas galáxias vistas   de perfil.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Anaximandro (611-543 a.C.): É-lhe   atribuída a invenção da esfera e a declinação do Zodíaco. Mediu as distâncias   entre as estrelas e calculou a sua magnitude; fixou as épocas dos equinócios   e dos solstícios, assim como a obliquidade da elíptica. Também demonstrou que   a Terra é redonda, girando à volta do seu eixo e que a Lua recebe e reflecte   a luz do Sol. No entanto, nenhuma destas supostas descobertas era ignorada   por astrólogos mais antigos.&lt;br /&gt; Propõe como princípio de todas as coisas o APEIRÓN, traduzível por aquilo que   é ilimitado, indeterminado e indefinido. É uma espécie de matéria primordial,   ilimitada, homogénea, indeterminada, inqualificada, eterna, imperecível,   imutável, incorruptível, inesgotavelmente fecunda, geradora de todos os seres   e à qual todos retornam. Vem a ser uma espécie de nebulosa ou matéria   plástica, proteiforme, equivalente ao CAOS de todas as antigas cosmogonias,   que não é nem água, nem fogo, nem ar, mas anterior a toda a divisão.   Efectivamente, assim é como descrevem os astrofísicos actuais o estado do   Universo no tempo zero da idade do Universo. Alem disso, a natureza da   matéria nesse tempo zero não é conhecida cientificamente; supõe-se que é algo   mais subtil do que o hidrogéneo.&lt;br /&gt; Anaximandro explica a evolução do Universo através da diferenciação dos   contrários, da separação das coisas, adquirindo cada uma delas as suas   características próprias. Dentro da massa caótica do Apeirón, agitada por um   movimento eterno, produzem-se remoinhos, que dão como resultado a sua   separação em porções; de cada uma delas formam-se outros tantos mundos ou   cosmos esféricos e limitados. O movimento eterno prossegue, agitando em   formas de remoinhos os cosmos desagregados da massa comum do Apeirón e, no   seu interior, continua o processo de separação, distinguindo-&lt;wbr&gt;se os   elementos, os quais se vão dispondo por ordem de gravidade. Para Anaximandro,   existem muitos mundos esféricos fechados sobre si mesmos e independentes uns   dos outros, que se originam a partir dos remoinhos formados pelo movimento   eterno no seio do Apeirón. A justiça cósmica restabelece-&lt;wbr&gt;se mediante a   sua reabsorção periódica na matéria primordial. A frase de Anaximandro:   "Quando o equilíbrio cósmico se restabelece, começa um novo ciclo de   formação", explica-nos a teoria moderna do BIG-BANG ou grande explosão,   segundo a qual o gás ou éter expelido após o rebentamento do Ovo cósmico,   volta a resumir-se pouco a pouco num outro núcleo de energia ou Ovo cósmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Anaxímenes: Uma das ideias mais interessantes deste filósofo pré-socrático é   a concepção do Universo como um animal vivo (Macrobios), tal como pensavam os   egípcios, persas, hindús, etc. Este Ser Vivo está dotado de respiração dentro   do PNEUMA infinito que envolve tudo. Ideia semelhante têm os orientais ao   conceberem o Universo como uma expiração do grande deus Brahma e a sua   contracção ou reabsorção quando Brahma volta a inspirar. Anaxímenes também   atribui à matéria, ou aos mundos, uma forma de disco plano rodeado de água ou   éter cósmico.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Heraclito (535-475 a.C.): Propõe   como origem das coisas o Fogo. "Tudo é governado pelo raio"; foi   este o motivo para que se comparasse a cosmologia de Heraclito com a de   Parménides, Tales, Anaximandro, etc., de modo a só se ver entre eles   desacordos e diferenças. No entanto, todos os filósofos pré-socráticos   beberam nas mesmas fontes de conhecimento, ou seja, todos eles foram   discípulos nos Colégios Sacerdotais ou Escolas Iniciáticas da Grécia e do   Egipto. Assim, quando Tales pensa num universo aquoso, refere-se à sua   composição e características físicas; e quando Heraclito nos diz que a origem   do Universo é o Fogo, está-nos a revelar outra antiga ideia, segundo a qual a   natureza do manifestado é ígnea, ou seja, mental. Na antiguidade, tal como   hoje, o Fogo era símbolo da Mente, de modo que a Universo seria um pensamento   de Deus, adquirindo forma física por meio da vontade. Tales e Heraclito não se   contradizem: ambos sabiam que "a raíz do Universo é Mental" (como   afirmou mais tarde Séneca) e que o seu aspecto mais físico é aquoso,   nebuloso. O equívoco provém do facto de se ter interpretado o pensamento dos   pré-socráticos pelos escassos fragmentos deles conservados. Em suma, o que   nós conservamos dos filósofos pré-socráticos são aspectos parciais de uma   mesma ideia.&lt;br /&gt; Heraclito também nos transmite a ideia de um Universo em manifestação ou   evolução que, depois, volta a ser absorvido. Fala-nos de uma via descendente   ou de manifestação em que as coisas surgem, concretizam-&lt;wbr&gt;se e plasmam-se:   estrelas, astros, planetas, sóis, etc.; e de uma via ascendente, em que as   coisas voltam à sua condição primitiva. Tudo isso é uma constante acção:   "Tudo flui, nada permanece estático"; "não nos podemos banhar   duas vezes no mesmo rio, pois a água não é a mesma". Esta acção   constante é a que produz a evolução de todas as coisas que, pela via   ascendente, alcançarão o primeiro princípio. As coisas surgem e morrem;   desenvolvem-&lt;wbr&gt;se e logo começam a morrer paulatinamente. As galáxias e os   sóis estão numa luta tremenda para chegar à Unidade primitiva; e o meio é a   Guerra, que, segundo Heraclito, é "Mãe e Rainha de todas as   coisas".&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Parménides: Este filósofo   pré-socrático não desmerece em conhecimentos os anteriores. "A Lua   ilumina a noite com luz emprestada", dizia Parménides, dando a entender   que a Lua não tem luz própria e que só reflecte a do Sol. Segundo ele, na   origem do Universo existia uma bola unida devido à necessidade, na qual   primavam duas forças: uma luminosa e suave e outra obscura, densa e pesada.   Quiçá faça referência às duas forças que, segundo a astrofísica actual,   existiam no primitivo Ovo cósmico.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Empédocles (494-434 a.C.): Tal   como Parménides, pensava que a Lua girava à volta da Terra e "iluminava   com luz emprestada".&lt;br /&gt; É na doutrina deste filósofo que aparece com mais claridade a ideia da união   e da desagregação das coisas: os dois princípios que movem o Universo e que   podem ser traduzidos por Amor (união) e Ódio (desagregação ou discórdia).. A   vida do Universo é uma luta contínua entre estes dois princípios.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Finalizando o tema sobre as   tradições antigas, os filósofos pré-socráticos e a sua concepção do Universo,   origem, evolução e finalidade, é justo reconhecer que muitos dos   conhecimentos actuais já eram ensinados na antiguidade; e havia outros que   ainda hoje são ignorados em parte. Se pensarmos que a nossa civilização   chegou ao seu mais alto nível em quase 2.000 anos e se tivermos em conta que   o homem é inteligente há muitos milhares ou, segundo alguns autores, milhões   de anos, é lógico que tenham existido outras civilizações anteriores à nossa   e outros períodos de 2.000 anos como o que bastou para que a nossa   civilização nascesse. Há muita razão em dizer que, de certo modo, a   "História se repete" e que, em cada ciclo, se assimilam mais   experiências que nos conduzem, pela via do saber, ao longo da rota espiralada   da evolução.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;  &lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-6597516423540095335?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://psiches.blogspot.com/' title='Antigas tradições sobre a origem do Universo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/6597516423540095335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=6597516423540095335' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6597516423540095335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6597516423540095335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/antigas-tradies-sobre-origem-do.html' title='Antigas tradições sobre a origem do Universo'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLcPAiOEHI/AAAAAAAAALY/8SiknXrOprM/s72-c/07120101_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-1379933916031704855</id><published>2008-11-18T12:47:00.000-02:00</published><updated>2008-11-18T13:01:19.006-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Sygurd Odinson in Mitologia Nórdica'/><title type='text'>Aegir</title><content type='html'>&lt;a href="http://mitologianordica.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLXghx6GTI/AAAAAAAAALQ/Vl9mKF1a19Y/s1600-h/guildwarsnightfall-paragon-closeup_1024.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLXghx6GTI/AAAAAAAAALQ/Vl9mKF1a19Y/s400/guildwarsnightfall-paragon-closeup_1024.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270011467800385842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2 align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 16px; "&gt;Aegir é o deus do mar da mitologia nórdica. É um dos Vanir, isto é, um dos deuses do elemento líquido ligado a natureza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Ele era ao mesmo tempo cultuado e temido pelos marinheiros, pois estes acreditavam que Aegir aparecia de vez em quando na superfície para tomar a carga, homens e navios com ele para seu salão no fundo do oceano. Por isso eram feitos sacríficios para apaziguá-los, muitas vezes sendo sacrificados prisioneiros antes de se começar a velejar. Aegir também é conhecido pelo entretenimento generoso que ele providenciava aos outros deuses.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Sua esposa era a deusa Ran com quem ele teve nove filhas (as donzelas das ondas), que vestiam mantos e véus brancos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Tinha dois servidores fiéis: Eldir e Fimafeng. Fimafeng foi morto pelo deus Loki durante um banquete realizado pelos deuses no salão submarino de Aegir próximo da ilha de Hler.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Há intérpretes da mitologia nórdica ainda que afirmam que Aegir não é um deus, nem Aesir e nem Vanir, mas sim um gigante amistoso aos deuses, como sua esposa Ran e suas filhas, as Wave Nikr. Ele está mais associado à regência das viagens marítimas e coisas mundanas, do que à essência do mar, do oceano e do princípio da água, pois estes já são regidos por uma divindade vanir, conhecido como Njord.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-1379933916031704855?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mitologianordica.blogspot.com/' title='Aegir'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/1379933916031704855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=1379933916031704855' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1379933916031704855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1379933916031704855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/aegir.html' title='Aegir'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLXghx6GTI/AAAAAAAAALQ/Vl9mKF1a19Y/s72-c/guildwarsnightfall-paragon-closeup_1024.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-5689651677089214413</id><published>2008-11-18T12:25:00.001-02:00</published><updated>2008-11-18T12:42:03.713-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Judy Crowley in Magia'/><title type='text'>Aradia e Il Vangelo delle Streghe (o evangelho das bruxas)</title><content type='html'>&lt;h1 align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt; &lt;img width="436" height="328" id="_x0000_i1025" src="http://caldeiraodeceridwen.sites.uol.com.br/bruxaria02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Aradia é uma personagem importante e interessante na Bruxaria Italiana; eu me arriscaria a dizer em toda a bruxaria até. Algumas coisas foram escritas sobre ela, existe um livro com seu nome, porém alguns mitos foram criados. Tentando esclarecer dúvidas e mostrar um pouco do que é o livro "Aradia, o evangelho das bruxas" e a Aradia, la Bella Peregrina eu escrevo a coluna desta quinzena. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;La Bella Peregrina, nome com o qual ficou conhecida nos montes albanos até a Sicília, tem um significado grande para muitas tradições e clãs da Bruxaria Italiana, como a Ariciana e a Tríade de Tradições - Janarra, Fanarra e Tanarra. Lembrada como a professora e mestra das Streghe, Aradia não queria ser adorada: seu intuito era reviver com os camponeses dos feudos os Caminhos Antigos. Passou seus ensinamentos viajando e conversando, reaproximando as pessoas de suas raízes. Ela apontava a Vechia Religione como um alívio ao massacre religioso do cristianismo da época. Com o tempo, ela passou a ter discípulos, 6 homens (um deles era celta) e 6 mulheres. Quando Aradia passou a ser perseguida, esses discípulos saiam em casais para levar seus ensinamentos a diante. Seu símbolo, após sua partida era, e ainda é, a Chama Sagrada que é acesa no meio do altar. Ela é o fogo perene de seus ensinamentos e de nossa ligação com o Espírito do Caminho Antigo. Por fim, seus discípulos também foram perseguidos e muitos mortos e acredita-se que os pergaminhos, nos quais seus ensinamentos foram registrados, trancados no Vaticano. Alguns documentos históricos indicam a passagem de uma mulher peregrina pelo norte da Itália e indicam que talvez ela tenha passado seus últimos anos na Romênia. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Os ensinamentos de Aradia têm um cunho de simples entendimento e observação completa da Natureza. Ela fala sobre a Deusa Diana e o Deus Dianus ou Lúcifer; discorre como a Natureza é a maior de todas as professoras; deixa para os camponeses o valor e a importância do casamento baseado no amor e no respeito; sobre a força da sexualidade e sua magia; ela deixa um alerta sobre os cristãos, um cuidado que deveria ser tomado naquele momento de perseguição; e deixa um elenco de 13 "conselhos", que são conhecidos como "Covenant of Aradia": visando a convivência harmoniosa entre todos os seres da Criação. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;O Evangelho das Bruxas foi escrito em 1889 por Charles G. Leland, folclorista inglês e estudioso de diversas culturas. Nesta publicação ele expõe ao público o relato de tradições, costumes e estórias de mulheres que se chamavam streghe (bruxas). A fonte de Leland era uma delas, Magdalena. Não se sabe bem ao certo se o que está no livro é a cópia fiel dos escritos das streghe ou se eles foram romanceados. Ele conta como Diana e Lúcifer deram a vida a Aradia e como ela se tornou a primeira Strega. A Aradia do livro também tem um caráter de professora, mas ela é nascida dos deuses. Existem no texto de Leland também uma larga influência de termos e ideais judaíco-cristã&lt;wbr&gt;os, como no momento em que diz que Aradia não será como a filha de Caim (este mencionado algumas vezes), e o uso da palavra "amen" no fim de alguns feitiços. Raven Grimassi (1999) ainda coloca que o uso do nome de Lúcifer tenha sido por uma propaganda, o que atiçaria ânimos: será que este povo tem alguma ligação com o satânico? A resposta clara é não, uma vez que Lúcifer é a Estrela da Manhã, ou seja, o Sol - Appolo, o irmão gêmeo de Diana. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;A leitura do Evangelho deve ser feita com critério. Nada do que está lá pode ser levado ao pé da letra. No entanto é mister percebermos que ele traz uma grande gama de tradições e idéias que podem ser bem aproveitadas na nossa prática. Ele é um parâmetro de cultura e ética antiga. Ele deixa claro que se faziam maldições, rogavam pragas e ameaçavam as deidades (como fazem os católicos que penduram santos de cabeça para baixo e afins). Tudo isso era visto como legítimo para essas streghe e como uma coisa corriqueira. Elas não sofriam a influência de uma filosofia mais oriental que fala de kharmas e coisas nesse gênero. Eram camponesas, filhas da Natureza que agiam como tal: pisas no meu pé, eu imediatamente piso no teu. Eu acredito que, de um ponto de vista histórico e social, é impossível fazer um juízo de certo ou errado sobre essas práticas. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Uma curiosidade sobre o Evangelho está no capítulo XI que descreve um pouco sobre a Casa dos Ventos e sua história. Existem muitas semelhanças com a vida da Aradia histórica. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Conclusões: existe o fato interessante de alguns relatos do livro se parecerem com práticas neopagãs, como o "Charge of Aradia" que tem grandes semelhanças com o "Charge of the Goddess" apresentado por Doreen Valiente. Além da similaridade com práticas feitas por bruxas italianas de muito antes da publicação do Vangelo (evangelho), como a nudez ritual como símbolo de liberdade e sinceridade, o que traz credibilidade aos escritos do livro - ou pelo menos, parte deles. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Por tudo que eu li, estudei e pratiquei até agora, a conclusão mais importante é que "os livros são bons conselheiros"&lt;wbr&gt;. Não é possível seguir um livro em 100% dele - isso se torna fundamentalismo. Hoje temos a capacidade e a oportunidade de sermos críticos: bruxos, magistas capazes de reflexão sobre o que lemos, ouvimos e praticamos a fim de não nos basearmos numa verdade infundada e cega. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Aceitemos que o livro é um ponto de partida, mas é necessário desprendimento e vontade para saber mais a fundo sobre, por exemplo, quem foi Aradia, qual a importância de Diana, por que Lúcifer é citado e quem ele é realmente para que não nos tornemos meros repetidores de versos. Sejamos bruxas e bruxos responsáveis e cientes de nosso papel como tais: investindo em nosso conhecimento e crescimento. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Benedizioni di Astrea &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00;mso-ansi-language:ES-TRAD"&gt;por Pietra D C Luna &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;Os Dons de Aradia&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;&lt;img width="254" height="338" id="_x0000_i1026" src="http://caldeiraodeceridwen.sites.uol.com.br/aradia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;No séc. XIV, Aradia ensinou que os poderes "tradicionais" de uma Bruxa pertenceriam àqueles que seguissem a Velha Religião. Ela os chamo de Dons, porque ela colocava que são apenas "um adicional" aos poderes de uma verdadeira bruxa, e não a razão pela qual alguém deveria ser tornar uma ou seguir La Vecchia. Estes são os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.    Atrair sucesso nos assuntos do coração&lt;br /&gt;2.    Abençoar e consagrar&lt;br /&gt;3.    Falar com os espíritos&lt;br /&gt;4.    Saber das coisas ocultas&lt;br /&gt;5.    Chamar espíritos&lt;br /&gt;6.    Conhecer a Voz do Vento&lt;br /&gt;7.    Ter o conhecimento da transformação&lt;br /&gt;8.    Ter o conhecimento da divinação&lt;br /&gt;9.    Conhecer os Sinais Secretos&lt;br /&gt;10.  Curar males&lt;br /&gt;11.  Trazer a beleza&lt;br /&gt;12.  Ter influencia sobre as feras selvagens&lt;br /&gt;13.  Conhecer os segredos das mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aradia também ensinou que uma Bruxa deve seguir aos Ritos Sazonais e os&lt;br /&gt;momentos da Lua Cheia para manter os dons. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;INTRODUÇÃO   &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                Iniciaremos com um pouco de História. A Itália passou a ser o país como o conhecemos a pouco mais de 100 anos. Antes disso, era apenas a península Itálica, dividida em diversos reinos. Voltando um pouco mais no tempo, mais ou menos a 1000 ac, vemos esta região populada por diferentes povos: dos etruscos, altamente desenvolvidos tecnologicamente para a época, passando pelos Latinos  e terminando nos Villanovanos, que são considerados os indo-europeus do local. Neste momento histórico, os romanos ainda não são donos de um império e os gregos mostram muita influência sobre estes povos. A religião etrusca é influenciada pelos gregos e as práticas dos neolíticos – passando sua influencia, agora, para os romanos – que nunca foram detentores de uma cultura própria. Este caldeirão de culturas deu origem à Itália e sua Vecchia Religione. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;A Vecchia Religione ou Stregaria é a velha religião ligada a Natureza (como a Wicca), é a bruxaria italiana. Em italiano temos palavras para designar bruxa e bruxo que seriam, strega e stregone, respectivamente.  Há também uma palavra para coven, boschetto. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                Na Itália central, as bruxas adoravam a deusa Diana e seu consorte, o deus Dianus. Fora de Roma, na região dos Montes Albanos, elas se reuniam nas ruínas de um templo de Diana, às margens do Lago Nemi. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                No século XIV, uma mulher muito sábia que se “intitulava” Aradia, renasceu a Velha Religião.  Deste esforço, se formaram três tradições, que em origem, eram uma só. As tradições são conhecidas como Fanarra, Janarra e Tanarra. Coletivamente, são conhecidas como a Tríade de Tradições. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                A Fanarra é original do norte da Itália e são conhecidos como Guardiões dos Mistérios da Terra; a Janarra e Tanarra são do centro da Itália. A Janarra é conhecida como Guardiões dos Mistérios da Lua e a Tanarra dos Mistérios das Estrelas. Cada tradição tem um “líder” chamado Grimas. Ele deve ter conhecimento das outras duas tradições e sua função é fazer com que a sua tradição continue. \ &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                Existe também a tradição Aridiana proveniente da vila de Arida – dizem que as maiores parte dos discípulos de Aradia vieram desta localidade no centro da Itália. As maiorias dos praticantes modernas da Stregaria seguem essa tradição. A maioria dos ritos desta apostila são Aridianos. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                Como uma religião baseada na natureza, os Aridianos reconhecem a polaridade de gênero dentro da Ordem Natural, e personificam isso como A Deusa e o Deus. O ano é dividido em meses do Deus (outubro a fevereiro) e meses da Deusa (março a setembro). Ambos, Deusa e Deus, são reverenciados e são iguais em importância. Um detalhe é que durante os meses do Deus, os rituais são feitos com robes/ túnicas e nos meses da Deusa, sem roupa alguma. Outra coisa é que durante os meses do Deus, o sacerdote se ocupa de mais “incumbências” nos esbaths. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                Os grupos/ covens da tradição Aridiana possuem diversos cargos. Estes são de Sacerdotessa e Sacerdote; em seguida vem a Dama D’onore e La Guardiã, que são respectivamente, a Donzela que auxilia a Sacerdotisa nos rituais, e o Guardião que é responsável pela segurança da Sacerdotisa (o que de fato é interessante, pois não vivemos mais em uma época de perseguição, ou não deveríamos :)). É interessante também ressaltar a similaridade com o sistema gardeniano e alexandrino. Os sacerdotes são a representação dos Deuses nas encenações dos rituais... &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;Stregherie&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Monotype Corsiva&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;    A velha religião na Itália começou com os povos Etruscos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Monotype Corsiva&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;que apareceram na Itália por volta de 1.000a.c, por serem povos místicos e possuidores de conhecimento de magia eles influenciaram em muito a religião da Itália.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt; Os povos Etruscos deixaram tumbas magníficas decoradas, pintadas e ás vezes com jóias armas, utensílios de uso pessoal, todos esses objetos indicavam o nível social da pessoa que ali estava enterrada, acreditavam na vida após a morte e que os deuses se fossem bem celebrados durante suas vidas na terra, poderiam lhes reservar uma boa vida após a morte.  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Os deuses ocupavam um lugar importante na vida dos Etruscos, influenciavam seus comportamentos, seus relacionamentos e a idéia principal dos Etruscos era o poder que os deuses podiam emprestar "aos humanos", portanto o poder divino era consciente entre os Etruscos, com seus hábitos, sua religião e seus conhecimentos influenciaram sobre maneira toda a região da Itália. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                    A vinda do cristianismo na Itália determinou a queda do Paganismo e os cultos mágicos aos deuses foi considerado ilegal .As sacerdotizas de Diana se refugiaram em vilas isoladas... onde hoje é encontrado o templo de Diana em ruínas, portanto a Velha Religião foi conservada nessas áreas rurais  e o seu conhecimento existem até hoje na Itália moderna. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                    A perseguição das bruxas na Itália não foi violenta como foi em outros países pois as bruxas italianas se concentravam em vilas isoladas e eram geralmente muito bem toleradas. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                   A bruxa italiana chama-se Stregha e o bruxo italiano chama-se Streghone e o coven de bruxos é chamado de Boschetto A Stregheria também tem várias tradições conforme as regiões da Itália, por exemplo na Sicilia, norte da Itália, sul da Itália etc... &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                                     Na Stregha é muito importante os laços familiares, os espíritos que protegem e preservam a antiga religião e seus conhecimentos. Ha muitas diferenças entre as bruxas americanas e as bruxas italianas, essas diferenças além de serem históricas são devidas a diferentes tradições e diferentes crenças. Os Estados Unidos fica muito longe da Itália e numa época passada, nos tempos primitivos é lógico que o conhecimento da Itália eram diferentes dos conhecimentos americanos assim como a sua história, por exemplo: uma bruxa Strega nunca ouviu falar sobre karma há tempos atrás, por que o conceito oriental místico só chegou na Itália neste século, portanto não se escutava falar sobre tantra, I'ching, chákra, yoga, estes conceitos não estavam presentes na Itália no ano de 1.300... Como a Stregha italiana têm seus alicerces na velha religião praticada nessa época, genuinamente ela não usa conceitos orientais . &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                    Outro exemplo: Na Itália temos quase 200 dialetos diferentes, o que originam diversas formas de  conhecimentos, tradições e clãs. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                    A magia Stregha usa muitos objetos da natureza, amuletos, talismãs, adivinhações, feitiços, os círculos mágicos também são feitos, é muito comum se encontrar chaves feitas de ouro ou prata, tesouras ferraduras, pérolas, fitas vermelhas e sal. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                   Já foi dito que é muito importante os laços familiares na bruxaria Stregha e geralmente a iniciação de uma bruxa Stregha começa desde o momento de seu nascimento. as mulheres mais velhas da família gradativamente vão oferecendo conhecimentos para a iniciada e vão notando quais os dons que esta iniciada nasceu com eles. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;                   Isto também se dá com os meninos que florescem mais tarde na magia que as meninas.   &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00"&gt;A herança de Aradia&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;Trago a questão da herança. Resolvi pegar um dos pilares mais tradicionais das práticas de Stregheria - ou de qualquer vertente mais tradicional (e hereditária): o sangue. Para muitas streghe, ele é o passaporte para a entrada nos "mistérios". A herança do sangue é bem forte e une muitos clãs e praticantes. Para alguns, o simples nascer em determinada família já é um rito iniciático. A questão central aqui é: fazer parte de uma família, ter uma descendência "mágicka" conta - e muito! Muitas famílias não abrem seu livro mágicko ou sua linhagem para ninguém e os únicos estranhos são os cônjuges dos filhos. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       "Poxa vida... então, se eu não vier de uma família bruxa, nada feito?", alguns podem estar pensando. :( &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Na verdade, muitas trilhas levam ao Caminho. Algumas streghe acreditam que o processo evolutivo permite aos iniciados estar sempre juntos dos seus - porém, nada garante que com o mesmo sangue terreno. Eu acredito fortemente nisso. Alias, vale observar as pessoas que seguem religiões africanas; tradições de sangue negro. Muitos têm esse sangue correndo em suas veias, no entanto alguns daqueles que se dedicam e se iniciam são de descendência preponderantemente européia. O que as traz até o terreiro? Aleph, meu companheiro mágicko, diz "que são pessoas de alma negra". Quem remexeu caldeirão uma vez, fatalmente o fará novamente. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Aqui então se firma um ponto interessante: não importa de onde vem a sua ancestralidade, mas para onde ela te leva - além de sabermos reverenciar isso com propriedade. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Se seus avós são como os meus, católicos e espíritas, isso não impede que ninguém de trilhar uma estrada de (neo)paganismo. Nossos rituais e nomenclaturas podem ser diferentes, mas nossa essência é como a água: molda-se ao recipiente que a carrega. Procuramos o divino; eu o vejo no Sol, na Lua ou na Terra, mas minha família o vê em Jesus. Ainda assim, somos uma família e temos nossas particularidades e cultos: somos a nossa tradição. &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Esta é a herança de Aradia. A famosa figura da Stregheria - principalmente pelas mãos de Charles Leland e seu Gospel - traz essa força: de quem volta às suas origens e as incorpora, saindo depois para levar a outros este mesmo processo. Eu penso que este é um processo que tem de acontecer para entrarmos em processo iniciático. Algo como "Conhece a ti mesmo". Se conhecer é tirar o primeiro véu de seus olhos e assumir sua personalidade mágicka - independentemente de qual seja seu Caminho. Ao centrar meus estudos na Bruxaria Italiana, recebi uma grande oportunidade: a de poder olhar os meus e entender melhor por que estava fazendo aquilo (e por que continuo). &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Eu creio que esta é uma das lições da mestra Aradia. A lição de trazer seu sangue e honrá-lo. Isto é dizer aos seus ancestrais: "não me esqueci de quem somos!". &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#407F00"&gt;       Benedizioni di Diana &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;b&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#407F00;mso-ansi-language:ES-TRAD;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language: AR-SA"&gt;por Pietra D C Luna&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-5689651677089214413?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://magia-branca.blogspot.com' title='Aradia e Il Vangelo delle Streghe (o evangelho das bruxas)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/5689651677089214413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=5689651677089214413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/5689651677089214413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/5689651677089214413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/aradia-e-il-vangelo-delle-streghe-o.html' title='Aradia e Il Vangelo delle Streghe (o evangelho das bruxas)'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-4557819850869646844</id><published>2008-11-18T12:10:00.001-02:00</published><updated>2008-11-18T12:25:15.775-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Athena in Biblioteca on line'/><title type='text'>Dante e a Divina Comédia</title><content type='html'>&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 51, 51);  font-family:Tahoma;font-size:24px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:7.5pt;color:#330000;"&gt;José Antunes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div align="center"&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellpadding="0" width="100%" style="width:100.0%;mso-cellspacing:1.5pt;mso-yfti-tbllook:1184" height="66"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0;mso-yfti-firstrow:yes;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td width="6" style="width:4.5pt;padding:.75pt .75pt .75pt .75pt"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="571" valign="top" style="width:428.25pt;padding:.75pt .75pt .75pt .75pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;    &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;    &lt;v:formulas&gt;     &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;     &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;     &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;     &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;     &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;    &lt;/v:formulas&gt;    &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;    &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt;   &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/estatua%20de%20dante%20allighieri.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="250" height="333" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/estatua%20de%20dante%20allighieri.jpg" align="left" hspace="10" shapes="_x0000_s1026" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Dante Alighieri foi um dos maiores vultos intelectuais da   época pré-renascentista. Contemporâneo de personagens célebres da Europa,   como Giotto, Marco Polo, Afonso X o Sábio, etc., é considerado como o autor   mais importante da língua italiana. Viveu numa época muito conturbada na   península itálica, as cidades guerreavam-se entre si, e dentro das próprias   cidades não havia a melhor coesão política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nascido na cidade de Florença em Maio de 1265 vai sofrer as conturbações e   incompreensões dos seus conterrâneos. O seu pai era um pequeno proprietário   de terras e sua mãe morreu pouco anos após Dante ter nascido. O pai teve um   novo casamento do qual nasceram mais três filhos com os quais Dante teve   sempre boas relações. Aos nove anos avista pela primeira vez a pequena   Beatriz, poucos meses mais nova do que ele, que irá ser a musa inspiradora do   futuro poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Frequentou as escolas de Florença mas o maior contributo para a sua formação   foi o contacto com Brunetto Latini, homem apaixonado pelas letras que   frequentara os maiores centros culturais da Europa. Aos 18 anos volta a   encontrar Beatriz que o inspira para a criação de poesia, iniciando-se a sua   actividade como escritor. Fazendo parte dos feditori, os cavaleiros   destinados ao assalto, defendeu valorosamente a sua cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 1290 morre Beatriz, o que causa a Dante grande perturbação levando-o a   procurar reconforto na leitura de autores clássicos. Casa depois com Gemma   Donati, a quem a família o ligara desde criança, procurando assim uma   estabilização familiar, continuando no entanto a sua actividade nos círculos   intelectuais de Florença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Florença passava nesta época algumas conturbações políticas. Era notória a   rivalidade entre a nascente burguesia e a velha nobreza, representadas por   duas poderosas famílias: os Cerchi e os Donati. Aqueles fizeram grande   fortuna com o comércio, enquanto que os Donati eram ricos, pertenciam a uma   antiga estirpe. A rivalidade acentua-se com a luta pelo poder político na   cidade.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:147.5pt;margin-top:0;width:187.5pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/beatriz%20y%20dante.JPG"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="250" height="200" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/beatriz%20y%20dante.JPG" align="right" hspace="10" shapes="_x0000_s1027" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt; É nesta altura que Dante entra na política ocupando um cargo público.   Situação difícil para a natureza de um homem como Dante, pois tentando-se   sobrepôr a todo o tipo de facção para que realmente prevalecessem os   interesses da cidade, acabou por tomar partido pelos Brancos (assim eram   designados os que tinham o partido dos Cerchi, enquanto que a outra facção   eram denominados de Negros) para se opôr aos interesses de Bonifácio VIII,   que tinha o objectivo de se apoderar da Toscana e que dava apoio aos Negros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 1301 é enviado a Roma como membro de uma embaixada. O papa, tendo-se   apercebido de que Dante era um temível adversário dos seus interesses, não o   deixou partir. Entretanto a situação muda bruscamente em Florença. Os Negros   vencem, expulsam os Brancos incendiando as suas casas e condenam os ausentes   à revelia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Inicia-se assim um exílio que irá manter o célebre florentino longe da sua   pátria por toda a vida. Irá percorrer toda a Itália sonhando sempre com o   regresso à pátria e com uma ideia avançada para a época: a unificação de toda   a península.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 1310 vai à Itália Henrique VII do Luxemburgo, o poderoso Imperador que irá   tentar pacificar as cidades italianas, unificando-as sob o seu domínio. Mas   são os próprios florentinos que desencadeiam um movimento oposto a esta ideia   e que depressa alastrou por toda a Itália pondo fim a esta tentativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Percorrendo cidade após cidade, Dante passa os últimos anos de sua vida na   cidade de Ravena onde, diz-se, terá tido uma cátedra na Universidade desta   cidade. Em 1321, no regresso de uma viagem a Veneza, onde fora como   embaixador do senhor de Ravena, Dante adoece, vindo a desencarnar na noite de   13 de Setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Homem de qualidade superiores, Dante vai-se imortalizar através da sua vasta   obra, e mais concretamente através da &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Divina   Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, que o tornou um dos grandes escritores de todos os   tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Abrangendo áreas desde a retórica até à política, passando pela poesia, Dante   transmite-nos não só a experiência de um homem da sua época com uma vida   atribulada, mas também as vivências e inquietudes do Homem de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A sua primeira obra, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Vida   Nova”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, é um trabalho em poesia e prosa cujo tema é o seu grande   amor por Beatriz. As poesias são ou comentadas ou introduzidas por textos   escritos em prosa onde Dante narra o seu elevado sentimento de amor. Não um   amor inferior mas um amor platónico que o poeta descobre dentro de si e que   transmite através dos versos. Este amor por Beatriz alcançará uma dimensão   mais elevada na última parte da &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Divina   Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“O Convívio”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,   composto nos anos que vão de 1304 a 1307, é uma das primeiras obras que Dante   escreve fora da sua terra natal. Obra em que o autor demonstra o seu vasto   conhecimento e saber, é escrita em prosa e os temas são extraídos de pequenas   composições poéticas que o precedem. Dante projectará &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“O Convívio”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; para 15   tratados mas apenas foram escritos 4, sendo o primeiro uma introdução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Escrito em italiano comum, o primeiro do género, pois na época obras deste   cariz eram escritas em latim, Dante tenta fazer chegar o conhecimento a todos   os homens, desde príncipes, barões, cavaleiros e muitos outros nobres, até ao   povo, não só homens mas também mulheres.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1028" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:0;margin-top:0;width:175.5pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/virgilio%20y%20dante%20ante%20el%20infierno%20de%20los%20traidores,%20blake.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="234" height="216" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/virgilio%20y%20dante%20ante%20el%20infierno%20de%20los%20traidores,%20blake.jpg" align="left" hspace="10" vspace="10" shapes="_x0000_s1028" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt; De realçar nesta obra o conceito de nobreza que &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“é a perfeição da própria natureza em cada coisa”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,   não se herda, não provém da estirpe, nem do tempo, nem das riquezas, mas da   Alma, e compreendem em si, além das virtudes morais e intelectuais, as boas   disposições naturais, a bondade, os sentimentos generosos. Ela, a nobreza, é   depois sublimada pela graça santificante, e torna-se semente de vida feliz,   que se desenvolve, primeiro naturalmente e depois racionalmente, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“até levar até Deus a Alma por Deus   criada”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“A Vulgar Eloquência”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;   é um tratado de filologia ou ciência da linguagem. Composta por dois volumes,   Dante analisa a linguagem como tendo uma única raíz que se foi multiplicando   até se criarem os particulares dialectos. Faz distinção entre linguagem   popular e linguagem culta, distingue na poesia as várias métricas, os versos,   os estilos, etc... Preconiza que deveria existir uma língua comum em toda a   península itálica, o que significa a existência de uma nação, conceito   inexistente na época puramente feudal do seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Monarquia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; é   um tratado de teor político-filosó&lt;wbr&gt;fico, escrito em latim, no qual Dante   exprime as suas ideias sociais. Ao grande partidarismo da época, Dante opõe o   conceito de um governador universal representado por um Imperador, que   unifique todos os países e nações. O Imperador ou Monarca imperará sobre   todos os reis, ministros ou chefes dos povos, e agindo segundo a Justiça,   conseguirá que todos os que agem abaixo dele sigam o seu exemplo. Assim a   humanidade viveria em Paz e Justiça social, de harmonia com a Lei Universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De Dante podemos ainda encontrar outras obras menores, a maioria póstumas,   reunidas e publicadas mais tarde. Estão neste caso as &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Éclogas”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“As Epístolas”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“As Rimas”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“A Questão da Água e Terra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;”.   Simples documentos da actividade intelectual do poeta nos meios cultos da   época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“A Divina Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; É a obra-prima de Dante. Começada por volta de 1307, trabalhou nela durante   todo o resto da sua vida. Poema composto por três partes contendo a primeira   parte 34 cantos e as outras duas partes 33 cantos cada uma, totalizando 100   cantos, está escrito em tercetos de versos decassilábicos com rima encadeada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tendo o título original de &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,   mais tarde os editores colocam-lhe o título de &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“A Divina Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1029" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:0;margin-top:0;width:123pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/plano%20del%20infierno%20de%20dante.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="164" height="243" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/plano%20del%20infierno%20de%20dante.jpg" align="left" hspace="10" vspace="10" shapes="_x0000_s1029" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt; É nesta obra que Dante coloca todo o Conhecimento e Sabedoria do homem   superior que era, adaptando o Saber Tradicional à forma religiosa vigente   para assim transmitir esses mesmos Conhecimentos aos outros homens. Rica em   simbolismo, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“A Divina   Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; está perfeitamente adaptada ao cristianismo, podendo ser   lida por todos aqueles que a queiram ler. Uns contentam-se apenas com o   invólucro de que está revestida a obra, outros antevêm mais além, cada um   segundo as suas possibilidades de beber na fonte inesgotável do simbolismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Comédia”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;   Dante relata todo o processo de aceleração da evolução humana, ou seja, o   processo iniciático, desde a descida aos mundos inferiores até à contemplação   do Divino, processo este que é dividido em três partes: &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Inferno”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Purgatório”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Paraíso”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1030" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:147.5pt;margin-top:0;width:187.5pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/dnate%20se%20encuentra%20con%20virgilio,%20ilustracion%20de%20william%20blake%20para%20la%20divina%20comedia.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="250" height="174" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/dnate%20se%20encuentra%20con%20virgilio,%20ilustracion%20de%20william%20blake%20para%20la%20divina%20comedia.jpg" align="right" hspace="10" shapes="_x0000_s1030" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Na primeira parte Dante narra que, tendo-se perdido numa   floresta obscura, tenta em vão subir a uma colina iluminada pelos raios do   sol nascente pois encontra-se frente a três feras que o impedem. Surge então   Virgílio, o grande poeta latino, que será o guia espiritual nas duas   primeiras partes da odisseia que Dante terá de percorrer. Virgílio   tranquiliza-&lt;wbr&gt;o, oferecendo-se para o tirar dali, levando-o através do   Inferno e do Purgatório, um privilégio concedido a Dante pela oração de   Beatriz, para que ele possa alcançar o Reino dos Bem-Aventurados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É assim que Dante se encontra no caminho da &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;“Via Fatale”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; sobre cujos portais se   encontra gravado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;«Por mim se vai à   cidade dolente&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;  Por mim se vai ao   eterno tormento&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;  Por mim se vai   viver com a perdida gente».&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1031" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:0;margin-top:0;width:139.5pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/dante%20y%20virgilio%20ante%20las%20puertas%20del%20infierno,%20ilustracion%20de%20william%20blake.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="186" height="270" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/dante%20y%20virgilio%20ante%20las%20puertas%20del%20infierno,%20ilustracion%20de%20william%20blake.jpg" align="left" hspace="10" shapes="_x0000_s1031" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É o primeiro passo, atravessar a terrível porta para se   entrar nos mundos inferiores. Para isso é necessária toda a preparação e   purificação para não se cair nos domínios inferiores. É a inspiração amorosa   que leva Dante a “agir”, mas um amor platónico, ou seja, oriundo de Vénus   Urania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É necessária a “acção” para que todo o processo se inicie. Como diz Krishna a   Arjuna no Bhagavad-Gita, o caminho do Conhecimento é o caminho da Acção   ultrapassada. Só com a experiência vem o verdadeiro Conhecimento, e o poeta   terá que percorrer todo o longo caminho até chegar ao Conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nas duas primeiras partes do poema vemos Dante conduzido por Virgílio, símbolo   da razão, do conhecimento, da sabedoria, de toda a herança cultural dos   antigos. É a etapa em que o homem necessita do apoio externo para que possa   avançar no “tortuoso caminho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1032" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;margin-left:185pt;margin-top:0;width:225pt;" allowoverlap="f"&gt;    &lt;v:imagedata src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/beatriz%20ensena%20el%20paraiso%20a%20dante.jpg"&gt;    &lt;w:wrap type="square"&gt;   &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="300" height="214" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens%20artigos/beatriz%20ensena%20el%20paraiso%20a%20dante.jpg" align="right" hspace="10" shapes="_x0000_s1032" /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Após estas etapas, o poeta caminha não sozinho mas   acompanhado por Beatriz que o conduzirá até ao final de toda a odisseia.   Beatriz é Vénus Urania, a grande paixão do homem por aquela sua “parte” que   lhe falta: a Alma. Nesta fase o “lanu” não necessita de apoio externo do   mestre, mas aspira a algo mais, aspira a conquistar a Essência perdida em   tempos remotos. É com esta conquista que Dante entra no Reino dos   Bem-Aventurados, onde habitam os Deuses, o Paraíso cristão, o Amenti egípcio,   o Nirvana de Buda. Diversas terminologias para exprimirem todas o mesmo: o   Inexprimível.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt; Kartia Fonseca&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;span style="font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:Calibri;font-size:12.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-4557819850869646844?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/' title='Dante e a Divina Comédia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/4557819850869646844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=4557819850869646844' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/4557819850869646844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/4557819850869646844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/dante-e-divina-comdia.html' title='Dante e a Divina Comédia'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-1786770540556601233</id><published>2008-11-18T12:04:00.000-02:00</published><updated>2008-11-18T12:07:51.962-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Dido'/><title type='text'>Hecate</title><content type='html'>&lt;a href="http://mitologia-grega.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLKmvZKYHI/AAAAAAAAAK4/hbA4dM1DBU8/s1600-h/Digital_Dreams_by_urban_creations.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLKmvZKYHI/AAAAAAAAAK4/hbA4dM1DBU8/s400/Digital_Dreams_by_urban_creations.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269997280882745458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:20.0pt;color:#6681E2;"&gt;I – NOMES: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" border="1" cellpadding="0" width="100%" style="width:100.0%;mso-cellspacing:1.5pt;mso-yfti-tbllook:1184;mso-padding-alt:  0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0;mso-yfti-firstrow:yes"&gt;   &lt;td width="15%" style="width:15.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Times;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Grego: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="15%" style="width:15.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-bidi-font-family:Arial;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Ekata&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;span style="   ;font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Ekath&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="15%" style="width:15.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Transliteração:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="15%" style="width:15.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="times"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Hekata&lt;br /&gt; Hekatê&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="12%" style="width:12.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Tradução:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="23%" style="width:23.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-bidi-font-family:Times;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Mãos- Dançantes &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;(da palavra grega “&lt;i&gt;hekateris&lt;/i&gt;”)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1"&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Títulos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &amp;amp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="   Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; Epítetos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-ansi-language:   EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Aidwnaia&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="   mso-ansi-language:EN-US;color:#6681E2;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Kourotrofe&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="   mso-ansi-language:EN-US;font-family:Symbol;color:#6681E2;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Enodiw&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="   mso-ansi-language:EN-US;font-family:Symbol;color:#6681E2;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Brimw&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Transliteração&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="times"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Aidônaia&lt;br /&gt; Kourotrophe&lt;br /&gt; Brimô&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="12%" style="width:12.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Tradução:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="23%" style="width:23.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Senhora do Hades&lt;br /&gt; Enfermeira dos Jovens&lt;br /&gt; A Furiosa, A Terrível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:2"&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Times;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Títulos e Epítetos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;TrimorfoV&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="   mso-ansi-language:EN-US;font-family:Symbol;color:#6681E2;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Zhrunqia&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="   mso-ansi-language:EN-US;font-family:Symbol;color:#6681E2;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;PershiV&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Transliteração:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="times"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Trimorphos&lt;br /&gt; Zerynthia&lt;br /&gt; Persêis&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="12%" style="width:12.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Tradução:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="23%" style="width:23.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;   font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Triforme&lt;br /&gt; Senhora de Zerynthos&lt;br /&gt; Filha de Perses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:3;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Pronuncia   Latina&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Times&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Hécate&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="12%" style="width:12.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;   mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="23%" style="width:23.0%;border:none;padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:   auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:20.0pt;color:#6681E2;"&gt;II – GENERALIDADES:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hekate era a deusa da feitiçaria, uma das jovens Titânides. Por permanecer ao lado de Zeus na luta contra os Titãs, a deusa não perdeu nenhum de seus privilégios, garantindo-lhe, assim, o poder sobre a terra, o céu, o mar e o Mundo Inferior. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Estava também intimamente ligada aos Mistérios de Eleusis, bem como, ajudou Demeter a procurar sua filha Perséfone, para depois juntar-se a ela como deusa do Hades. Alguns poetas relatam que os Coribantes ou os Curetes eram seus servos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Nos vasos gregos, Hekate é normalmente retratada segurando duas tochas.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;III – FAMÍLIA:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;1- Linhagem:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Titãs.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Ponto (Mar) &amp;amp; Gaia (Terra) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=" Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;→&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-weight:normalfont-family:Verdana;font-size:10.0pt;"&gt; Crio (Titã do Domínio)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &amp;amp; Euríbia (Deusa Marinha) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;→&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-bidi-font-weight:normalfont-family:Verdana;font-size:10.0pt;"&gt; Perses (Titã da Destruição)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &amp;amp; Astéria (Deusa de Delos): &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:16.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;2- Pais: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal"  style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 36.0ptcolor:black;"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;&lt;a href="http://www.theoi.com/Ouranos/Perses.html"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Perses&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &amp;amp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;&lt;a href="http://www.theoi.com/Ouranos/Asteria.html"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Astéria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="      font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;      &lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Teogonia 404,      Apolodorus 1.8&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="      font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;      font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal"  style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 36.0ptcolor:black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Perses-Persaios:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Argonautica 3.1036, Hinos Homéricos a Demeter 24,      Lycophron 1174,  Diodorus Siculus 4.45.1 &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal"  style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 36.0ptcolor:black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Nyx:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; Lírico Grego IV Bacchylides Frag 1B.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal"  style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:      auto;text-align:justify;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 36.0ptcolor:black;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Tártaro:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Outras Fontes. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;3- Filhos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul type="disc"&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;      text-align:justify;mso-list:l1 level1 lfo2;tab-stops:list 36.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Cila com Fórcis: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;[o autor identifica Hekate com &lt;i&gt;Kratais&lt;/i&gt;      que é normalmente tomado como um outro nome de Ceto (Keto)]: &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Argonautica 4.&lt;span style="color:black;"&gt;827.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;      text-align:justify;mso-list:l1 level1 lfo2;tab-stops:list 36.0pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Cila com Apolo:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Outras Fontes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;  &lt;li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;      text-align:justify;mso-list:l1 level1 lfo2;tab-stops:list 36.0pt"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"    style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;      mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:      PT;font-style:normalfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Circe, Medéia, Aigialeus com Aeetes:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"    style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;      mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:      PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"   style="font-family:      &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;      mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Diodorus Siculus 4.45.1.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6781E1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6781E1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6781E1;"&gt;IV- CITAÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Hesíodo &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Teogonia &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h4 align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"    style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;HINO Á HÉCATE&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Febe entrou no amoroso leito de Coios&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e fecundou a Deusa o Deus em amor,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;ela gerou Leto de negro véu, a sempre doce,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;boa aos homens e aos Deuses imortais,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;doce dês o começo, a mais suave no Olimpo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Gerou Astéria de propício nome, que Perses&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;conduziu um dia a seu palácio e desposou,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e fecundada pariu Hécate a quem mais&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Zeus Cronida honrou e concedeu esplêndidos dons,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;ter parte na terra e no mar infecundo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Ela também do Céu constelado partilhou a honra&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e é muito honrada entre os Deuses imortais.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hoje ainda, se algum homem sobre a terra&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;com belos sacrifícios conforme os ritos propicia&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e invoca Hécate, muita honra o acompanha&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;facilmente, a quem a Deusa propensa acolhe a prece;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e torna-o opulento, porque ela tem força.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;De quantos nasceram da Terra e do Céu&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e receberam honra, de todos obteve um lote;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;nem o Cronida violou nem a despojou&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;do que recebeu entre os antigos Deuses Titãs,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e ela tem como primeiro no começo houve a partilha.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Nem porque filha única menos partilhou de honra&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e de privilégio na terra e no céu e no mar&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;mas ainda mais, porque honra-a Zeus.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A quem quer, grandemente dá auxílio e ajuda,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;no tribunal senta-se junto aos reis venerandos,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;na assembléia entre o povo distingue a quem quer,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e quando se armam para o combate homicida&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;os homens, aí a Deusa assiste a quem quer&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e propícia concede vitória e oferece-lhe glória.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Diligente quando os homens lutam nos jogos&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;aí também a Deusa lhe dá auxílio e ajuda,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e vencendo pela força e vigor, leva belo prêmio&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;facilmente, com alegria, e aos pais dá a glória.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Diligente entre os cavaleiros assiste a quem quer,&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e aos que lavram o mar de ínvios caminhos&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e suplicam a Hécate e ao troante Treme-terra, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;fácil a gloriosa Deusa concede muita pesca &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;ou surge e arranca-a, se o quer no seu ânimo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Diligente no estábulo com Hermes aumenta &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;o rebanho de bois e a larga tropa de cabras &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e a de ovelhas lanosas, se o quer no seu ânimo, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;de poucos avoluma-os e de muitos faz menores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Assim, apesar de ser a única filha de sua mãe, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;entre imortais é honrada com todos os privilégios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;O Cronida a fez nutriz de jovens que depois dela &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;com os olhos viram a luz da multividente Aurora. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Assim dês o começo é nutriz de jovens e estas as honras.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h6 align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT"    style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Pierre Grimal &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Dicionário da Mitologia Greco-Romana &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É uma deusa aparentada com Ártemis e que não possui mito propriamente&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt; dito. Permanece bastante mister&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;iosa, caracterizada mais pelas suas funções e &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;os seus atributos do que pelas lendas em que intervém.&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;  Hesíodo apresenta-a como concebida &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;por&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Astéria e Perses e descendente direta da &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;geração dos Titãs. É, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;portanto, independente das divindades olím&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;picas; Zeus, porém, conservou-lhe os antigos &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;privilégios e aumentou-os inclusivamente. Es&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;palha por todos os homens a sua benevolênc&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;ia, concedendo as graças que lhe pedem. Dá, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .3pt"&gt;nomeadamente, a prosperidade material, o &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .2pt"&gt;dom da eloqüência nas assembléias políticas, a vitória tanto nas batalhas como nos jogos. &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;Proporciona peixe abundante aos pescadores; &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;faz prosperar ou definhar o gado conforme &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;quer Os seus privilégios estendem-se a todos &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .2pt"&gt;os campos em vez de se limitarem a alguns &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .3pt"&gt;como é, em geral, o caso das divindades. &lt;/span&gt;Invoca-se também muito particularmente como «deusa que nutre» a juventude, em pé de igual&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;dade com Ártemis e Apolo.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.2ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;São estas as características de Hécate na época antiga. Pouco a pouco, a deusa adqui&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;riu uma especialização diversa. Foi considerada &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;como a deusa que preside à magia e aos feiti&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;ços. Está ligada ao mundo das sombras. Surge &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;aos magos e às feiticeiras com um archote em &lt;/span&gt;cada mão, ou sob a forma de diversos animais: &lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;égua, cadela, loba, etc. É a ela que se atribui &lt;/span&gt;a invenção da feitiçaria, e a lenda incorporou-a &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;na família dos magos por excelência, Eetes e &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;Medeia da Cólquida&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Com efeito, tradições tardias dizem que Circe é sua filha&lt;/span&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Ora Circe é a tia de Medeia. Por vez&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;es, passa mesmo por ser sua mãe.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Como feiticeira, Hécate preside às encruzil&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.2ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;hadas, que são lugares de eleição da magia. &lt;/span&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Aí se ergue a sua estátua, sob a forma de uma mulher com três corpos ou então com três cab&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.2ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;eças. Estas estátuas eram muito abundantes nos campos da Antigüidade e junto delas co&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;locavam-se oferendas.&lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span lang="PT"   style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Junito de Souza Brandão Mitologia Grega Vol. I  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;, em grego &lt;/span&gt;&lt;span style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;'&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Ecath&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; (Hekáte), que é o feminino de &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-family:Symbol;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;ecatos&lt;/span&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;span style="letter-spacing: .3pt"&gt;(hékatos), isto é, que “fere à distância, que “age como lhe apraz”, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;qualidade específica da grande deusa, sobre que se apóia especial&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;mente  Hesíodo   na   Teogonia&lt;i&gt;,   &lt;/i&gt;425-43.5.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Deusa aparentada à Ártemis, não possui um mito próprio. Pro&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;fundamente misteriosa, age mais em função de seus atributos. Embora descenda dos Titãs e seja portanto independente dos deuses &lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;olímpicos, Zeus, todavia, lhe conservou os antigos privilégios e até &lt;/span&gt;mesmo os aumentou. Era princípio, uma deusa benéfica, que derra&lt;span style="letter-spacing:.55pt"&gt;ma sobre os homens os seus favores, concedendo-lhes a prosperid&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;ade material, o dom da eloqüência nas assembléias, a vitória nas batalhas e nos jogos, a abundância de peixes aos pescadores. Faz prosperar o rebanho ou o aniquila, a seu bel-prazer. É a deusa nutriz&lt;i&gt; &lt;/i&gt;da juventude, em pé de igualdade com Apolo e Ártemis. Eis aí um retrato de Hécate na época mais antiga. Aos poucos, todavia, Hécate foi adquirindo características, atributos e especialização bem dife&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;rentes. Deusa ctônia, passou a ser considerada como divindade que &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;preside à magia e aos encantamentos. Ligada ao mundo das sombras, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.75pt"&gt;aparece aos feiticeiros e às bruxas com uma tocha em cada mão &lt;/span&gt;ou ainda em forma de diferentes animais, como égua, loba, cadela, &lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;Tida e havida como a inventora da magia, o mito acabou por fazê-la &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;penetrar na família da bruxaria por excelência: Eetes, Círce e Medéia. &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;É assim que tradições tardias fizeram-na mãe de Circe e, por con&lt;/span&gt;seguinte, tia de Medéia. Como mágica, Hécate preside às encruzi&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;lhadas, local consagrado aos sortilégios. Não raro suas estátuas re&lt;/span&gt;presentam-na sob a forma de mulher com três corpos e três cabeças.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Hécate é a deusa dos mortos, não como Perséfone, mas como divindade que &lt;span style="letter-spacing:.3pt"&gt;preside às aparições de fantasmas e senhora ma&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.55pt"&gt;lefícios. Empunhando duas tochas e seguida de éguas, lobas e ca&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;delas é a senhora todo-poderosa invocada pelas bruxas. Seu poder &lt;/span&gt;terrível manifesta-se particularmente à noite, à luz bruxulante da Lua&lt;span style="letter-spacing:.75pt"&gt;, com a qual se identifica. Deusa lunar e ctônia, está ligada &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.65pt"&gt;aos ritos da fertilidade. Sua polaridade, no entanto, já foi acen&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.6pt"&gt;tuada: divindade benfazeja, preside à germinação e ao parto, protege a navegação, prodigaliza prosperidade, concede a eloqüência, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;a vitória e guia para os caminhos órficos da purificação; era cont&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.6pt"&gt;rapartida, possui um aspecto terrível e infernal: é a deusa dos &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .4pt"&gt;espectros e dos terrores noturnos, dos fantasmas e dos monstros apavorantes. Mágica por excelência, é a senhora da bruxaria. Só se &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.65pt"&gt;pode esconjurá-la por meio de encantamentos, filtros de amor ou &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.55pt"&gt;de morte. Sua representação com três corpos e três cabeças pres&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .35pt"&gt;ta-se&lt;b&gt; &lt;/b&gt;a interpretações simbólicas de diferentes níveis. Deusa da Lua &lt;/span&gt;pode representar-&lt;wbr&gt;lhe três fases da evolução: crescente, minguante e &lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;lua nova, em correlação com às três fases da evolução vital. Deusa&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .55pt"&gt;ctônia, ela reúne os três níveis: o infernal, o telúrico e o celeste e, por isso mesmo, é cultuada nas encruzilhadas, porque cada decisão &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.65pt"&gt;a se tomar num trívio postula não apenas uma direção horizontal &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.5pt"&gt;na superfície da terra, mas antes e especialmente uma direção vert&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .55pt"&gt;ical para um ou para outro dos níveis de vida escolhidos.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.4ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;A grande mágica das manifestações noturnas simbolizaria ainda &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;o inconsciente, onde se agitam monstros, espectros e fantasmas. De um lado, o inferno vivo do psiquismo, de outro uma imensa reserva &lt;span style="letter-spacing:.7pt"&gt;de energias que se devem ordenar, como o &lt;i&gt;caos &lt;/i&gt;se ordenou em &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.55pt"&gt;cosmo&lt;i&gt; &lt;/i&gt;pela força do espírito.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span lang="PT"   style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Karl Kerényi &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span lang="PT"   style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Os Deuses Gregos &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6781E1;"&gt;AS DEUSAS EURÍBIA, ESTIGE E HÉCATE&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Um relato sobre as deusas do Destino, que Homero une numa única &lt;i&gt;Moira Krataia, &lt;/i&gt;a “Moira forte”, deve ser acompanhado de um relato sobre as deusas igualmente notáveis pela força ou por alguma conexão especial com seres que significam força. Elas formam um grupo acidental de três - mas não inteirament&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;e acidental, já que Hesíodo as une pelo parentesco.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Euríbia, como o nome quer dizer, era uma deusa de “ampla força”. &lt;i&gt;Bia &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.35ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;significa “força” e é sinônimo de &lt;i&gt;kratos, &lt;/i&gt;“poder”. Supunha-se que Euríbia &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;fosse filha de Géia. Mas seu pai era o Mar, Ponto. Seus irmãos foram Nereu e &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Fórcis, dois “Velhos do Mar”, e Taumante, cujo nome significa “Maravilha do Mar”. Sua irmã era Ceto, a deusa das belas faces, cujo nome quer dizer “Monstro do Mar”. Euríbia tinha um coração de aço. Ela deu filhos a Crio, cujo nome &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.3ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;indica “O Carneiro do Céu” e que foi um dos dois Titãs que não se casaram com uma Titânida. A deusa do coração de aço, entretanto, era quase uma &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Titânida. Seus filhos têm a natureza semelhante à dos Titãs: Astreu, “o Estrela&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;do”, Palas, o marido de Estige; e Perses, pai de Hécate.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Estige é para nós um nome odiado; está associado com &lt;i&gt;stygein, &lt;/i&gt;“odiar”. &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É o nome do rio que circunda nove vezes o Mundo Subterrâneo e o limita. A &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;fria queda d’água  do alto do monte Araônio, na Arcádia, recebeu o seu nome &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;por causa do rio do Mundo Subterrâneo, e não ao contrário. Sobre a deusa do mesmo nome diz-se que Zeus gerou nela a Rainha do Mundo Subterrâneo, Perséfone&lt;/span&gt;. Em Hesíodo a deusa Estige é a mais poderosa das filhas mais velhas de Oceano e Tétis. Falava-se que Estige deu a Palas, além de Zelo e Nice &lt;span style="letter-spacing: .4pt"&gt;(“Zelo” e “Vitória”), também Crato e Bia (“Poder” e “Força”). Esses dois &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;nunca deixaram de estar ao lado de Zeus, não somente em casa como também &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;nas viagens. Estige o conseguira no dia em que o Olimpiano convocou todos os deuses para ajudá-lo contra os Titãs e prometeu-lhes que quem o fizesse jamais &lt;/span&gt;careceria de recompensa e honra: todo aquele que ocupasse uma posição ou uma dignidade especial as manteria, e todo aquele que não tivesse recebido nem uma coisa nem outra sob as ordens de Crono receberia uma posição ou uma dignidade &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;que se lhe ajustasse. Daí que Estige fosse a primeira a juntar-se a Zeus com os &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;filhos. Tal era a sua sabedoria, herdada de seu pai Oceano. E Zeus, na verdade, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;a honrou e recompensou ricamente: ela tornou-se o grande Juramento dos deuses. Nem mesmo os mortais se atrevem a perjurar em nome de Estige, que &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;permaneceu associada ao Mundo Subterrâneo e nunca se tomou uma deusa &lt;/span&gt;Olímpica. A importância do juramento feito pelas águas de Estige será explicada &lt;span style="letter-spacing: .1pt"&gt;mais tarde, quando eu chegar à história de Íris. Os Filhos de Estige tornaram-se companheiros constantes do Soberano. Não nos esqueçamos de que na tragédia &lt;/span&gt;de Ésquilo, &lt;i&gt;Prometeu Acorrentado, &lt;/i&gt;Crato e Bia aparecem como dependentes de Zeus. A deusa alada Nice, por outro lado, estava mais intimamente ligada à &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;filha de Zeus, Palas Atena.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate, a terceira do grupo, estava sempre mais próxima de nós - se bem o um nome talvez, queira dizer “a Distante”. Não é o nome que a liga a Apolo e Ártemis, igualmente chamados de Hécaton e Hécate, mas também a &lt;span style=" letter-spacing:.05pt;color:black;"&gt;origem da sua família — se é que Hesíodo está certo no relato a esse respeito. Supõe-se alhures que ela foi uma das Filhas da Noite. Hesíodo, porém, nos dá a seguinte genealogia: o casal de Titãs, Febe e Ceos, teve duas filhas: Leto, a &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;mãe de Apolo e Ártemis, e Astéria, a deusa-estrela, que deu Hécate a Perseu ou &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt;color:black;"&gt;Perses, filho de Euríbia. Hécate, portanto, é prima de Apolo e Ártemis e, ao &lt;/span&gt;&lt;span style=" letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;mesmo tempo, um reaparecimento da grande deusa Febe, cujo nome os poetas &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.05pt;color:black;"&gt;dão freqüentemente à lua. Com efeito, Hécate costumava aparecer-nos carregand&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt;color:black;"&gt;o sua tocha como Deusa da Lua, ao passo que Ártemis, que, às vezes, também &lt;/span&gt;&lt;span style=" letter-spacing:.2pt;color:black;"&gt;carrega uma tocha, nunca o fez. Hesíodo procura distinguir ainda mais Hécate de Ártemis enfatizando, repetidamente, que a primeira é &lt;i&gt;monogenes, &lt;/i&gt;“filha &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt;color:black;"&gt;única”. Nesse sentido, Hécate se parecia também com Perséfone, a deusa do &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.05pt;color:black;"&gt;Mundo Subterrâneo. Quanto ao resto, era uma poderosa deusa tripla. Zeus a &lt;/span&gt;&lt;span style=" letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;reverenciava acima de todas as outras e deixava-a partilhar da terra, do mar e do céu estrelado; ou melhor, não a privou dessa honra tríplice, que ela usufruíra &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .05pt;color:black;"&gt;no tempo dos deuses anteriores, os Titãs, mas deixou-a conservar o que lhe fora &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt;color:black;"&gt;outorgado na primeira distribuição de honras e dignidades. Ela era, portanto, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.05pt;color:black;"&gt;uma verdadeira Titânida dos Titãs, ainda que isso nunca apareça expressamente &lt;/span&gt;&lt;span style=" letter-spacing:.15pt;color:black;"&gt;dito. Pelo contrário, dizem que ela é aquela &lt;i&gt;Krataüs, &lt;/i&gt;aquela “Forte”, que deu &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;a Fórcis o monstro marinho e feminino Cila. Contam-se histórias dos seus casos &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt;color:black;"&gt;de amor com deuses do mar: com Tritão, sobretudo, a quem Hesíodo chama &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="letter-spacing: .1pt;color:black;"&gt;eurybias, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;“de ampla força”. Por outro lado, também se dizia que Hécate era &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt;color:black;"&gt;senhora do Mundo Subterrâneo e todas as noites dirigia um enxame de fantasm&lt;/span&gt;&lt;span style=" letter-spacing:.1pt;color:black;"&gt;as, acompanhada pelo ladrar dos cães. Chamavam-lhe até Cadela ou Loba.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Ela estava literalmente “próxima” de nós, no sentido de que ficava diante &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.2ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;das portas de nossas casas sob o nome de Protiraia, a deusa que ajudava as &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;mulheres no parto (ou, às vezes, as oprimia cruelmente), e era também vista em &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.05ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;locais de reunião de três caminhos, onde se erguiam imagens suas: três máscaras &lt;/span&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;de madeira em cima de uma vara ou uma estátua tripla com três rostos olhando para três direções. Descrever como e com que finalidades as mulheres a invocavam nos levaria para o terreno da feitiçaria; e pretendo limitar-se tanto quanto possível a Mitologia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;René Ménard &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Mitologia Greco-Romana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Tal qual Plutão, não tem Prosérpina um papel bast&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;ante ativo nos infernos. A Hécate é que cabe a missão &lt;/span&gt;de chamar as Fúrias vingadoras que se apoderam dos culpados. Hécate, divindade infernal, que preside os encantamentos e a magia, chama-se às vezes tripla Hécate, por se lhe estender o poder simultaneamente no céu, na &lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;terra e nos infernos.   Aparece na arte como espécie de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;tríade composta de três mulheres. A primeira traz na &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;cabeça o crescente da lua, e em cada mão um facho; a &lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;segunda tem a cabeça radiada e ornada de um gorro &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;frígio; tem uma faca e uma serpente; finalmente, a ter&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .3pt"&gt;ceira segura umas cordas e chaves.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate não desempenha na Fábula papel nitidamente acentuado, e o seu caráter lunar fez com que, às vezes, a &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;confundissem com Diana. Fora esta a primeira em per&lt;/span&gt;ceber o rapto de Prosérpina, e pusera-se a procurá-la com &lt;span style="letter-spacing:.3pt"&gt;os seus fachos. Na guerra dos gigantes, colocara-se, &lt;/span&gt;apesar de   pertencer  ao   partido  dos Titãs,  ao lado   de Zeus, e matara com o fogo dos fachos o gigante Clítio. &lt;span style="letter-spacing: .2pt"&gt;A cena está representada num baixo relevo &lt;/span&gt;antigo, onde Hécate se distingue perfeitamente de Diana &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;que combate ao lado dela com o arco e as flechas. Aliás &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .1pt"&gt;já não tem o caráter de tríade de que somente se reveste &lt;/span&gt;em determinadas ocasiões.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate não era na origem uma divindade infernal, &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;mas tendo emprestado uns disfarces a Europa, facilitando &lt;span style="letter-spacing: .3pt"&gt;assim os amores de Júpiter, tornou-se odiosa a Juno e &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;foi obrigada, para evitar uma perseguição, a ocultar-se &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;sob um lençol, o que a tornou impura. As cabiras, por &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;ordem de Júpiter, purificaram-&lt;wbr&gt;na no Aqueronte, e desse &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;modo passou a ser deusa do Tártaro. O seu papel nos &lt;/span&gt;infernos tem duplo aspecto. Como divindade vingadora, preside às expiações; como deusa da magia, preside os e&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;ncantamentos, e é ela que envia à terra os monstros e&lt;/span&gt;vocados dos infernos.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate é a grande mágica que se invoca para os encantamentos: detém-se nas encruzilhadas, perto dos túmulos, e quando sente o cheiro de um crime, faz que l&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;adrem os cães infernais que a acompanham.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;“Hécate, diz Creuzer, quer dizer aquela que age de longe, ou aquela que afasta, que repele.   Ofereciam se lhe &lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;sacrifícios expiatórios, espécies de lustrações domésticas &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .45pt"&gt;feitas pela fumaça, celebradas no dia 30 de cada mês, e o&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.75pt"&gt;nde eram objetos essenciais ovos e jovens cães. Os &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.5pt"&gt;restos desses animais e das demais ofertas, reunidos a &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;muitos comestíveis, deviam ser expostos nas encruzilhadas, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.7pt"&gt;diziam-se o festim de Hécate. Muitas vezes os pobres e&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt; os cínicos saqueavam esses restos com uma avidez que &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;pura os antigos era o sinal da extrema indigência ou da última &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;baixeza. O cão era o animal consagrado a Hécate. &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .4pt"&gt;Alguns monumentos mostram tal deusa tendo um cão ao &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;rolo, a quem parece acariciar. Representavam-&lt;wbr&gt;na também com&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;uma cabeça de cão, e talvez fosse aquela a sua antiga &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.45pt"&gt;forma mística, a forma sob a qual era adorada nos mistérios&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.65pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="letter-spacing:.65pt"&gt;da Samotrácia, onde se imolavam cães em sua &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.45pt"&gt;honra. Hécate tinha  também  os  seus  mistérios,  particularmente em Egina; a instituição se prendia a Orfeu. Viam-se na ilha varias estatuas da deusa, uma das mãos de Miro, com um só rosto, outras com três, atribuídas ao famoso Alcameno”.  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.45ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Arthur Cottrell &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Enciclopédia de Mitologia:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.25ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;descendia, segundo alguns relatos, dos Titãs&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Era &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;uma deusa grega com duas carac&lt;span style="letter-spacing:.05pt"&gt;terísticas distintas: durante o dia &lt;/span&gt;exercia a sua influência benigna &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;sobre a agricultura, mas durante &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.05pt"&gt;as horas de trevas interessava-&lt;wbr&gt;se por feitiçaria, fantasmas e túmu&lt;/span&gt;los. Semelhante em muitos aspectos à deusa da vegetação Demeter, Hécate associava de modo &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;perturbante a fertilidade à morte &lt;/span&gt;enquanto forças terrestres. A feiticeira Medéia&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;princesa da Cólquida rejeitada por Jasão&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;costu&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;mava invocar Hécate em suas &lt;/span&gt;artes mágicas. Hécate surge geral&lt;span style="letter-spacing: .1pt"&gt;mente representada com três ros&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;tos. Os atenienses tratavam-na &lt;/span&gt;com especial deferência e depositavam mensalmente oferendas nas &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;encruzilhadas, onde se pensava &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;que a deusa exercia o seu poder.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Mário Meunier &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Nova Mitologia Clássica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;(fragmento do capitulo ‘Ártemis’)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.15pt; font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;h5 style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.1pt; font-weight:normalfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;Mas por que a Lua, que chamam de Febe, isto é, a Ra&lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;diosa, foi considerada caçadora? Será porque sua luz fraca &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.15ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;ilumina e revela os esconderijos secretos em que, durante o &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.2ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;dia, se escondem às feras? Será porque, nas clareiras, lebres &lt;/span&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;e gamos refocilam-se no silêncio prateado de seus raios plá&lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;cidos? Ou será porque a Lua, tal caçador infatigável e ar&lt;/span&gt;dente, percorre, sonda e esquadrinha todos os espaços do Céu? &lt;span style="letter-spacing:.05pt"&gt;Qualquer que seja a razão, a caça e todas as suas peripécias foram sempre as mais constantes prerrogativas de Ártemis. &lt;/span&gt;Rainha iluminadora dos caminhos e pálida protetora das evo&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;cações do Inferno, era ela também a Deusa que, sob o nome &lt;/span&gt;de Hécate, protegia os passos dos homens nos atalhos escarpados, nos desfiladeiros das montanhas, nas encruzilhadas indecisas e enganadoras e que, às vezes, o amedrontava com sua &lt;span style="letter-spacing:.2pt"&gt;luz propícia às aparições de espectros e aos encantamentos &lt;/span&gt;das bruxas maléficas. Mais ainda, era graças à sua límpida presença e sob o&lt;span style="font-variant:small-caps"&gt; &lt;/span&gt;suave entornar de seus úmidos raios, que a vegetação, arruinada pelo Sol, respirava o frescor e se saciava &lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;com o rocio da noite.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Dicionário Ilustrado da Mitologia &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Editora Ediouro  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;um dos nomes correspondentes às três formas de Ártemis (Diana) que os antigos chamavam: Febe, no céu (a Lua); Ártemis (Diana) na terra e Hécate nos infernos. Sob a designação de Hécate, presidia os atos de magia e de encantamento. Em honra a Hécate celebravam-se em Atenas as festas “&lt;i&gt;ecatésias&lt;/i&gt;”, durante as quais, os ricos da cidade ofereciam, nas encruzilhadas, uma comida pública, chamada de Hécate, destinada principalmente aos pobres da localidade e aos viajantes indigentes.  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Dicionário de Mitologia &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Editora Best Seller &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Filha de Perses e Astéria. Originária da &lt;/span&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Trácia, era primitivamente uma deusa lunar. Apre&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;sentava traços de Diana, sendo, às vezes, assimilada&lt;/span&gt; a ela. Seu nome parece ser a forma feminina &lt;span style="letter-spacing:.05pt"&gt;do Hécatos (o que fere de longe), epíteto de Apolo. &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;Tão poderosa no céu como na terra, Hécate concedia&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt; aos homens a prosperidade material, o dom&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;da eloqüência nas assembléias políticas, a vitória nas batalhas e nos jogos. Promovia o aumento dos &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.35pt"&gt;rebanhos e favorecia a boa pesca. Assim como &lt;/span&gt;Diana e Apolo, também protegia a juventude. Aos &lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;poucos, passou a presidir à magia e aos encantamentos, &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.3pt"&gt;ligando-se ao mundo dos mortos. Aparecia&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.4pt"&gt;aos feiticeiros com uma tocha em cada mão &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.15pt"&gt;ou sob a forma de diferentes animais. Costumam atribuir-lhe a invenção da feitiçaria. Ficava de preferência&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt; nas encruzilhadas, junto aos túmulos ou&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: .4pt"&gt;nos lugares onde havia ocorrido um crime. Nas &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.1pt"&gt;encruzilhadas colocavam sua estátua sob a forma &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing:.25pt"&gt;de uma mulher com três corpos ou três cabeças. &lt;/span&gt;Junto à imagem, depositavam oferendas para atrair &lt;span style="letter-spacing:.05pt"&gt;seu favor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Michael Grant &amp;amp; John Hazel &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Who’s Who in Classical Mythology&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.1pt;mso-ansi-language: EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;HÉCATE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; deusa ctônica (terra) desconhecida de Homero mais importante na Beócia, lar de Hesíodo. Sua paternidade não é clara. Hesíodo a chama de filha de Ceos (Coios) e Febe: uma Titânide que manteve suas honras após a queda dos Titãs. Mas seu pai também pode ser Perses ou o próprio Zeus. E sua mãe é normalmente identificada com a irmã de Leto (mãe de Apolo e Ártemis), a deusa Astéria, embora, algumas vezes, Hécate tenha sido chamada de filha de Demeter e de Feraea. Sua associação com Demeter foi realçada devido à crença de que ambas cuidavam para que o solo fosse fértil, sendo Hécate, mais importante na Caria, na Ásia Menor. Hesíodo declarou que Hécate, cujo nome significa “aquela que tem poder sobre tudo”,  foi honrada por Zeus mais que qualquer outra divindade, já que concedeu a deusa o poder sobre a terra, o mar e o céu. Como deusa terrestre, contudo, Hécate tornou-se intimamente ligada ao mundo dos mortos. Hécate era a deusa da magia, sendo invocada por Medeia, quando esta realizava suas curas, tanto na Cólquida quanto em Corinto. As encruzilhadas eram muito importantes nos ritos mágicos, uma vez que eram nesses lugares que tais ritos aconteciam, assim, mesmo não sendo identificada com Ártemis, Hécate era conhecida como a “Ártemis das Encruzilhadas”. Era descrita com três cabeças, carregando tochas e acompanhada por cães. &lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing:.1ptfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:24.0pt;color:#6681E2;"&gt;Enciclopédia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:24.0pt;color:#6681E2;"&gt; Virtual Mythica&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.pantheon.org/"&gt;&lt;span lang="PT"    style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#0000A0;"&gt;www.pantheon.&lt;wbr&gt;org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;Hécate &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;era a deusa grega das encruzilhadas. Ela é freqüentemente descrita com três cabeças, uma de cão, uma de cobra e a outra de cavalo. É normalmente vista em companhia de dois cães fantasmas, que são seus servos. Hécate é tomada como deusa da feitiçaria ou do mal, mas a deusa também realizou algumas boas ações em seu tempo. Uma delas foi  quando ela resgatou Perséfone (filha de Demeter, rainha do Mundo Inferior e senhora da primavera) do Mundo Inferior. Era dito também que a deusa assombrava uma encruzilhada de três passagens, na qual cada cabeça encarava uma certa direção. Hécate aparecia quando a lua de ébano (lua nova) brilhava.&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;color:#6681E2;"&gt;Timeless Myths &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.timelessmyths.com/"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#0000A0;"&gt;www.timelessmyths.&lt;wbr&gt;com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;Hécate&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; era a filha de Perses ou Persaeus e Astéria, ambos filhos de Titãs. Ela era também chamada de filha de Demeter. Os romanos a identificavam como “Trivia”, deusa das encruzilhadas ou dos “Três Caminhos”, embora  Trivia possa ter sido apenas mais um titulo da deusa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hesíodo menciona repetidamente em sua Teogonia que Zeus deu a Hécate, honras acima de qualquer outra deusa. A deusa concedia riqueza a quem a ela rezasse ou lhe conferisse sacrifícios. Hécate partilhava de todas as riquezas do Olimpo, da terra e do Mundo Inferior. Isto porque a deusa desempenhava o papel de deusa lunar, deusa da fertilidade e ainda deusa do Mundo Inferior. Era, algumas vezes, confundida com Réia e Demeter  como deusa-terra e deusa da fertilidade e com Perséfone como deusa do Mundo Inferior. Era também a deusa da noite, conhecida como “deusa invisível”, sendo acompanhada por cães infernais. Foi Hécate também quem confortou Demeter quando Hades raptou sua filha Perséfone. Assim como Ártemis e Selene, Hécate é uma das deusas da lua, porém, em seu aspecto obscuro. Hécate também foi identifica com Ifigênia, filha de Agamenon e Clitemnestra. De acordo com o “Catálogo das Mulheres”, Hesíodo relatou que, quando os gregos sacrificaram Ifigênia, Ártemis transformou a jovem na deusa Hécate.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate era a deusa da magia e da bruxaria. A feiticeira Medeia era uma de suas sumo-sacerdotisas em seu templo na Cólquida. Na guerra contra os Gigantes, Hécate assassinou o gigante Clítio com sua tocha. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;De acordo com o historiador siciliano Diodorus Siculus, em seu relato sobre Jasão e os Argonautas, Hécate não é uma deusa, mas sim uma feiticeira de Tauris (ou Tauric), filha de Perses, rei de Tauric Chersonese e neta de Hélios. Hécate era conhecida por sua crueldade, já que havia envenenado seu pai e casado com seu tio, Aeetes, rei da Cólquida, tornando-se assim, mãe de Medeia e Circe. Como sumo-sacerdotisa de Ártemis de Tauris, ela tramava o sacrifício de todos os forasteiros que vinham a Cólquida.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:24.0pt;color:#6681E2;"&gt;Greek Mythology Link&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="mso-ansi-language:EN-US"&gt;&lt;a href="http://homepage.mac.com/cparada/GML/Hecate.html"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#0000A0;"&gt;http://homepage.&lt;wbr&gt;mac.com/cparada/&lt;wbr&gt;GML/Hecate.&lt;wbr&gt;html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span lang="EN-US"    style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt;Hécate&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt: auto;text-align:center"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;img border="0" width="74" height="24" id="_x0000_i1025" src="cid:001701c91e7e$4626cbb0$0100007f@cid" v="_x0000_i1025" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Divindade do Mundo Inferior e companheira de Perséfone, é chamada a rainha da noite e a deusa das encruzilhadas. Suas três faces estão viradas para várias direções, e seu nome é gritado, durante a noite, nas encruzilhadas das cidades. Ela é freqüentemente vista bradando archotes e foi com estas armas que a deusa matou o gigante Clítio durante a Gigantomaquia. Hécate é tida como suprema, tanto no céu (Olimpo) quanto no Mundo Inferior (Hades), sendo dito que Zeus recorre a ela sempre que qualquer homem na terra oferece sacrifícios e orações em seu favor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;color:#6681E2;"&gt;1- Privilégios preservados após a Titanomaquia:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; ao tornar-se senhor do Universo, Zeus não privou Hécate de seus privilégios – concernentes a terra, ao céu e ao mar – estes foram seus domínios quando os Titãs governavam o mundo antes de Zeus, então a deusa os manteve, assim como era no principio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;color:#6681E2;"&gt;2- A Deusa dá e também tira:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; esta deusa, uma andarilha noturna, era mestra em feitiços que privavam as pessoas de seu juízo perfeito, lembrando-nos de Pan e dos Coribantes, que também possuíam tal poder.  Era a deusa também quem distribuía riqueza e grandes vantagens àqueles que a ela rogavam. Assim, o resultado de uma guerra ou a vitória nos jogos dependiam dela, que concedia glórias àqueles que  lhe agradavam. Para aqueles que trabalhavam no mar, ela podia garantir uma boa pescaria ou não, de acordo com sua vontade, assim, como no que concerne aos rebanhos, já que a deusa podia aumentá-los ou reduzi-los, conforme sua vontade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;color:#6681E2;"&gt;3- Bruxaria:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; Hécate, era tida como enfermeira e protetora dos jovens, fazendo parte também dos julgamentos, quando estes aconteciam, assim como nas assembléias. Tal poder nos relembra a feitiçaria. Medéia, que era uma sacerdotisa de Hécate, praticava bruxaria, aparentemente, sob a guia da deusa, para que assim pudesse usar, com destreza, ervas mágicas e poções, sendo capaz de estabelecer o curso dos rios, bem como, saber o curso das estrelas e da lua. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;color:#6681E2;"&gt;4- Mundo Inferior: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Hécate, filha do Tártaro, não era uma visão agradável, já que seu aspecto mutável e sua tríplice face deixavam-na com uma aparência terrível. Além disso, a deusa carregava espadas e possuía em seu ombro esquerdo a cabeça de um cavalo, no direito a de uma cadela furiosa e ao centro uma serpente selvagem. Contudo, fora por vezes chamada de “aquela com o coração terno”, uma vez que compadeceu-se da dor de Demeter quando sua filha Perséfone foi seqüestrada, e quando, esta fora encontrada, Hécate passou a ser sua companheira. As três deusas são descritas carregando tochas ou archotes, além disso todas tomam parte nos elementos místicos dos ritos de iniciação, assim como Dionísio, Apolo e as Musas. Uma vez que Hécate é uma divindade do Mundo Inferior, tal prerrogativa lhe concede amplos poderes em diferentes reinos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;color:#6681E2;"&gt;4- Ifigênia, Ártemis &amp;amp; Selene: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Alguns poetas dizem que Ifigênia (filha de Agamêmnon &amp;amp; Clitemnestra) tornou-se Hécate pela vontade de Ártemis, outras alegam que as três faces da deusa representam as seguintes divindades: Ártemis (deusa da caça e da lua) na terra, Selene (deusa da lua) no céu e Hécate no Mundo Inferior. Porém, a própria Ártemis também é identificada com Selene, sendo descrita freqüentemente ostentando o crescente lunar em sua testa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:20.0pt;color:#6681E2;"&gt;V – Textos Diversos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:20.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;(Fontes Desconhecidas)&lt;o&gt;&lt;/o&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;I – HÉCATE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#6681E2;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; Deusa da escuridão, a filha do Titã Pérses e Astéria. Diferente de Ártemis, que representava o luar e o esplendor da noite, Hécate representava a sua escuridão e seus terrores. Em noites sem luar, acreditava-se que ela vagava pela terra com uma matilha de uivantes lobos fantasmas. Era a deusa da feitiçaria e era especialmente adorada por mágicos e feiticeiras, que sacrificavam cães e cordeiros negros a ela. Como deusa da encruzilhada, acreditava-se que Hécate e seu bando de cães assombravam lugares lúgubres que pareciam sinistros aos viajantes. Na arte, Hécate era freqüentemente representada tanto com três corpos ou três cabeças e com serpentes em torno de seu pescoço.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;o&gt;&lt;/o&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-USfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;o&gt;&lt;/o&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText2"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT"    style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:PTfont-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;color:#6681E2;"&gt;II – HÉCATE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT"   style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language: PTfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; Deusa das Bruxas e das Encruzilhadas. Hécate era a deusa da escuridão da lua, ou seja, das noites em que a lua não aparece no céu, deixando assim a terra envolta em escuridão. Era a protetora do mundo dos mortos, estando associada a magia e as bruxas, tendo ainda o poder de conceder graças ou riquezas a quem ela desejasse. A deusa mesclava a fertilidade com a morte para usá-las como um poder telúrico. Durante o dia, a deusa exercia seu poder sobre as fazendas, mas a noite seus interesses eram apenas a bruxaria e os fantasmas. Bruxas e feiticeiras, como Medeia, invocava Hécate em sua praticas mágicas. Normalmente descrita com três faces, Hécate era a deusa das encruzilhadas, sendo este o local onde os gregos deixavam suas oferendas mensalmente, onde os três caminhos se encontravam. Por causa de sua ligação com o Mundo Inferior, a deusa é mostrada quase que com os mesmos atributos que Perséfone. Hécate também se assegurava de que as ordens de Zeus estavam sendo cumpridas.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-1786770540556601233?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mitologia-grega.blogspot.com/' title='Hecate'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/1786770540556601233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=1786770540556601233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1786770540556601233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1786770540556601233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/hecate.html' title='Hecate'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLKmvZKYHI/AAAAAAAAAK4/hbA4dM1DBU8/s72-c/Digital_Dreams_by_urban_creations.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-7008350522929030533</id><published>2008-11-18T11:22:00.002-02:00</published><updated>2008-11-18T11:51:59.842-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ariel in Espiritualidade'/><title type='text'>ABRAÇANDO A ALMA DO COSMOS - O AMOR É REALMENTE O CAMINHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://espiritualise.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLDP3rAWtI/AAAAAAAAAKM/DsTkZyvuPvg/s1600-h/daughter1600.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLDP3rAWtI/AAAAAAAAAKM/DsTkZyvuPvg/s400/daughter1600.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269989191386684114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Na verdade, o cosmo é imbuído por uma alma. E eu, Astrea, lhe infundo essa alma juntamente com o Elohim Pureza.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Tudo o que poderíeis desejar depositar nesse cosmo é multiplicado em pureza muitas e muitas vezes, à medida que, coração por coração, alma por alma e &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;criança por criança entra no espaço interior do ser, na câmara do coração que é tão secreta e, todavia, tão aberta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Compreendei, amados- compreendei as idas e vindas do meu anel e espada de chama azul. Compreendei o quanto de mal e de manifestações malignas tiramos deste universo e lançamos nas trevas exteriores, ou enviamos perante o &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Tribunal do Fogo Sagrado, na Estrela Divina.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Como a mensageira disse, esta é a hora, neste dia*, do alinhamento de Sírio com o vosso Sol. Inspirai profundamente e conhecei os fogos da criação que &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;vêm da Estrela Divina.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;E sabei que a Mãe Divina cuida de todos, que a Mãe Divina vem trazer-vos alivio, curar a vossa dor, ajudar-vos a entrar em níveis onde a vida se &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;torna mais tolerável, pois compreendeis o caminho do meio.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;O Senhor Gautama estabeleceu realmente este caminho, pois ele é necessário. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Ele é ainda mais necessário nesta hora em que Budas, bodhisattvas, eruditos, pessoas de todos os tipos refletem naquilo que acontecerá agora com Hong Kong, com o extremo Oriente e com muitos povos*.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Compreendei, amados, que cada individuo tem uma estrela nos seu centro que é a chama trina. Que todos semeiem e colham e multipliquem.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Que a fonte da sabedoria traga a Taiwan, assim como à China, uma senda de plenitude, um modo de vida em que todos possam viver em paz.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Se isto não acontecer, amados, então o que acontecerá? Podeis ver isso (acontecer) a pouco e pouco ou podeis ver isso subitamente, pois muitas &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;coisas podem acontecer-vos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Aqui, então, eu vim no coração de Astrea. E venho para despojar as nações do &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Extremo Oriente daquelas situações que empurram as pessoas para esta ou aquela dimensão, este ou aquele estereotipo, esta ou aquela condição de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;consciência em que não há tolerância, não há satisfação, não há uma união para um objetivo comum, mas existem tantas diferenças.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Enviai Chama Violeta Para o Mundo Inteiro!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Que tudo isso seja lançado na chama violeta. Que a chama violeta seja a vossa alegria hoje e amanhã, à medida que enviais fitas de luz de chama violeta para todo o corpo planetário, para Omri-tas, governante do Planeta Violeta e para tantas evoluções deste planeta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Que (a vossa celebração) do Quatro de Julho e o resto desta conferência sejam uma saturação de chama violeta- e enviai-a para o mundo inteiro! A &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;chama violeta da oportunidade a ascensão. Dá oportunidade para a magnificência, para a evolução da alma, para vislumbrar a mente de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Há um regozijo tão grande em todos os níveis do céu e da terra, amados, pelos poucos e muitos que são um só com Deus e estão dispostos a dar a sua &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;vida para trazer os outros a um estado de amor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Então,não será o amor aquilo por que todos clamamos, que procuramos, que desejamos? Assim, o amor realiza toda a lei. Assim, o amor traz-vos esse elixir que ninguém pode tirar-vos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;O amor é realmente o caminho, pois o amor leva-vos em suas asas na direção que poderíeis não ter visto, não ter conhecido ou compreendido.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Pelo Amor Podeis Ter Todas As Coisas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Vinde, então, meus amados. Vinde e sabei que no coração de cada alma existe um grão de amor, de luz, de poder, de cura e transparência que todos podem ter.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Mas todos precisam tomá-lo, todos precisam bebê-lo, e todos precisam compreender o seguinte: para garantir que a civilização avance, cada corrente de vida na terra tem de abraçar a senda do amor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;E deve ser de um amor profundo, um amor compassivo, o amor de Maitreya, o amor de bodhisattvas. Este é o amor que não morrerá. É um amor que durará para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Compreendei, sabei isto e percebei que quando vedes o meu anel e espada de chama azul, deveis saber que estou limpando os éteres, o cinto eletrônico, as profundezas da morte e do inferno, os níveis emocionais da mente carnal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Com os vossos chamados faço isto com as minhas muitas legiões de luz.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Acreditai apenas que por meio de um amor com a intensidade do fogo podeis ter todas as coisas, ser todas as coisas, conhecer todas as coisas e &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;elevar-vos até alturas com que nem havíeis sonhado, montanhas que não existem na terra, mas existem em níveis mais elevados da sua esfera.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Sabei, então, amados que não há limite para a vossa vitória. Eu, Astrea, vos recomendo para essa vitória. Ficai agora de pé para reivindicá-la, e com uma tão grande determinação que jamais alguém a tirará de vós nesta vida!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;(A congregação oferece chamados pessoais para reivindicar a sua vitória).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Selo-vos no coração do amor divino. Que este amor divino se torne amor prático que podereis aplicar dia após dia sem perder a vossa ascensão ou a &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;vitória da vossa alma no seu próprio núcleo*.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Selo-vos na luz de Deus que nunca, nunca, nunca falha quando aplicais diligentemente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Este ditado pela Poderosa Astrea foi transmitido pela Mensageira da Grande Fraternidade Branca, Elizabeth Clare Prophet, na Sexta feira, 4 de Julho, durante a Conferência de Verão  de 1997, Espiritualidade Prática: Uma Conferência de Seis Dias Sobre como Viver Uma Vida Espiritual, realizada no Sheraton San Diego Hotel and Marina, San Diego, Califórnia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;* No serviço realizado antes do ditado a Mensageira disse que nesse dia o Sol e a Estrela Divina, Sírio, estavam alinhados no céu.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;* No dia 1 de Julho de 1997, Hong Kong tornou-se uma Região Administrativa Especial da República Popular da China, depois de um século e meio de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;administração britânica.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;* i.e. “Possa este amor divino tornar-se um amor prático que podereis aplicar dia após dia e, portanto, não perder a vossa ascensão ou a vitória &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;da vossa alma no seu próprio núcleo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-bidi-font-family:Arial;"&gt;Pérolas de Sabedoria - publicadas pela Summit Lighthouse do Brasil &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Sub umbra alarum tuarum intineris in pat &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;laudabilis divinitas...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Sissy&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Mistral;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:13.5pt;"&gt;art by Sueli Fernandes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Bookman Old Style&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-7008350522929030533?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://espiritualise.blogspot.com/' title='ABRAÇANDO A ALMA DO COSMOS - O AMOR É REALMENTE O CAMINHO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/7008350522929030533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=7008350522929030533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/7008350522929030533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/7008350522929030533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/abraando-alma-do-cosmos-o-amor.html' title='ABRAÇANDO A ALMA DO COSMOS - O AMOR É REALMENTE O CAMINHO'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSLDP3rAWtI/AAAAAAAAAKM/DsTkZyvuPvg/s72-c/daughter1600.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-6893659424531922737</id><published>2008-11-18T11:07:00.001-02:00</published><updated>2008-11-18T11:11:24.872-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Aeon in Mitologia Egipcia'/><title type='text'>Desmistificando as pirâmides - parte 1</title><content type='html'>&lt;a href="http://mitologiaegipcia.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSK9RhbtLQI/AAAAAAAAAKA/XtOAjQUZWLY/s1600-h/ascension.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSK9RhbtLQI/AAAAAAAAAKA/XtOAjQUZWLY/s400/ascension.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269982622706904322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-ansi-language: PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:Calibri;font-size:12.0pt;"&gt;Zhannko Idhao Tsw&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirâmide cura doenças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversos autores e estudiosos relatam casos de curas e melhoras, para&lt;br /&gt;os mais diversos problemas físicos e emocionais, quando é usada a&lt;br /&gt;energia das pirâmides. Num dos livros clássicos sobre pirâmides, de Ed.&lt;br /&gt;Pettit e Bill Schull, é relatado um caso onde um viciado em drogas&lt;br /&gt;abandonou o vício, depois de algumas seções de meditação dentro de uma&lt;br /&gt;pirâmide. Segundo o mesmo relata "não fui eu que abandonei o vício, foi&lt;br /&gt;ele que me abandonou", deixando claro que parou de usar as drogas por&lt;br /&gt;simples desinteresse, porque não precisava mais delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil o pesquisador Abeilard Gonçalvez Dias relata, em livros como&lt;br /&gt;"Energia da pirâmide beneficia o homem", diversos casos e métodos, em&lt;br /&gt;que a pirâmide é utilizada para auxiliar o processo de cura de diversas&lt;br /&gt;enfermidades. Em Cuba o Dr. Ulises Sosa Salinas tem utilizado a energia&lt;br /&gt;das pirâmides para efetuar curas de problemas os mais diversos, sem uso&lt;br /&gt;de nenhum antibiótico ou qualquer outro aparato tecnológico ou&lt;br /&gt;farmacológico. Devido ao sucesso da terapia com as pirâmides o Dr.&lt;br /&gt;Salinas tem incentivado o uso das mesmas inclusive nos serviços&lt;br /&gt;públicos de saúde, daquele país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vários lugares e tempos a pirâmide tem apresentado efeitos curiosos,&lt;br /&gt;beneficiando o tratamento de diversos males, desde transtornos&lt;br /&gt;psíquicos como depressão e insegurança, passando por casos físicos de&lt;br /&gt;luxações e pequenos cortes, até casos mais graves, de doenças crônicas&lt;br /&gt;cujos relatos declaram, senão uma melhora do quadro clínico geral, ao&lt;br /&gt;menos uma melhora da qualidade de vida do enfermo. Mas, o que há na&lt;br /&gt;pirâmide, que provoca esses efeitos? Qual o mecanismo? O que exatamente&lt;br /&gt;acontece nesses processos de cura? A pirâmide pode curar qualquer tipo&lt;br /&gt;de enfermidade? A seguir tentarei esclarecer esses pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vem a energia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência mais comum, que demonstra a funcionalidade de uma&lt;br /&gt;pirâmide, é a desidratação (mumificação) de materiais orgânicos. Essa&lt;br /&gt;experiência básica demonstra com clareza, e por meio de evidência&lt;br /&gt;física, que há alguma forma energia atuando sobre o corpo de prova.&lt;br /&gt;Também fica claro que não se trata de efeito placebo, já que um pedaço&lt;br /&gt;de carne não tem cérebro. Diversos autores e estudiosos têm apresentado&lt;br /&gt;teorias para explicar esse fenômeno, sem muita unanimidade. De todas, a&lt;br /&gt;explicação que julgo mais correta é aquela que diz ter o efeito da&lt;br /&gt;pirâmide alguma relação com o eletromagnetismo terrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um aparelho eletrônico de sensibilidade apurada, é possível&lt;br /&gt;demonstrar que a estrutura metálica de uma pirâmide é carregada com&lt;br /&gt;cargas de eletricidade estática. Um modelo de circuito eletrônico para&lt;br /&gt;a montagem de um aparelho que detecta cargas eletrostáticas pode ser&lt;br /&gt;encontrado em no grupo de estudos Piramidal (1), no YahooGrupos. O&lt;br /&gt;aparelho possui uma antena que, ao tocar a estrutura da pirâmide,&lt;br /&gt;aciona um indicador como um led (2), que acende para demonstrar a&lt;br /&gt;presença de carga elétrica na estrutura. Depois de feita uma medição, a&lt;br /&gt;pirâmide é descarrega e necessita de um período, em torno de 5 a 15&lt;br /&gt;minutos, para recarregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo uma lei física, todo campo elétrico está associado a um campo&lt;br /&gt;magnético e vice-versa. A dedução mais lógica, é que esse campo&lt;br /&gt;eletrostática que carrega a pirâmide tem origem no campo&lt;br /&gt;eletromagnético terrestre. O mesmo eletromagnetismo que faz mover as&lt;br /&gt;agulhas das bússolas é responsável pela geração de cargas elétricas na&lt;br /&gt;estrutura metálica da pirâmide. De forma análoga às antenas de rádio, a&lt;br /&gt;estrutura piramidal coleta as ondas do campo eletromagnético da Terra e&lt;br /&gt;o transforma em carga elétrica. Esta carga, uma vez que não seja&lt;br /&gt;descarregada, transforma a estrutura em uma espécie de Câmara de&lt;br /&gt;Faraday, uma câmara que mantém uma área carregada eletrostaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eletrostática do corpo humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é sabido que o corpo humano possui carga elétrica, e que o nível&lt;br /&gt;dessa carga elétrica pode auxiliar ou prejudicar a saúde do indivíduo..&lt;br /&gt;Essa carga é tão real que, técnicos em eletrônica ou informática, que&lt;br /&gt;trabalham com manutenção de componentes eletrônicos como circuitos&lt;br /&gt;integrados, precisam descarregar sua carga eletrostática, normalmente&lt;br /&gt;utilizando uma pulseira antieletrostá&lt;wbr&gt;tica, para evitar que, ao tocar os&lt;br /&gt;componentes, a eletricidade presente em suas mãos danifique o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existem técnicas de acupuntura que utilizam aparelhos eletrônicos&lt;br /&gt;para medir a carga eletrostática superficial da pele do paciente,&lt;br /&gt;usando essa medida como indicador de saúde. Utilizando-se agulhas&lt;br /&gt;eletrificadas, os pontos onde se detecta uma carga elétrica de nível&lt;br /&gt;anormal, podem ser regulados e adequados, através de pequenas descargas&lt;br /&gt;elétricas. Esse processo tem dado como resultado uma melhora&lt;br /&gt;substancial no quadro clínico da pessoa tratada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O princípio que explica esse tratamento é o fato de que todo corpo&lt;br /&gt;humano possui carga eletrostática, e essa carga varia conforme a&lt;br /&gt;pessoa, o local do corpo, as características do ambiente, e o estado&lt;br /&gt;físico e emocional da pessoa, dentre fatores. No corpo humano existem&lt;br /&gt;também canais, chamados de meridianos, que são uma espécie de linhas de&lt;br /&gt;força, que se espalham por todas as partes do corpo, distribuindo e&lt;br /&gt;movimentando as cargas eletrostáticas. Quando o acupunturista localiza&lt;br /&gt;um ponto de congestionamento nessas linhas de força, aplica a agulha&lt;br /&gt;para regularizar o fluxo de energia naquele local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a energia da pirâmide é transferida para o corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sob os princípios da física, sabemos que toda carga, elétrica tem&lt;br /&gt;a característica de induzir outra carga em um corpo que esteja próximo.&lt;br /&gt;Este fenômeno é conhecido como princípio da indução. E é através desse&lt;br /&gt;fenômeno que a energia eletrostática da pirâmide passa para o corpo que&lt;br /&gt;esteja imerso em seu campo. Como a pirâmide comporta-se como uma câmara&lt;br /&gt;de Faraday, uma pessoa que esteja dentro ou próxima a ela, vai sofrer&lt;br /&gt;indução eletrostática. Obviamente a energia dessa indução não é&lt;br /&gt;suficiente para provocar choques elétricos que sejam percebidos, mas é&lt;br /&gt;suficiente para influenciar o corpo a nível celular, já que toda&lt;br /&gt;célula, devido a seu minúsculo tamanho, é particularmente influenciável&lt;br /&gt;por cargas eletrostáticas reduzidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma pessoa fica dentro ou próxima a uma pirâmide, esse processo&lt;br /&gt;de indução ocorre naturalmente e sem esforço. E é por isso que algumas&lt;br /&gt;pessoas questionam a validade da terapia piramidal, perguntando como&lt;br /&gt;pode acontecer alguma coisa enquanto a pessoa fica parada, sem nada&lt;br /&gt;fazer, dentro da câmara. Digo esclarecer esse ponto digo que, para que&lt;br /&gt;nosso corpo sintetize vitamina D, basta que fiquemos expostos à luz do&lt;br /&gt;sol por alguns minutos, sem necessidade de maior esforço. O metabolismo&lt;br /&gt;do nosso corpo fará o resto. De forma semelhante, o campo eletrostática&lt;br /&gt;da pirâmide, atua sobre nós induzindo cargas elétricas de tal forma que&lt;br /&gt;regule, potencialize e equilibre nosso campo eletrostático pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dúvida muito comum é se a pirâmide pode ter um efeito negativo. E&lt;br /&gt;essa dúvida é reforçada pelo fato de que, algumas pessoas, quando&lt;br /&gt;começam a usar pirâmides apresentam algumas sensações desagradáveis&lt;br /&gt;como vertigem, dor de cabeça e enjôo. No caso da pirâmide, porém, esses&lt;br /&gt;sintomas são positivos, e indicam que o fluxo de energia do corpo está&lt;br /&gt;sendo regularizado. Tal como a prática de atividade física pode ser&lt;br /&gt;particularmente cansativa e desagradável, para quem não está&lt;br /&gt;acostumado. Somente com a prática constante e regular, e com o&lt;br /&gt;condicionamento do corpo é que se vão sentir plenamente os benefícios&lt;br /&gt;da atividade, sem perceber o desconforto. De forma semelhante, as&lt;br /&gt;sensações desagradáveis que se observam no início da prática com&lt;br /&gt;pirâmides desaparecem depois de algum tempo, a medida que os níveis de&lt;br /&gt;energia corporal são restabelecidos e o fluxo desobstruído, nas&lt;br /&gt;diversas partes do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirâmide não cura a doença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pirâmide não cura nenhuma doença específica, mas pode contribuir para&lt;br /&gt;a resolução de todos os problemas relacionados à saúde e ao bem estar&lt;br /&gt;individual. Entende-se que saúde e bem-estar são reflexos de vários&lt;br /&gt;fatores, como alimentação, atividade física, estresse físico e/ou&lt;br /&gt;mental, status emocional, conduta pessoal, dentre outros. Todos os&lt;br /&gt;fatores, porém, refletem no estado de energia eletrostática que pode&lt;br /&gt;ser detectada na pele, através de instrumentação eletrônica adequada.&lt;br /&gt;Quando é percebida alguma anomalia nos sinais detectados a acupuntura&lt;br /&gt;faz uma aplicação pontual, através das agulhas, eletrificadas ou não,&lt;br /&gt;com o objetivo de potencializar ou desbloquear o fluxo de energia&lt;br /&gt;eletrostática (comumente chamada de energia vital) no ponto com&lt;br /&gt;problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da pirâmide provê um processo um pouco diferente. Como a pessoa é&lt;br /&gt;imersa no campo eletrostático gerado pela estrutura, seja em todo ou em&lt;br /&gt;parte, o campo da pirâmide induz eletricidade estática no campo pessoal&lt;br /&gt;do paciente, potencializando a energia nos pontos onde ele se encontra&lt;br /&gt;debilitado, e regularizando o fluxo nos pontos onde ele está bloqueado.&lt;br /&gt;Esse processo ocorre naturalmente. Não há necessidade de se meditar,&lt;br /&gt;visualizar, ou fazer qualquer prática específica, muito menos ter a&lt;br /&gt;crença ou fé, de que a energia da pirâmide irá funcionar. A energia&lt;br /&gt;eletrostática da pirâmide não é uma questão de fé, e tal como qualquer&lt;br /&gt;outra forma de energia, dará seu resultado, no tempo e no modo&lt;br /&gt;proporcionais à sua ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, podemos dizer que a pirâmide não cura nenhum tipo de&lt;br /&gt;doença. O que ela faz é potencializar o equilíbrio do corpo, liberando&lt;br /&gt;sua própria capacidade natural de se autocurar e autoregenerar. Isso&lt;br /&gt;explica como um único mecanismo, a estrutura piramidal, pode ter uma&lt;br /&gt;utilidade tão vasta, nas mais diversas áreas da terapêutica, física e&lt;br /&gt;psíquica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo que esta seja uma explicação definitiva do mecanismo que&lt;br /&gt;explica o funcionamento das pirâmides e seu efeito. Mas acredito que&lt;br /&gt;estas informações podem trazer um pouco de luz e compreensão sobre a&lt;br /&gt;temática, esclarecer aos interessados, e quiçá servir de base para&lt;br /&gt;novos experimentos e novas descobertas que possam abranger um universo&lt;br /&gt;ainda maior e um entendimento melhor sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) &lt;a href="http://www.piramidal-estudos.cjb.net/"&gt;www.piramidal-estudos.cjb.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Led: Diodo emissor de luz, uma pequena lâmpada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia das pirâmides: aceitação surpreendente entre médicos de Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.terra.com.br/planetanaweb/342/jornal_342_01.htm"&gt;http://www.terra.&lt;wbr&gt;com.br/planetana&lt;wbr&gt;web/342/jornal_&lt;wbr&gt;342_01.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amostras mumificadas em Setembro de 2005. Ainda em perfeito estado de conservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links úteis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entrar no grupo de estudos Piramidal e receber mais informações sobre pirâmides acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.piramidal-estudos.cjb.net/"&gt;www.piramidal-estudos.cjb.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para adquirir uma pirâmide pronta para uso acesse (agora também com pagamento em 12x, com cartão de crédito, ou boleto):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.piramidal-shop.cjb.net/"&gt;www.piramidal-shop.cjb.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais informações sobre pirâmides, coletâneas de textos pesquisados na net, revistas e livros, acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://piramidalcwb.wordpress.com/"&gt;http://piramidalcwb&lt;wbr&gt;.wordpress.&lt;wbr&gt;com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo tópico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A pirâmide vai realizar meus desejos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para descobrir o limite do possível, é preciso ultrapassá-lo, e chegar ao impossível."&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-6893659424531922737?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mitologiaegipcia.blogspot.com/' title='Desmistificando as pirâmides - parte 1'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/6893659424531922737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=6893659424531922737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6893659424531922737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6893659424531922737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/desmistificando-as-pirmides-parte-1.html' title='Desmistificando as pirâmides - parte 1'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSK9RhbtLQI/AAAAAAAAAKA/XtOAjQUZWLY/s72-c/ascension.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-5792796792068163652</id><published>2008-11-17T20:30:00.001-02:00</published><updated>2008-11-17T20:35:03.368-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Emmanuel in Asgardh'/><title type='text'>Percurso alquímico na escadaria do Bom Jesus de Braga</title><content type='html'>&lt;a href="http://codigovince.blogspot.com/"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHv4qgDUSI/AAAAAAAAAJ0/51AWq4DBZbc/s1600-h/07120102_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 275px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHv4qgDUSI/AAAAAAAAAJ0/51AWq4DBZbc/s400/07120102_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269756795760628002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 51, 51);   font-weight: bold;font-family:Verdana;font-size:18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:7.5pt;color:#330000;"&gt;José Ramos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A cidade de Braga é dedicada à Virgem, em tempos chamada Ísis: a Deusa Mãe, a Mãe Cósmica, a Mãe Natureza, a Mãe dos Mistérios e dos Iniciados. Talvez por essa razão encontramos nesta cidade elementos, mais ou menos velados, de antigas tradições pagãs que recordam uma vivência iniciática do homem, uma vida consciente do processo de transmutação interior através da "morte" e do "renascimento" espiritual. Exemplo disso é a festividade pascal, aqui vivida intensamente e com raízes pagãs bastante profundas. Da mesma maneira que a natureza desperta da incubação do Inverno, também o homem deverá renascer deste Ovo Místico da Páscoa renovado e mais consciente.&lt;br /&gt;O ser humano sentiu desde sempre uma forte atracção, admiração e veneração pela Montanha. No Minho, para citarmos apenas alguns exemplos, temos inúmeros locais de culto cristianizados como a Senhora da Penha em Guimarães, o Sameiro, a Nossa Senhora da Peneda e o próprio Bom Jesus de Braga. Também há que realçar o erguer de montanhas artificiais com a função de templos como as pirâmides do Egipto e da América, os zigurates da Mesopotâmia, etc.&lt;br /&gt;Qual é a razão de toda esta ligação sagrada entre o homem e a montanha? É sempre difícil entender racionalmente o conteúdo de um símbolo e, no caso das montanhas sagradas, ainda se torna mais complexo por não se tratar apenas de um símbolo mas, na maior parte das vezes, de locais fortemente carregados de energia. No entanto, tentaremos ver um pouco do seu significado simbólico.&lt;br /&gt;A montanha está associada, fundamentalmente, aos princípios de altura e de centro. É elevada, vertical, próxima do céu; por isso simboliza o transcendente, o encontro entre a Terra e o Céu, a morada dos deuses como referência arquetípica para a ascensão humana. Vista de cima surge como uma ponta, o centro do mundo; vista de baixo aparece como uma linha vertical, o eixo do mundo, a escada e o caminho a escalar. É o Omphalos, o umbigo do mundo. A montanha transmite-nos ainda ideias como estabilidade, imutabillidade e, por vezes até, pureza. A sua elevação em direcção ao céu permite entrar em relação com a divindade; é o retorno às origens. A montanha é o Axis-Mundi: o Monte Meru na Índia, o Kuen-Luen na China, o Fuji-Yama no Japão, o Olimpo grego, o Alborj persa, o Moriah maçónico, a Montanha Ka'ba de Meca, o Gólgota do cristianismo, o Montsalvat do Graal, a Montanha Qaf do Islão, a Montanha Branca celta, o Potala tibetano, etc.&lt;br /&gt;Richard de Saint-Victor traduz-nos muito bem o que significa a Montanha para o homem sagrado: "A ascensão dessa Montanha pertence ao conhecimento de si, e aquilo que se passa no topo da Montanha conduz ao conhecimento de Deus". Aqui o citado autor revela todo o sentido alquímico como arte da transmutação: elevar o homem, da sua natureza de chumbo, até ao estado purificado do ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A entrada da escadaria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;No início deste caminho ascencional que nos conduzirá da base ao topo da montanha, deparamos com o sinal da Obra alquímica: de cada um dos lados do átrio que conduz à escadaria encontra-se uma fonte que jorra água de uma estrela de oito pontas.&lt;br /&gt;As estrelas estão associadas ao simbolismo do espírito e ao conflito entre as forças espirituais (a luz) e as forças materiais (as trevas), pois trespassam a obscuridade. A estrela de oito pontas, formada a partir da sobreposição de dois quadrados - o octógono - é mediadora entre o quadrado (símbolo da ordem terrestre) e o círculo (expressão da ordem celeste); é um símbolo de regeneração, de passagem do que é efémero ao que tem validade eterna.&lt;br /&gt;Na Alquimia, segundo Fulcanelli, a estrela é a assinatura do tema inicial da Obra: "A presença do sinal estrelado encontra-se em todas as modificações internas dos corpos tratados filosoficamente".&lt;br /&gt;Subindo as primeiras escadarias, em forma cónica, confrontamo-&lt;wbr&gt;nos com um umbral que teremos de ultrapassar. Trata-se da porta de acesso que nos recorda que a vida é dual: dia e noite, luz e trevas, masculino e feminino, branco e preto, positivo e negativo, acção e pensamento, ouro e prata, etc. O Sol é o espírito divino e a Lua, que reflecte a luz solar, é a alma. Por isso, num dos pilares laterais encontra-se a Fonte do Sol e no outro a Fonte da Lua, unindo-se ambos através do arco de fecho. Sol e Lua são símbolos da eterna dualidade que possibilita a criação e a vida.&lt;br /&gt;Acerca da união entre o Sol e a Lua, Fulcanelli, na sua obra "O Mistério das Catedrais", escreve o seguinte: "A Lua recebe os raios do Sol e conserva-os secretamente no seu seio. É a dispensadora da substância passiva que o espírito solar vem animar (...) Da união desses dois princípios resulta a matéria viva, submetida às vicissitudes das leis da mutação e da progressão. É então Jesus, o espírito encarnado, o fogo que toma corpo nas coisas tais como nós as conhecemos neste mundo: e o Verbo se fez carne e habitou entre nós".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A escadaria dos planetas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Transposto o pórtico, começa a escadaria em linha quebrada, formando um M. Segundo H. P. Blavatsky, esta é a mais sagrada das letras, assumindo um carácter místico quer no Ocidente quer no Oriente. Representa as ondas na Água do grande Oceano Primordial. É a Matriz, a Mater, a Mãe, Mut no Egipto, Maria no cristianismo, Maya no budismo, etc.. É a Matéria Primordial como princípio da Grande Obra alquímica.&lt;br /&gt;Subindo os três primeiros lanços de escadas encontramos, no primeiro pátio, a Fonte de Diana representada através da aljava, das flechas e do arco. Diana, irmã de Apolo, é muito bem definida por Délia Guzmán nos seguintes termos: "Sob o símbolo superficial da deusa dos bosques e dos animais - às vezes para protegê-los e outras vezes para destruí-los e caçá-los - está a vigilância da Natureza, a limpidez da Vida, a pureza dos costumes, dos sentimentos e dos pensamentos. Digna complementaridade de Apolo, ela não quer que o Sol ilumine nada que não possa ser mostrado em toda a sua plenitude e nobreza". Desta forma, Diana aponta a necessidade de o homem se purificar a fim de poder penetrar nos profundos mistérios da Natureza.&lt;br /&gt;Por outro lado, o facto de a Fonte de Diana estar presente no início da escadaria é bem interessante, pois um dos sinais que muitas vezes se encontra no princípio da Obra alquímica é precisamente o arco e a flecha, indicando que se está no caminho certo. Ouçamos mais uma vez Fulcanelli sobre o assunto: "O Artista caminhou durante muito tempo: errou pelas vias falsas e pelos caminhos duvidosos; mas a sua alegria explode finalmente! O ribeiro de água viva corre a seus pés; sai aos borbotões do velho carvalho oco. O nosso Adepto atingiu o alvo. E assim, desdenhando o arco e as flechas com que, a exemplo de Cadmo, trespassou o dragão, vê ondular o límpido caudal cuja virtude dissolvente e a essência volátil são confirmados por um pássaro pousado na árvore".&lt;br /&gt;Prosseguindo a escalada vamos encontrar a Fonte de Marte com os seus atributos guerreiros. Astrologicamente, Marte é a energia, a vontade, o ardor, a tensão e a combatividade. No homem, é o combate dos desejos e das paixões.. Alquimicamente está associado ao Ferro. Para a Alquimia "os metais são os elementos planetários do mundo subterrâneo; os planetas, os metais do céu: o simbolismo de uns e de outros é paralelo. Os metais simbolizam energias cósmicas solidificadas e condensadas, com influências e atribuições diversas" (Dicionário dos Símbolos, J. Chevalier).&lt;br /&gt;No patamar seguinte encontra-se a Fonte de Mercúrio. Ele é o filho do Sol e da Lua, assumindo assim o papel de mediador. É o princípio de todas as ligações, dos intercâmbios, do movimento e da adaptação. Mercúrio porta o caduceu, símbolo de uma natureza dualista na qual se confrontam e se harmonizam os princípios contrários e complementares: negativo-positivo, passivo-activo, feminino-masculino, etc. No homem está relacionado com a inteligência e o discernimento. Nos metais alquímicos é o Mercúrio propriamente dito.&lt;br /&gt;Em seguida temos a Fonte de Saturno. Ele é o planeta ligado à morte, pois ceifa tudo aquilo que não constitui uma verdadeira realidade. Por isso, Saturno é aquele que põe à prova as obras e as ideias, acabando por ceifar todas as falsas realidades temporais. Daí que o seu símbolo - que está gravado na sua fonte -, seja a foice. Deste modo, está associado a todo o fenómeno de desprendimento da história do ser humano: desde a ruptura do cordão umbilical do recém-nascido até ao despojamento do ancião, passando pelos vários desprendimentos e renúncias que a vida nos proporciona: libertação dos instintos e da parte animalizante. Constitui assim um factor importante na conquista da vida espiritual. Saturno representa o cessar de um ciclo e o início de um novo. No homem, corresponde ao corpo físico. Na Alquimia, relaciona-se com o chumbo e a cor negra da matéria dissoluta e putrefacta.&lt;br /&gt;Continuando a ascensão da escadaria chegamos ao pátio circular onde se encontrava a Fonte de Júpiter (actualmente está no alto, próximo de um hotel). Astrologicamente, Júpiter encarna o princípio do equilíbrio, da autoridade, da ordem, da abundância e da preservação da hierarquia estabelecida. Júpiter é o deus do raio e do trovão, e é precisamente o raio que encontramos na sua fonte. No homem está associado ao elemento vital e, na Alquimia, o metal que lhe corresponde é o estanho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.nova-acropole.pt/Artigos/artigo_percurso_alq_bomjesus.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline: nonecolor:blue;"&gt;&lt;img border="0" width="10" height="10" id="_x0000_i1025" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens/seta_topo.gif" /&gt;&lt;img border="0" width="10" height="10" id="_x0000_i1026" src="http://www.nova-acropole.pt/imagens/seta_topo.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A Fonte da Serpente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo pátio circular também vamos encontrar duas extraordinárias fontes, uma de cada lado da escada, comportando na sua base um recipiente para o qual são vertidas as águas. Sobre este encontram-se quatro cabeças de crocodilo dirigidas para os quatro pontos cardeais. Este facto é muito significativo já que o crocodilo, nas mais diversas mitologias, é o Senhor das Águas Primordiais. Trata-se de uma divindade ctoniana que reina no mundo inferior, constituindo assim um símbolo das trevas e da morte, mas também do renascimento. Neste sentido, equivale ao Seth egípcio e ao Tifão grego. Para os Miztecas e os Aztecas, a Terra nasceu de um crocodilo que vivia no Mar Primordial; para os Maias, a Terra era carregada às costas de um crocodilo. É o Senhor dos Mistérios da Vida e da Morte, o grande iniciador.&lt;br /&gt;Sobre as quatro cabeças de crocodilo desenvolve-se uma espiral ascendente de nove voltas, por onde corre a água que é vertida, no cimo da mesma, pela boca de uma serpente para o interior de um cálice. A espiral evoca a evolução de uma força, de um estado. Representa os ritmos repetidos da vida, assim como todo o carácter cíclico do caminho evolutivo. O nove anuncia ao mesmo tempo um fim e um recomeço, isto é, faz a transposição para um novo plano através de um processo de morte e renascimento; por isso, é o número da iniciação. Assinala o fim de uma fase do desenvolvimento espiritual e o início de uma outra superior. Fecha um ciclo de multiplicidade, para um reencontro com a Unidade, pois, esotericamente 10=1+0=1.&lt;br /&gt;A serpente encarna a vida original, visto que as Águas Primordiais e a terra profunda formam a Substância Primordial da qual é constituída a serpente. Dessa forma, encontramo-la ligada às correntes de água subterrâneas, as quais são a origem oculta dos chakras da Terra, da energia telúrica. A serpente simboliza a sabedoria e os iniciados (os duas vezes nascidos), pois ela é a atenção constante, o eterno rejuvenescimento e a guardiã do poder e dos tesouros ocultos.&lt;br /&gt;Quanto ao cálice para onde jorra a água, ele representa o vaso que contém a poção da imortalidade e da abundância; é o seio materno do qual emana o Leite da Vida, leite esse que não é mais do que o Soma, bebida da imortalidade. O cálice é também o símbolo do coração do iniciado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A escadaria dos Cinco Sentidos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Após este lanço de escadas entra-se noutro pátio onde se inicia o escadatório dos cinco sentidos, dividido em corpos rectangulares, formados por lanços duplos que, em linhas divergentes, sobem a pátios laterais, donde convergem para patamares centrais, encontrando-&lt;wbr&gt;se aí as fontes representativas dos sentidos. É de assinalar o facto interessante de a escadaria formar a partir daqui o entrelaçamento de escadas que constituem o próprio caduceu de Mercúrio.&lt;br /&gt;No primeiro pátio jorra a Fonte das Cinco Chagas. A fonte lança, numa concha de sete semi-círculos, cinco vertentes saídas de um escudo. Estes cinco orifícios formam o quincôncio, ou seja, a quinta-essência que tem o poder de agir sobre a matéria e de tranformá-la. Representa o homem espiritual que desperta do quadrado da matéria que constitui a sua personalidade. Cinco são os sentidos que permitem captar as cinco formas sensíveis da matéria e assim, transcendê-la.&lt;br /&gt;De ambos os lados nasce o primeiro lanço de escadas, em cujo patamar figura a Fonte da Vista. A fonte é formada por uma figura que lança água pelos olhos e segura na mão esquerda uns óculos. Três águias, guardiãs desta fonte, olham para o Sol.&lt;br /&gt;Esta, tal como as restantes fontes dos sentidos, procura mostrar o lado transcendente do próprio sentido, aqui representado através do Sol, símbolo da claridade que permite conhecer a verdadeira realidade, oculta nas sombras da ignorância. A águia, como animal solar, constitui a aspiração a essa mesma luz que vem do alto; por isso a vigilância é também uma das suas características. Elucidativas deste facto são as estátuas e respectivas inscrições que encimam esta fonte como, por exemplo, a do profeta Jeremias, que representa o Sol e tem na sua mão direita uma vara com olhos. Na peanha pode ler-se o dístico: "Eu vejo a vara vigilante". Tudo fica mais claro se recordarmos que a vara ou cajado é símbolo do conhecimento que permite ao sábio caminhar seguramente.&lt;br /&gt;No patamar seguinte temos a Fonte da Audição. A figura representada na fonte lança pelos ouvidos dois jorros de água. Por baixo encontram-se três cabeças de boi. É através da audição que surgem todas as vozes da Natureza que fazem eco no interior do homem. É a voz da sabedoria que penetra o homem tornando-o fecundo de uma nova vida, de uma capacidade criadora. Por cima da fonte, a inscrição que se encontra na estátua de uma mulher tocando lira, diz-nos o seguinte: "Tua voz soe aos meus ouvidos".&lt;br /&gt;No terceiro patamar temos a Fonte do Olfacto; a figura nela representada lança água pelo nariz. Tem nas suas mãos uma caixa aberta e de cada lado um cão.&lt;br /&gt;O olfacto, tal como a visão, encontra-se muitas vezes associado à clarividência, à capacidade de percepcionar aquilo que o sentido físico não capta. No cimo da fonte está a estátua de Noé que segura um cordeiro junto de um altar, e a seguinte legenda: "Noé percebeu o Senhor em suave cheiro". Do lado oposto encontra-se a estátua de Sunamites abraçado a uma palmeira e, em baixo, o dístico: "A tua estatura é semelhante a uma palmeira... e o cheiro da tua boca é como o das maçãs". (Recordemos que a maçã é o fruto do conhecimento)&lt;wbr&gt;.&lt;br /&gt;No quarto patamar está a Fonte do Paladar. A figura da fonte lança água pela boca e tem na mão esquerda uma maçã e de cada lado um macaco.&lt;br /&gt;A boca é o símbolo da força criadora, o órgão da palavra ou Verbo. Por isso, a seu lado aparece o macaco ou cinocéfalo que também representa o deus Thot no Egipto, o escriba divino que toma nota da palavra de Ptah, o deus criador.&lt;br /&gt;Por último temos a Fonte do Tacto. A figura segura uma bilha que verte água, sendo as aranhas os animais simbólicos que a acompanham. Esta fonte representa, fundamentalmente, a acção e o destino forjado pelo homem. A mão, como veículo privilegiado do tacto, é o símbolo da actividade e do poder. É passiva naquilo que retém e activa naquilo que liberta. A mão é signo do labor, sendo extremamente interessante o facto de estar aqui associada à bilha, pois as bilhas construídas pelo oleiro são os elementos do nosso karma, o fruto das nossas acções. A aranha é a tecelã da realidade e senhora do destino e o fio por ela tecido é o meio ou suporte da realização espiritual.&lt;br /&gt;Há ainda a assinalar, relativamente ao escadatório dos cinco sentidos, que em todas as suas fontes encontramos a presença de cinco interessantes castelos ou torreões formados por quatro taludes e uma porta. Fulcanelli diz-nos o seguinte a propósito da representação do Athanor alquímico: "Os fornos estão representados como se fossem torreões com os seus taludes, as suas ameias, as suas seteiras". O athanor é o seio no qual se juntam os quatro elementos (torreão quadrado com quatro taludes) que são zelosamente vigiados (as ameias) com o objectivo de alcançar a obra (seteiras), permitindo a libertação do quinto elemento (a porta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A escadaria das Virtudes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Nesta escadaria encontramos, em primeiro lugar, a Fonte da Fé, representada através de uma cruz que verte água por três goteiras localizadas nos pontos onde foram pregados os cravos da crucificação. Ouçamos, mais uma vez, Fulcanelli, a este propósito: "A cruz tem a marca dos três pregos que serviram para imolar o Cristo-matéria, imagem das três purificações pelo ferro e pelo fogo".&lt;br /&gt;Do sacrifício do homem-físico, crucificado entre dois mundos, desperta o homem-espírito, o Christos ou Iluminado. Por essa razão, no letreiro em cima pode ler-se: "Correm dele águas vivas". A Fé constitui a passagem de um estado a outro, que ainda não se vê, mas se vislumbra no horizonte.&lt;br /&gt;Assim sendo, no cimo vamos precisamente encontrar a estátua da Fé representada por uma mulher de olhos vendados, já que a Fé é a capacidade de ver com o coração. A acompanhá-la estão: do lado direito, a Confissão e, do lado esquerdo, a Docilidade sob a forma de uma mulher. No seu braço direito segura uma serpente e no esquerdo sustenta um escudo com uma cabeça de elefante, rematada por uma ampulheta coroada por uma serpente entre dois espelhos. A inscrição diz o seguinte: "Com o coração se crê para alcançar a justiça".&lt;br /&gt;No segundo patamar está representada a Esperança através da Arca de Noé pousada na Montanha. A arca é o símbolo do cofre ou tesouro de regeneração cíclica, constituindo assim o princípio da conservação e do renascimento. É o vaso alquímico onde se processa a transmutação dos metais, ou o coração do homem-alquimista no qual se opera a transmutação do humano em divino. Quanto à Esperança, ela é a força que impele o homem a chegar a bom porto. Por isso a estátua a Esperança pega com a mão esquerda uma âncora e com a direita uma pomba que esvoaça. Na sua base lê-se: "Aguardando esperança bem-aventurada e a vinda da glória". Acompanham-na as estátuas da Confiança e da Glória.&lt;br /&gt;A terceira e última representa a Caridade através de duas crianças de pé sustentando um coração que verte água.&lt;br /&gt;A criança é o símbolo do renascer do homem, do regresso a um estado puro, da conquista da paz interior. São duas as crianças, uma feminina e a outra masculina, unidas num coração que ambas seguram. Esta dualidade espiritual designa nomeadamente a dádiva e a receptividade, o espírito e a alma que se unem graças ao coração, sendo este o centro onde reside a Vida do homem. É interessante referir que, para os Egípcios, o coração era simbolizado por um vaso, já que este último permite não só conter as águas da vida, mas também verter. Um vaso que não se esvazia vai transbordando sem que possa regenerar as suas águas e, dessa forma, ganhará no fundo os limos e impurezas do egoísmo.&lt;br /&gt;A Caridade é o acto de dar e, acima de tudo, de se dar para que seja possível receber, naturalmente, um novo alento no coração.&lt;br /&gt;No cimo da fonte está a estátua da Caridade: uma mulher de alegre semblante sustenta duas crianças nos braços. Trata-se de Ísis, a Virgem, a Natureza fecunda: é a caridade suprema, a dadora de Vida. Por isso, a inscrição na sua base diz: "São três as virtudes... a maior delas porém é a caridade". Acompanham-na de um lado a estátua da Benignidade e do outro a da Paz.&lt;br /&gt;No cimo deste escadatório encontra-se um terraço no qual, antigamente, existia um jardim formando um labirinto. Aqui deparamos com a fonte denominada Cascata, onde um pelicano rasga o peito com o bico a fim de dar alimento aos seus filhos. Simboliza os Mestres que se sacrificam para dar ao homem a sabedoria, água e sangue da Vida que neles habita: "O pelicano rega-te com o seu sangue e com a água do seu coração" (Silesius).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A Fonte de Hércules&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Por detrás da igreja que culmina a escadaria, encontramos no bosque aí existente uma magnífica fonte, cujo nome se desconhece: montado sobre um ser bestial, um homem empunha na mão direita uma maça e na esquerda um escudo com um quincôncio gravado. O seu nome é Hércules ou outro equivalente. Trata-se daquele que dominou a natureza animal através de duras provas; a sua protecção é o escudo da pureza da quinta-essência. É o homem que alcançou o seu centro, o grande alquimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;A origem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Penetrando mais profundamente no bosque, precisamente no ponto mais alto da montanha, num local rodeado de carvalhos, encontramos um enorme rochedo no cimo do qual um homem, segundo se diz, Moisés, crava uma lança na rocha, daí brotando uma nascente que é a origem de toda a água que corre ao longo da escadaria: "Lá está a nossa famosa fonte, cuja água límpida corre na base da árvore sagrada (carvalho), tão venerada pelos druidas, e que os antigos filósofos chamaram Mercúrio, embora não tenha aparência de azougue vulgar. Porque a água de que temos necessidade é seca, não molha as mãos e jorra do rochedo ao toque da vara de Abraão" (Fulcanelli in o Mistério das Catedrais).&lt;br /&gt;Que melhor elucidação poderíamos querer sobre tão maravilhoso encontro com a origem?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;O que procurámos fazer ao longo deste trabalho não foi uma simples subida de uma escadaria, explicando exaustiva e intelectualmente os seus símbolos. Procurámos, isso sim, contribuir para que cada um de nós pudesse fazer uma peregrinação dentro da sua própria montanha interior, encontrando as forças necessárias para a transmutação da matéria bruta num elemento cristalino e possibilitando, enfim, a descoberta de algo tão simples como uma nascente da qual emana o essencial da vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;"Escava o teu íntimo. Lá dentro é que está a fonte do bem, que pode emanar sempre se sempre a fores escavando".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;inherit&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;Marco Aurélio &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Katia Fonseca&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-5792796792068163652?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://codigovince.blogspot.com/' title='Percurso alquímico na escadaria do Bom Jesus de Braga'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/5792796792068163652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=5792796792068163652' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/5792796792068163652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/5792796792068163652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/percurso-alqumico-na-escadaria-do-bom.html' title='Percurso alquímico na escadaria do Bom Jesus de Braga'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHv4qgDUSI/AAAAAAAAAJ0/51AWq4DBZbc/s72-c/07120102_blog.uncovering.org_mae-filhos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-1009336605139622153</id><published>2008-11-17T19:46:00.001-02:00</published><updated>2008-11-17T19:54:17.371-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Elaine in Asgadh'/><title type='text'>TRISTÃO - MITO E SÍMBOLOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/TRIST%C3%83O%20-%20MITO%20E%20S%C3%8DMBOLOS"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHnDjfJr2I/AAAAAAAAAJs/zlrC8MOkezE/s1600-h/Wall_1280x1024__27.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHnDjfJr2I/AAAAAAAAAJs/zlrC8MOkezE/s400/Wall_1280x1024__27.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269747087251713890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 51, 51);   font-weight: bold;font-family:Verdana;font-size:18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=" Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:7.5pt;color:#330000;"&gt;Délia Steinberg Guzmán&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;ANTIGUIDADE DA GESTA DE TRISTÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É difícil encontrar as raízes deste mito-história que se dilui no tempo e que bem conhecemos, pois converteu-se numa das tradições poéticas mais espalhadas na Europa da Idade Média, tendo inspirado narrativas e romances nas Ilhas Britânicas, França Alemanha, Espanha, Noruega, Dinamarca e Itália. São numerosas as versões literárias (apoiadas umas nas outras, ampliadas ou diversificadas) que aparecem nos séculos XI, XII e XIII, que se inserem na tradição cavaleiresca, cortesã e trovadoresca ou que apontam para autênticas obras de grande envergadura literária.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Em todas elas, o destino dum amor trágico parece ser o fulcro da história, mas na sua essência a história fala-nos da trajectória infeliz de um cavaleiro que, após enfrentar toda a espécie de riscos e desafios, consegue demonstrar o fundamental da questão, isto é, a sua perfeição e a sua integridade em todos os aspectos que vão desde o combate físico até à possessão do amor imortal. O culto à dama dos "Minnesinger"&lt;wbr&gt;, dos trovadores e cantores de gestas cavaleirescas em geral, expressa-se aqui simbolicamente como o culto à própria alma imortal e à pureza dos ideais de honra e lealdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;São inúmeras as relações com outros mitos, cuja antiguidade é de igual modo difícil de desvendar como o mito de Tristão. Destacaremos dois fundamentais em que possamos apoiar-nos nas comparações simbólicas, como por exemplo: a saga do rei Artur e a demanda do Graal, e o mito grego de Teseu que enfrenta o Minotauro, graças ao auxílio de Ariadne. Ao desenrolar a trama dos acontecimentos e o significado dos seus personagens, iremos fazendo alusões às várias semelhanças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;O certo é que existe uma assaz complexa e riquíssima fusão de elementos históricos, míticos e lendários, folclóricos regionais e internacionais que dificultam o trabalho de investigação.&lt;br /&gt;Para alguns, a origem celta é indiscutível, sobretudo no que se refere aos elementos mágicos e crenças primitivas que encerra, muito anteriores ao século XII.&lt;br /&gt;Para outros, o vínculo mitológico-simbó&lt;wbr&gt;lico entronca-se com o astrológico, e assim há quem veja em Tristão um personagem lunar, um "deus-Lua" enquanto que outros o interpretam como o destino do Sol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Não falta também quem se centre exclusivamente no conteúdo psicológico da narrativa, destacando o drama humano que vivem as suas personagens. Surpreende o facto de que, na época em que a literatura lança esta aventura, não se encontra nenhum sentimento religioso nos protagonistas, entendendo-se por "religioso" que não haja qualquer arrependimento pela respectiva conduta, muito pelo contrário, os amantes sentem-se inocentes e até amparados por Deus e pela natureza. Existe, no entanto, nos acontecimentos algo que situa os protagonistas "para além do bem e do mal".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Diversos autores falam da possibilidade duma origem oriental, já de alguns episódios ou do conjunto da obra. Segundo esta teoria, a lenda teria sido transplantada do Oriente para o Ocidente pelos árabes da Península Ibérica.&lt;br /&gt;Por outro lado, há quem insista na repetição reiterada da lenda em todo o litoral atlântico europeu, o que a faria retroceder a uma origem ário-atlante, anterior aos celtas.&lt;br /&gt;O que se depreende de quase todas as análises é que, seja qual for o sua procedência, seja qual for o seu grau de antiguidade, deve ter existido uma fonte comum e arcaica de inspiração, uma lenda prévia com mais ou menos detalhes, que serviu de suporte a todos os romances, com todas as suas variantes feitas sobre o tema de Tristão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;O ARGUMENTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A seguinte síntese, ainda que não concordando em todos os pormenores com a conhecida obra de Richard Wagner, ajudar-nos-á a apreciar melhor uma série de significados simbólicos desta gesta. Tristão é um jovem príncipe que vive na corte de seu tio, o rei Marcos da Cornualha. Num combate terrível vence Morold da Irlanda, a quem Marcos deveria pagar anualmente um tributo de cem donzelas. Em resultado deste combate, Tristão fica gravemente ferido por uma flecha envenenada. Abandona a corte e deixa-se levar pela corrente numa barca, sem remos, nem velas, nem sequer leme, levando consigo apenas a sua lira. Por fim chega duma forma prodigiosa às terras da Irlanda, onde a loira Isolda, hábil em artes médicas e mágicas, tal como fora sua mãe, consegue curar-lhe a ferida. Tristão apresenta-se sob falsa identidade, usando o nome de Tantris, mas Isolda reconhece-o como vencedor de Morold, ao comparar a falha da sua espada com um fragmento de metal que havia extraído do crâneo do vencido. Por isso, e também levada pela compaixão ou talvez por uma nascente atracção, atende o ferido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;De regresso à corte, o tio de Tristão encarrega-o de procurar a mulher com quem deseja casar-se, mas de quem só possui um fio de cabelo louro que uma andorinha deixou cair do bico.&lt;br /&gt;Tristão reconhece que o cabelo pertence à loira Isolda, e depois de diversas proezas consegue conquistá-la para o tio, sendo a sua gesta mais importante a de enfrentar e matar uma monstruosa e terrível serpente que devastava a Irlanda e atemorizava os mais valentes cavaleiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Durante a viagem da Irlanda para a Cornualha, a aia de Isolda muda de lugar o recipiente que continha poções mágicas que a princesa levava consigo, e quando Isolda, com a razão obscurecida pelo ressentimento, oferece a Tristão o licor da Morte, os dois bebem o filtro do Amor, que provoca em ambos uma paixão avassaladora.&lt;br /&gt;Celebram-se as bodas de Isolda e Marcos, mas a rainha e Tristão, por entre angústias e torturas, continuam vivendo um amor ardente até que o rei os descobre. A partir daí são vários os desenlaces, segundo as diversas versões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Uma delas conta que um cavaleiro do rei Marcos fere mortalmente Tristão que se retira para o palácio que o viu nascer para aí esperar a morte... mas acrescenta que entretanto Isolda chega e que novamente o salva. De facto, Isolda chega numa barca, mas é seguida pelo rei Marcos e seus cavaleiros. O desenlace é trágico porquanto todos morrem à excepção do rei que fica como testemunha muda de todo o drama. Tristão e Isolda despedem-se da vida com um canto de Amor Transcendental que tem muito mais de glorioso do que de doloroso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Noutras versões, o rei Marcos logo que descobre os amantes, desterra-os da corte e eles vão viver solitários num bosque (ou numa gruta dum bosque) até que um dia Marcos os surpreende adormecidos, se bem que com a espada de Tristão entre ambos, como símbolo de inocência e castidade. Então o rei perdoa a sua esposa e leva-a consigo, enquanto que Tristão é desterrado para a Armórica, onde se casa com a filha do duque da região, chamada Isolda das Brancas Mãos, embora a recordação da sua amada o mantenha distanciado de sua esposa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Uma vez mais Tristão é gravemente ferido ao defender um amigo e manda buscar a loira Isolda, a única que o poderá curar. Para saber se ela vem, o barco enviado para a trazer ostentará velas brancas em caso afirmativo, e negras se não conseguir trazê-la. Quando o barco aparece no horizonte, Isolda das Brancas Mãos, levada pelo ciúme, diz a Tristão que as velas são negras. Com isto morre a última esperança de Tristão e a sua vida apaga-se, enquanto a loira Isolda, ao ver o sucedido, deita-se a seu lado e deixa-se morrer também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;PERSONAGENS: SEUS NOMES E CARACTERÍSTICAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Tristão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (às vezes escrito Tristan ou Tristant)&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; nome de origem celta; Drostân e Trystân são diminuitivos do nome Drost ou Drust, usado por alguns reis pictos durante os séculos VII e IX. Mas este nome também se relaciona com "tristeza", aludindo ao facto de sua mãe ter morrido quando o deu à luz, pouco tempo depois da morte do pai. É filho de Rivalén, rei de Leonis, e de Brancaflor, irmã do rei Marcos da Cornualha. Tristão é o "herói sem par, maravilha dos reinos e refúgio da glória".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Tantris:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; é o nome usado por Tristão ao chegar à Irlanda pela primeira vez quando gravemente ferido por Morolt, sem rumo e entregue nas mãos do destino, e também pela segunda vez quando vai para conquistar a mão de Isolda, para logo ter de a entregar a seu tio Marcos. Em ambos os casos é um nome com profundo significado, não apenas pela inversão das sílabas, mas também dos valores: já não é o brilhante cavaleiro, mas, sim, o "necromante tântrico" que busca auxílio junto da maga Isolda, ou que engana Isolda para a entregar a outro homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Isolda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; (Iseut, Isaut, Isolt, Isalde, Isotta)&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é também um nome celta que remonta até o Essylt cimbro, mas o mais provável é derivar do germânico Ishild ou Iswalda.&lt;br /&gt;Mario Roso de Luna relaciona a etimologia do nome com Isa, Isis, Elsa, Elisa, Isabel, Isis-Abel... inclinando-se para a imagem de Isis como a alma pura que dá alento a todos os homens.&lt;br /&gt;É filha da rainha da Irlanda e sobrinha de Morolt (às vezes dizem-na sua prometida ou sua irmã); é mestra nas artes mágicas da cura, o que permite aparentá-la com Medeia e com Ariadne no mito de Teseu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Isolda, a das Brancas Mãos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; filha de Hoel, rei ou duque de Armórica ou da pequena Bretanha;é uma personagem que a maioria dos autores considera posterior e acessória ao mito original.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Morolt &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;(Morholt, Morhot, Amoroldo, Morlot, Maroldo)&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é o cunhado do rei da Irlanda, um homem gigantesco que se apresenta anualmente na Cornualha para reclamar o tributo das cem donzelas.&lt;br /&gt;Na versão wagneriana é o prometido de Isolda, que foi vencido por Tristão e o seu cadáver arrojado para uma ilha deserta, enquanto a sua cabeça foi espetada em terras da Irlanda.&lt;br /&gt;"Mor" significa em celta "mar", mas também "alto", "grande". É, em síntese, o monstro que Tristão-Teseu deve abater, pois simboliza a velha humanidade em contraposição com a juventude promissora do nosso herói.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Marcos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;(Marc, Marcos, Marke, Marco, Mars, Mares)&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; rei da Cornualha, tio de Tristão e esposo de Isolda é, de acordo com Roso de Luna, a personificação do "Karma", a lei do destino. É o único que sobrevive à catástrofe final do drama, sendo a causa pela qual se desencadeiam todos os efeitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Brangania&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt; (Brangel, Brengain, Brenguen, Brangêne, Brangaene)&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é a fiel aia de Isolda que, segundo as versões, confunde - intencionalmente ou não - os recipientes onde se encontram os filtros que Tristão e Isolda hão-de beber. Na obra de Wagner, Brangania é a escolhida para servir o filtro da Morte a Tristão e Isolda, mas, ou por medo ou confusão, dá-lhes em seu lugar o filtro do Amor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;EPISÓDIOS SIMBÓLICOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;O MITO DE TESEU E DO MINOTAURO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;São numerosas as coincidências com o mito de Teseu e o Minotauro. Tristão, tal como Teseu, tem de vencer um monstro: o gigante Morolt que exigia o tributo das donzelas, ou o dragão que assolava as terras da Irlanda. Por vezes estes dois episódios acham-se claramente diferenciados e outros vezes ambas as personagens, Morolt e o dragão, misturam-se, formando um único ser monstruoso.&lt;br /&gt;Seguindo as pegadas de Teseu, Tristão conquista Isolda, mas não para si: Teseu entrega Ariadne a Dionísio, e Tristão entrega Isolda a seu tio, o rei Marcos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;No final do relato surge um barco cujas velas, brancas ou negras, são significativas do regresso de Teseu (e a morte de seu pai num caso) e da chegada de Isolda e da morte de ambos os amantes no outro caso. As velas fazem as vezes dum estandarte especial; para Wagner, Isolda aproxima-se com um pavilhão no mastro que é "a alegria luminosa, mais luminosa que a própria luz".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;OS ARGUMENTOS ARTURIANOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A uma dada altura, Wagner chega a pensar em unir os argumentos de Tristão e Parsifal: "... Tracei o esquema dos três actos, nos quais pensava encerrar a acção do argumento inteiro de Tristão. No último acto introduzi um episódio que eliminei mais tarde: era a visita de Parsifal, errante em demanda do Graal, a Tristão jazendo moribundo no seu leito. Tristão, ferido de morte e agonizante, identificava-&lt;wbr&gt;se no meu espírito com a personagem de Amfortas da novela do Graal".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Amfortas era o rei guardião do Graal, que havia sido ferido com uma lança mágica por um conhecido necromante, ferida destinada a nunca mais se fechar. E algo semelhante sucede com Tristão que por duas ou três vezes sofre ferimentos incuráveis que só Isolda pode sarar. O factor mágico, necromântico, é indiscutível: Tristão é ferido por Morolt e/ou pelo dragão, e Isolda possui as artes necessárias para fazer retroceder o mal. Tristão ferido é Tantris, é a magia negra que o toma, e Isolda é a maga que sabe anular esses efeitos malignos. Adicionemos a estes aspectos quase atlantes, a última cura de Isolda: já não procura um remédio que retenha a vida física do seu amado, mas procura, sim, ela mesma seguir também o caminho da morte como única salvação e transfiguração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Outra semelhança ocorre ao recordar o encontro de Marcos com os amantes adormecidos na floresta (ou a gruta nirvânica?) com a espada no meio de ambos. O rei Artur vive circunstâncias parecidas quando encontra Ginebra e Lancelot que haviam fugido para o bosque por não poderem ocultar o seu mútuo amor.&lt;br /&gt;Mas, mais ainda, no cancioneiro galaico-portuguê&lt;wbr&gt;s menciona-se que Tristão e Isolda vivem num castelo que lhes foi emprestado por Lancelot. Logo, Tristão decide tomar parte na conquista do Graal acompanhado da sua arpa e do seu escudo verde, como era uso dos jovens cavaleiros de então. Daí os nomes do "cavaleiro da verde espada" ou "o cavaleiro do verde escudo".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A morte de Tristão varia conforme as versões. Temos o episódio do barco e das velas que mencionámos. Temos também o ferimento que Tristão recebe quer do rei Marcos ou de um dos seus cavaleiros, quando é descoberto com Isolda nos jardins do palácio. E há diversas variantes, incluindo a do próprio Wagner. Mas é quase sempre Marcos o que empunha a espada ou a lança mortalmente envenenada que havia sido expressamente enviada por Morgana para eliminar o cavaleiro.&lt;br /&gt;A questão dos filtros: Deixando de lado o argumento habitual do filtro do amor que a rainha da Irlanda tinha preparado para a boda de sua filha, e o engano que leva Tristão e Isolda a bebê-lo, podem propôr-se outras possibilidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Se, à maneira do mito grego de Teseu, Tristão é o símbolo do homem e Isolda o da alma, é natural que haja união e amor entre ambos antes de beberem o filtro. Mas as circunstâncias da vida fazem com que o homem olvide a sua alma e se separe dela, negando-a ou desconhecendo-&lt;wbr&gt;a. Então a alma reage. Isolda pensa que é melhor a morte que a traição e prefere que ambos morram a que vivam separados; assim, convida Tristão a beber o falso "Filtro da Reconciliação" que na realidade é o Filtro da Morte. Mas acaso não é a morte a única que pode reconciliar o homem com a sua alma? Há um engano, os filtros misturam-se e ambos bebem o do Amor: novamente união, reconciliação, mas desta vez em vida e com todas as dificuldades inerentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;E é aqui que entramos nos argumentos filosóficos, muitos deles de carácter platónico.&lt;br /&gt;Tristão é o homem crucificado entre o mundo dos sentidos e o mundo do espírito, entre os prazeres e as conquistas terrenas e a visão da Beleza eterna que só pode alcançar depois da morte (ou domínio) da sua personalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Se em nenhum momento sente culpa pelo seu amor, sente, pelo contrário, culpa de ter cometido o pecado do orgulho, cedendo à sua ânsia de glória e poder terrenos em vez de alcançar a sua própria imortalidade. E se para isso tem que entregar a sua alma, não hesita em deixar que Isolda se case com Marcos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A imortalidade de Tristão vem com a sua morte: a morte é para ele a redenção libertadora; é ali que começa a sua renovação, a sua passagem definitiva do mundo da dor e das sombras para o mundo da luz e da felicidade. A morte é vencida pela imortalidade; o canto trovadoresco é substituído pelo canto da Ressurreição; a lira e a rosa do amor transformam-&lt;wbr&gt;se na espada resplandecente da Vida e da Morte. Encontrou o seu Graal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Nem sequer falta o tema das almas gémeas, pois os protagonistas vão alcançando gradualmente uma perfeição que supera a paixão humana para transformar-&lt;wbr&gt;se em possessão plena e recíproca, na identificação de um com o outro, na transubstanciaçã&lt;wbr&gt;o de um no outro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Muitos são os símbolos que se entrelaçam nesta narrativa. O herói Tristão, expressão duma humanidade jovem e heróica, guerreiro e músico (5ª raça?) e a maga Isolda que vela constantemente por esta nova humanidade representada por Tristão, reflectem arcaicos segredos que tocam o homem: Mente e Sexo, Vida e Morte, Amor e Guerra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;A dualidade Mente-Sexo remonta a longínquas tradições esotéricas, nas quais se explica o momento crucial atravessado pela humanidade quando, uma vez separados os sexos, surge a centelha mental. Homem e mulher (cavaleiro e dama na literatura de corte) tiveram que enfrentar uma separação dolorosa e, ao mesmo tempo, atraente, com uma mente ainda incapaz de compreender o problema. Daí que o Amor sofreu então a dor e a atracção do sexo, e pouco ou nada do idealismo da mente clarificada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Eis outras dualidades: Vida e Morte, Amor e Guerra. Tentaremos explicá-las a partir das características logóicas que, em seu triplo aspecto, influem nas condições humanas.&lt;br /&gt;Tristão inicia o seu périplo de experiências a partir do aspecto Inteligência-&lt;wbr&gt;Forma do 3º Logos. Ele é o cavaleiro inteligente que colhe glórias no mundo da forma: vencedor de batalhas, no entanto não conhece a Guerra; galanteador de donzelas, todavia não conhece o Amor; cantor e requintado harpista, é um músico que, no entanto, não conhece a Beleza; sensível perante a presença de Isolda, todavia não possui a sabedoria que o leve a reconhecer a sua própria alma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É a Morte que o leva à fase seguinte: A Morte abre-lhe a porta do 2º Logos: Energia-Vida, Amor-Sabedoria. A morte da sua forma-corpo coloca-o perante o mistério da Energia-Vital que é a seiva do Universo e a razão da imortalidade. Pela Morte entende a Vida; pela Morte entende finalmente o Amor: a sua inteligência converteu-se em Sabedoria. Agora trava a Grande Guerra, a grande batalha que, tal como aparece no milenário Bhagavad Gita, enfrenta o homem com a possessão da sua alma, com a possessão de si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Neste momento, o músico e o amante transmuta-se num ser sábio: agora conhece a Arte e o Amor, os aspectos essenciais da Beleza.&lt;br /&gt;Um passo mais, e eis o êxtase da Morte por Amor, aquilo que o conduz à visão suprema: o Belo que é em si mesmo o Bom e o Justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inteligência: triunfos mundanos, mas distantes da sua alma.&lt;br /&gt;Forma: a música dos sons terrenos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Energia-Vida: conhecimento da morte na sua forma precisa.&lt;br /&gt;Amor-Sabedoria: Arte e Beleza conquistadas na Guerra pela sua própria possessão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;Lei: o Belo, o Bom, o Justo.&lt;br /&gt;Vontade: superação de todas as provas, sublimação do desejo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;TRISTÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;É o perfeito protótipo que o neoplatónico Plotino nos propõe como via dialéctica de ascensão à verdade.&lt;br /&gt;Tristão é o amante e o músico: tem a sua Isolda e a sua harpa; mas a paixão do mundo transforma o seu amor numa rosa vermelha de sangue e espinhos, e a sua lira numa espada que fere mortalmente.&lt;br /&gt;Então chega ao mundo das ideias: o músico e o amante compreende e vê. Navegou por águas trágicas, protegido pelo seu escudo e pela sua alma, até chegar ao porto do Homem Novo, de uma nova forma de vida.&lt;br /&gt;Este é o caminho do verdadeiro músico: das formas às ideias, do desejo à vontade, do guerreiro ao Homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;E, para resumir o processo, nada melhor que as palavras de Richard Wagner, descrevendo as vivências do Amor que une o que a ignorância separa, mostrando Tristão e Isolda imersos "na insaciável vaga do Desejo, vaga que, nascendo da tímida confissão, cresce aguçada pelo suspiro vacilante através da esperança, do lamento e do deleite, do gozo e do sofrimento, até que, chegando no paroxismo do seu impulso à dor frenética, encontra a brecha por onde o coração se derrama no oceano das infinitas delícias do Amor... Mas tal embriaguez é em vão. O coração, impotente para resistir, desfalece de novo para se consumir no desejo inexequível, posto que todo o desejo satisfeito é o germen de outro mais ávido ainda, até que no último desfalecimento desponta na alma desgarrada o pressentimento do deleite supremo: a delícia da morte e do não-ser, a definitiva redenção, só conseguida no maravilhoso reino de que mais nos distanciamos, quanto mais e com mais impetuosa força nos obstinamos em penetrá-lo... Poderemos chamar a isso morrer? Ou é antes aquele obscuro mundo do Mistério do qual surgiram a hera e a vide estreitamente entrelaçadas sobre a sepultura de Tristão e Isolda, como nos conta a lenda?..."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-1009336605139622153?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://celtas-mitologia.blogspot.com/' title='TRISTÃO - MITO E SÍMBOLOS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/1009336605139622153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=1009336605139622153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1009336605139622153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1009336605139622153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/tristo-mito-e-smbolos.html' title='TRISTÃO - MITO E SÍMBOLOS'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHnDjfJr2I/AAAAAAAAAJs/zlrC8MOkezE/s72-c/Wall_1280x1024__27.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-2484110574950868513</id><published>2008-11-17T19:32:00.001-02:00</published><updated>2008-11-17T19:44:01.733-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Asgardh'/><title type='text'>Ch'ien</title><content type='html'>&lt;a href="http://budismomundial.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s1600-h/stormJean+Jacques+Andre.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s400/stormJean+Jacques+Andre.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269744285513224082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;a name="1._O_Criativo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;1. O Criativo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-bookmark:&amp;quot;1\._O_Criativo&amp;quot;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Acima: CÉU, masculino, ativo, criador&lt;br /&gt;Abaixo:CÉU, ativo, masculino , criador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Julgamento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Criativo trabalha o sucesso sublime, conquistado pela perseverança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Imagem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O movimento do Céu é cheio de poder. Assim o homem superior se torna forte e imbatível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="margin-top:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:'Trebuchet MS', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Persevere, e use seu esforço criativo dentro das Leis da Natureza para ser bem sucedido. Tudo indica que Boa Sorte se manifestará se você o fizer!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="  ;font-family:Helv, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Witchsam&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="Helv&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-2484110574950868513?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://budismomundial.blogspot.com/' title='Ch&apos;ien'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/2484110574950868513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=2484110574950868513' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/2484110574950868513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/2484110574950868513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/chien.html' title='Ch&apos;ien'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHkgeMpD5I/AAAAAAAAAJg/oGrKM-duoxw/s72-c/stormJean+Jacques+Andre.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-968891872381779826</id><published>2008-11-17T19:24:00.001-02:00</published><updated>2008-11-17T19:26:17.758-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Asgardh'/><title type='text'>Introdução geral ao estudo das doutrinas hindus</title><content type='html'>&lt;a href="http://bhrahmanismo.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHgNuhdG1I/AAAAAAAAAJY/wXmXCSrRcCo/s1600-h/A_Woman__s_Worth_by_RainfeatherPearl.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHgNuhdG1I/AAAAAAAAAJY/wXmXCSrRcCo/s400/A_Woman__s_Worth_by_RainfeatherPearl.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269739565431462738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"&gt;                         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Inúmeras dificuldades opõem-se, no Ocidente, a um estudo sério e aprofundado das doutrinas orientais em geral, e das doutrinas hindus em particular ; os maiores obstáculos a este respeito não são provavelmente aqueles que podem proceder dos próprios Orientais. Com efeito, a primeira condição requerida para um tal estudo, a mais essencial de todas, é, evidentemente, ter a necessária mentalidade para compreender as doutrinas de que se trata, queremos dizer para compreendê-las verdadeira e profundamente; ora, eis aí uma aptidão que, salvo raras exceções, carece totalmente aos Ocidentais. Por outro lado, esta condição necessária poderia ser encarada ao mesmo tempo como suficiente, pois, quando é preenchida, os Orientais não têm a menor repugnância em comunicar seu pensamento tão completamente como é possível fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        Não tendo outro obstáculo real do que esse que acabamos de indicar, como ocorre então que os "orientalistas"&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;wbr&gt;, isto é, os Ocidentais que se ocupam das coisas do Oriente, nunca o tenham superado ? Não poderíamos ser acusados de exagero ao afirmar que eles nunca o superaram de fato, quando se constata que não puderam produzir mais do que simples trabalhos de erudição, talvez apreciáveis sob um ponto de vista especial, mas sem nenhum interesse para a compreensão da menor idéia verdadeira. É que não basta conhecer uma língua gramaticalmente, nem ser capaz de fazer um termo a termo correto, para penetrar o espírito dessa língua e assimilar o pensamento daqueles que a falam e a escrevem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        Poder-se-ia mesmo ir mais longe e dizer que, quanto mais uma tradução é escrupulosamente literária, mais ela corre o risco de ser inexata na realidade e de corromper o pensamento, visto que não há equivalência verdadeira entre os termos de duas línguas diferentes, sobretudo quando essas línguas são bastante afastadas uma da outra, e afastadas não tanto filologicamente, mas em razão da diversidade das concepções dos povos que as utilizam; e é este último elemento que nenhuma erudição nunca conseguirá penetrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        É preciso para isto outra coisa do que uma vã "crítica de textos", estendendo-se a perder de vista sobre questões de detalhe, outra coisa do que métodos de gramáticos e "literatos", e mesmo do que um chamado "método histórico", aplicado a tudo indistintamente. Sem dúvida, os dicionários e as compilaç5es têm sua utilidade relativa, que não se trata de contestar, e não se pode dizer que todo esse esforço seja feito em vão, sobretudo quando se pensa que aqueles que o fornecem seriam mais comumente inaptos a produzir outra coisa; mas infelizmente, desde que a erudição se torna uma especialidade, ela tende a ser tomada como um fim em si mesma, no lugar de ser apenas um simples instrumento como ela deve sê-lo normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        É esta invasão da erudição e de seus métodos particulares que constitui um verdadeiro perigo, já que se arrisca a absorver aqueles que seriam talvez capazes de se dedicar a um outro gênero de trabalho, e já que o hábito desses métodos estreita o horizonte intelectual daqueles que a ele se submetem, impondo-lhes uma deformação irremediável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       Observe-se ainda que não dissemos tudo, e nem mesmo tocamos no lado mais grave da questão: na produção dos orientalistas, os trabalhos de pura erudição são a parte mais embaraçosa certamente, mas não a mais nefasta; e, dizendo que não havia nada além disso, queríamos fazer entender nada além do que tivesse qualquer valor, mesmo de um alcance restrito. Alguns, na Alemanha especialmente, quiseram ir mais longe e, sempre pelos mesmos métodos que nesse caso não podem oferecer mais nada, fazer obra de interpretação, aí apresentando por acréscimo todo o conjunto de idéias preconcebidas que constitui sua própria mentalidade e com o partidarismo manifesto de encaixar as concepções com as quais eles se deparam nos quadros habituais do pensamento europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Em suma, o erro capital desses orientalistas, colocada a questão de método a parte, é de tudo encarar de seu ponto de vista ocidental e através de sua mentalidade própria, enquanto que a primeira condição para poder interpretar corretamente qualquer doutrina que seja é naturalmente fazer esforço para assimilá-la e para se colocar, tanto quanto possível, do ponto de vista daqueles mesmos que a conceberam. Dizemos tanto quanto possível, por que nem todos podem chegar lá igualmente, mas pelo menos todos podem tentá-lo; ora, bem além disso, o exclusivismo dos orientalistas de que falamos e seu espírito de sistema chegam até o ponto de levá-los, por uma incrível aberração, a se crer capazes de compreender as doutrinas orientais melhor do que os próprios Orientais: pretensão que só seria risível se não se aliasse a uma vontade bem determinada de "monopolizar" de qualquer modo os estudos em questão. E, de fato, fora desses especialistas, há na Europa, para tratar desses assuntos, apenas uma certa categoria de sonhadores extravagantes e de audaciosos charlatães que se poderia considerar como um grupo negligenciável, não fosse a influência deplorável que eles exercem sob diversos aspectos, como o exporemos de modo mais preciso no seu devido lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    Para nos atermos aqui no que se refere aos orientalistas, os quais se pode denominar "oficiais", assinalaremos ainda, a título de observação preliminar, um dos abusos que permite freqüentemente o uso desse "método histórico" ao qual já fizemos alusão: e o erro que consiste em estudar as civilizaç5es orientais como se faria para civilizações desaparecidas há muito tempo. Neste último caso, é evidente que se é forçado, na falta de algo melhor, a se contentar com reconstituições aproximadas, sem nunca estar seguro de uma perfeita concordância com o que existiu realmente outrora, visto que não há nenhum meio de proceder a verificações diretas. Mas esquece-se que as civilizações orientais, pelo menos aquelas que nos interessam atualmente, perpetraram-&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;wbr&gt;se até nós sem interrupção, e que dispõem ainda de representantes autorizados, cujo parecer vale incomparavelmente mais, por sua compreensão, que toda a erudição do mundo; todavia, para cogitar em consultá-los não se deveria partir desse estranho princípio de que se sabe melhor do que eles ao se ater sobre o verdadeiro sentido de suas próprias concepções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         Por outro lado, é preciso dizer também que os Orientais, tendo, e com toda razão, uma idéia antes pejorativa da intelectualidade européia, preocupam-se muito pouco com o que os Ocidentais, de um modo geral, podem pensar ou não a seu respeito; assim, eles não procuram de maneira alguma desenganá-los, e, bem ao contrário, pelo efeito de uma polidez um tanto desdenhosa, fecham-se num silêncio que a vaidade ocidental toma sem dificuldade como uma aprovação. E que o "proselitismo" é totalmente desconhecido no Oriente, onde ele não teria aliás objeto e só poderia ser encarado como uma prova de ignorância e de incompreensão pura e simples; o que diremos em seguida mostrará as razões disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         Quanto a este silêncio que alguns reprovam nos Orientais, e que é, no entanto, tão legítimo, só pode haver raras exceções, em favor de alguma individualidade isolada que apresente as qualificações requeridas e as atitudes intelectuais desejadas. Quanto aqueles que saem de sua reserva fora desse caso determinado, só se pode dizer uma coisa: é que eles representam em geral elementos muito pouco interessantes, que, por uma razão ou por outra, quase só expõem doutrinas deformadas sob pretexto de apropriá-las ao Ocidente; teremos ainda a ocasião de dizer algumas palavras sobre isso. O que queremos fazer compreender no momento, e o que indicamos desde o início, é que a mentalidade ocidental é a única responsável por tal situação, o que torna muito difícil o papel daquele mesmo que, tendo-se encontrado em condições excepcionais e tendo chegado a assimilar certas idéias, quer exprimi-las do modo mais inteligível, mas sem, todavia, corrompê-las: ele deve restringir-se a expor aquilo que compreendeu, na medida em que isso pode ser feito, abstendo-se atentamente de toda preocupação com a "vulgarização" e sem mesmo sustentar nisso o menor interesse em convencer quem quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       Dissemos sobre isso o bastante para definir nitidamente nossas intenções; não desejamos absolutamente fazer aqui obra de erudição, e o ponto de vista no qual entendemos nos colocar é muito mais profundo do que o mencionado antes. A verdade não sendo para nós um fato histórico, nos importaria mesmo muito pouco, no fundo, determinar exatamente a proveniência desta ou daquela idéia que só nos interessa em suma porque, tendo-a compreendido, a sabemos ser verdadeira; mas determinadas indicações sobre o pensamento oriental podem permitir que alguns reflitam, e este simples resultado teria por si só uma importância insuspeita. Aliás, se mesmo este objetivo não pudesse ser atingido, teríamos ainda uma razão para realizar uma exposição deste gênero: seria de reconhecer de qualquer modo tudo o que devemos intelectualmente aos Orientais, do qual os Ocidentais nunca nos ofereceram o menor equivalente, mesmo parcial e incompleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                       Mostraremos logo de início, tão claramente quanto pudermos, e após algumas considerações preliminares indispensáveis, as diferenças essenciais e fundamentais que existem entre os modos gerais do pensamento oriental e aqueles do pensamento ocidental. Insistiremos em seguida mais especialmente sobre o que diz respeito ás doutrinas hindús, enquanto elas apresentam traços particulares que as distinguem das outras doutrinas orientais, se bem que todas tenham muitas características comuns para justificar no conjunto a oposição geral entre Oriente e Ocidente. Enfim, a respeito dessas doutrinas hindús, assinalaremos a insuficiência das interpretações que são correntes no Ocidente; deveremos mesmo, para algumas delas, apontar seus absurdos. Como conclusão deste estudo, indicaremos com todas as precauções necessárias as condições de uma aproximação intelectual entre o Oriente e o Ocidente, condições que, como é fácil prever, estão bem longe de ser atualmente preenchidas do lado ocidental; logo, só queremos mostrar aí uma possibilidade, sem acreditar que de modo algum ela seja suscetível de uma realização imediata ou simplesmente próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'Century Gothic';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;René Guénon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;in Introduction Générale a l'Étude des Doctrines Hindoues   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-968891872381779826?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://bhrahmanismo.blogspot.com/' title='Introdução geral ao estudo das doutrinas hindus'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/968891872381779826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=968891872381779826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/968891872381779826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/968891872381779826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/introduo-geral-ao-estudo-das-doutrinas.html' title='Introdução geral ao estudo das doutrinas hindus'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHgNuhdG1I/AAAAAAAAAJY/wXmXCSrRcCo/s72-c/A_Woman__s_Worth_by_RainfeatherPearl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-1588356865548618743</id><published>2008-11-17T19:02:00.002-02:00</published><updated>2008-11-17T19:10:44.306-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='by Asgardh'/><title type='text'>OBA, a deusa da terra.</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHbZk8jy0I/AAAAAAAAAJM/Q3jDr5O8jX4/s1600-h/Alya___Commission_by_freyals.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHbZk8jy0I/AAAAAAAAAJM/Q3jDr5O8jX4/s400/Alya___Commission_by_freyals.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269734271461083970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Obá é a orixá que aquieta e densifica o racional dos seres, já que seu campo preferencial de atuação é o esgotamento dos conhecimentos desvirtuados. Comentar sobre nossa amada mãe Obá é motivo de satisfação, pois, nas lendas, resumem sua existência ao papel de esposa repudiada por Xangô. Mas, justiça lhe seja feita, as lendas vêm sendo repetidas a tanto tempo, e às vezes de forma tão empobrecida pelas transmissões orais que, até como lendas, deixam a desejar e mostram como é deficiente o conhecimento sobre o campo de ação dos orixás.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Saibam que a orixá Obá que nós conhecemos e aprendemos a amar e reverenciar é uma divindade regida pelos elementos terra e vegetal, e forma com Oxóssi a terceira linha de Umbanda Sagrada, que rege o Conhecimento. Oxóssi está assentado no pólo positivo e irradiante desta linha e Obá está assentada em seu pólo negativo ou cósmico, que é absorvente.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Esta lenda, na verdade, refere-se a um rei que, como herdeiro das qualidades de Xangô, tinha várias esposas, que também se apresentavam como herdeiras das qualidades das orixás femininas. E, se o que esta lenda conta é verdade, no entanto só se refere a personagens humanos que eram tidos na conta de semideuses. Mas é só, porque esta história de orixá disputar pelejas tipicamente humanas e carnais, está mais para coisas humanas de que mistérios divinos. E, não tenham dúvidas de que os orixás são mistérios divinos que foram, em muitos casos, descaracterizados pelas próprias lendas, que visam eternizá-los na mente e nos corações humanos.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Saibam que Obá é uma orixá cósmica cujo elemento original é a terra, pois ela é orixá telúrica por excelência e atua nos seres através do terceiro sentido da vida, que é o Conhecimento, que desenvolve o raciocínio e a capacidade de assimilação mental da realidade visível, ou somente perceptível, que influencia nossa vida e evolução continua. Já o seu segundo elemento é o vegetal. Enquanto o orixá Oxóssi, o mitológico caçador, estimula a busca do conhecimento (evolução), Obá atrai e paralisa o ser que está se desvirtuando justamente porque assimilou de forma viciada os conhecimentos puros.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;O culto à orixá Obá iniciou-se a quatro milênios atrás com a irradiação simultânea de uma de suas qualidades ou aspectos, a várias partes do mundo, quando, então, ela se humanizou.E se nossa amada mãe Obá já recolheu boa parte de seus filhos encantados que se espiritualizaram, muitos ainda estão evoluindo nos dois lados da dimensão humana.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Muitos dos seus filhos são, hoje e na Umbanda, alguns dos mais silenciosos exus e das mais discretas pomba-giras, dos mais aguerridos caboclos e caboclas, resolutos nas suas ações, precisos nos seus conselhos, e não são de muita conversa quando sentem que o conhecimento que trazem não é assimilado por seus médiuns ou pelas pessoas que os consultam.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Agora, deixando os aspectos individuais ou comentários de apoio, o fato é que nossa amada mãe Obá é uma divindade planetária, regente do pólo negativo da linha do Conhecimento, que é a terceira linha de forças de Umbanda Sagrada. Ela e Oxóssi formam esta linha e atuam em pólos opostos: enquanto ele estimula a busca do conhecimento, ela paralisa os seres que se desvirtuaram justamente porque adquiriram conhecimentos viciados, distorcidos ou falsos. O campo onde Obá mais atua é o religioso. Como divindade cósmica responsável por paralisar os excessos cometidos pelas pessoas que dominam o conhecimento religioso, uma de suas funções é paralisar os conhecimentos viciados e aquietar os seres antes que cometam erros irreparáveis.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;O ser que está sendo atuado por Obá começa a desinteressar-&lt;wbr&gt;se pelo assunto que tanto o atraia e torna-se meio apático, alguns até perdendo sua desvirtuada capacidade de raciocinar. Então, quando o ser já foi paralisado e teve seu emocional descarregado dos conceitos falsos, ai ela o conduz ao campo de ação de Oxóssi, que começará a atuar no sentido de redirecioná-lo na linha reta do conhecimento. É certo que esta atuação que descrevemos é a que Obá realiza através do seu aspecto positivo ou luminoso, por onde fluem suas qualidades, atributos e atribuições positivas. Mas como todo orixá cósmico, ela também possui seus aspectos negativos, que ativa sempre que é preciso acelerar a paralisação de um ser que, com seus conhecimentos, está prejudicando muitas pessoas e atrapalhando suas evoluções pois está induzindo-as a seguirem em uma direção contrária à que a Lei Maior reservou-lhes.&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;Saibam que todas as doutrinas religiosas rígidas e rigorosas com seus adeptos têm a sustentá-las a silenciosa atuação de nossa amada mãe Obá. Vasto é o campo de atuação de nossa amada mãe Obá e aqui não dá para mostrá-lo todo. Mas acreditamos que os filhos de Umbanda já entenderam onde e quando ela atua. E, porque ela atua de forma silenciosa e vai paralisando os seres que dão mau uso ao dom do raciocino e aos conhecimentos adquiridos, e atua preferencialmente no campo religioso, então está na hora de resgatar os aspectos luminosos dessa amada mãe cósmica e lançar no lixo religioso a lenda que denigre sua imagem humana, pois foi por amor a nós, espíritos humanos, que ela se humanizou e ajudou a acelerar nossa evolução. Que fiquem propagando sua falsa humanização os que um dia haverão de conhecer as verdades sobre Obá, mas nos domínios de seus aspectos negativos.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-1588356865548618743?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://olivrodosorixas.blogspot.com/' title='OBA, a deusa da terra.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/1588356865548618743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=1588356865548618743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1588356865548618743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/1588356865548618743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2008/11/oba-deusa-da-terra.html' title='OBA, a deusa da terra.'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/SSHbZk8jy0I/AAAAAAAAAJM/Q3jDr5O8jX4/s72-c/Alya___Commission_by_freyals.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-2508589799327884912</id><published>2007-12-08T13:49:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T14:10:50.909-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='asgardh'/><title type='text'>ChTai Ji (Tai chi)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1rBItwKLnI/AAAAAAAAAHI/wkeRmXp2fWE/s400/tai+chi.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141634280061546098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tai Ji (Tai Chi)&lt;br /&gt;KF_Taiji (7K) A palavra "Tai Ji" apareceu primeiro em livro Yi Jing (I Ching) sobre filosofia, da Dinastia Zhou do Este (770 - 221 a.C.). Ela indica a vitalidade do mundo antes que o céu e a terra se separarem, e todas as coisas do mundo vieram desta vitalidade. A luta (o boxe) de Tai Ji tomou emprestada a teoria: por um lado, o nome dele mostra que a luta de Tai Ji se baseia nesta vitalidade que existe em todos os lugares do mundo; por outro lado, ele indica que a luta, bem como esta vitalidade, tem variações inúmeras, mas mesmo que varie, nunca se separa de sua origem. Por causa disso, há pessoas que chamam a luta de Tai Ji um boxe de filosofia.&lt;br /&gt;Na história, a luta de Tai Ji teve vários nomes. Até o século 18, o mestre de Tai Ji, Wang Zongyue fez uma explicação sistemática e profunda sobre a luta usando a teoria de Tai Ji em seu livro, aí, permanece o uso do nome "Tai Ji".&lt;br /&gt;Tai Ji combina a arte marcial e Qi Gong. Sobre seu nascimento, não existe uma história clara. Mas uma coisa conhecida é que ele tornou-se popular nas dinastias Ming (1368 - 1644) e Qing (1644 - 1911).&lt;br /&gt;Tai Ji combina muitos aspectos contrários: o interior e o exterior do corpo, o movimento e o silêncio, o espírito e o corpo, o Qi de dentro do corpo e a força física. Ele enfatiza o papel importante de Qi e do pensamento, e os usa para equilibrar os movimentos do corpo.&lt;br /&gt;Em combate, em vez de iniciar o ataque, Tai Ji deixa o oponente começar primeiro. E quando o oponente ataca, o lutador de Tai Ji não reage diretamente usando a força física; ele usa movimentos circulares na direção do ataque do oponente para anular para o lado. Ao mesmo tempo, o lutador de Tai Ji pode verificar a posição do centro da gravidade e o uso da força do oponente, e descobre o ponto fraco dele e o ataca com uma força explosiva. Isto é descrito como "usar a força do oponente para atacá-lo". Quando um lutador de Tai Ji está anulando o ataque do oponente, os movimentos dele parecem bem suaves e circulantes, o oponente não pode achar um ponto de confrontação e não tem como atacá-lo. E quando o lutador de Tai Ji entende a situação do oponente e começa a fazer o ataque, ele ataca bem rápido e com muita força, o que pode jogar o oponente para fora do rinque. Usando esta mudança súbita, um lutador de Tai Ji confunde, mobiliza e derrota o oponente. Quando se combate com um mestre de Tai Ji, sente-se como se estivesse lidando com uma grande bola virando e não a encontra, e quando se usa mais força, perde-se mais rápido seu equilíbrio e se cai mais pesadamente. Os mestres de Tai Ji descrevem isto como "usar (a força de) 200 grama para derrotar (a força de) 500 quilo".&lt;br /&gt;Entre diversas escolas de Tai Ji, a escola Chen é a mais antiga. Outras escolas foram desenvolvidas baseando nela ou receberam muita influência dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-2508589799327884912?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://budismomundial.blogspot.com/' title='ChTai Ji (Tai chi)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/2508589799327884912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=2508589799327884912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/2508589799327884912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/2508589799327884912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/12/chtai-ji-tai-chi.html' title='ChTai Ji (Tai chi)'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1rBItwKLnI/AAAAAAAAAHI/wkeRmXp2fWE/s72-c/tai+chi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-3268463823677163179</id><published>2007-12-08T13:29:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T14:30:14.278-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sygurd odinson'/><title type='text'>sobre filme Erick The viking - Ragnarok e cristianismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1q7BtwKLmI/AAAAAAAAAHA/bMlRCeoJNbE/s400/GoldenGoddess.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141627562732695138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Rodrigo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme Erik o viking é uma mescla de metáforas, citações de outros filmes e da mitologia e história nórdica em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena inicial é uma citação do clássico Vikings, os conquistadores, com Kirk Douglas, do mesmo modo que a cena em que todos bebem e atiram machados. Essa situação de ataque em vilas, queimando e matando ou fazendo prisioneiros é típica dos ataques vikings. O chefe porta um capacete do estilo Gjermundbu. A cena do filme Vikings os conquistadores em que Kirk Douglas corta as tranças de uma moça acusada de adultério (não lembro se essa cena é repetida literalmente no Erik) não existem referências na cultura viking, é uma ficção. Do mesmo modo que aquele pingente metálico em forma de peixe usado para orientar na navegação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vila nórdica do filme Erik é bem reproduzida. Alguns equipamentos dos guerreiros estão incorretos. O navio com a mandíbula é fantasioso, mas alguns navios de guerra escandinavos, ainda no período viking, chegaram a utilizar esporões no nível da água, para furar o casco das embarcações inimigas, tal como os gregos e romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O berserker realmente existiu, mas essa questão de estar alucinado ou em transe é algo complicado de determinar. Muitas vezes as sagas não estabelecem um critério: como Egill, que ficou alucinado fora do campo de batalha, no lar, quase matando o próprio filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descrição do abismo do mundo: na realidade, os intelectuais medievais em geral seguiam a tradição da terra esférica, herdada dos gregos – Erástotenes calculou com precisão a circunferência do planeta, medindo a sombra de dois poços, um situado em Alexandria – para quem lembra da famosa série Cosmos, do Carl Sagan, exibida durante os anos 1980. Os nórdicos, seguindo as fontes da cosmologia, acreditavam que o mar circundava toda a Terra habitada pelos humanos – uma noção circular. Então, o abismo marinho do filme é um estereótipo, para qualquer situação da Idade Média. Alguns recordam do abismo Ginnungagap para esta cena, mas ao meu ver é uma coisa diferente: ele somente é citado na criação do universo e a cena do filme confere com o imaginário moderno sobre a borda do mundo pelos medievais: uma enorme cachoeira, visto que o planeta seria quadrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A serpente do mundo mais parece aqueles monstros dos mapas portugueses do século XV e XVI, os portulanos, do que a besta descrita nas fontes – ela teria que ser muito comprida e gigante, visto que circundava a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena de Thor e Odin crianças: não existem relatos destes deuses na idade infantil. É uma situação cômica interessante, mas nada além disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma citação de budismo no filme – não lembro exatamente qual, mas ela procede. Foi encontrado na cidade de Helgó uma estatueta de Buda, num sepulcro de um guerreiro. Mas determinar se ele apenas gostou da estética do objeto ou era uma questão de fé, é muito difícil. Creio mais na primeira hipótese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilha de Hy-Brazil é tanto uma referência à ilha mítica, de origem celta, representada em mapas europeus dos séculos XIII ao XIX e que deu origem ao nome de nosso país (e não o pau Brasil) – o filme também faz uma paródia direta ao nosso carnaval e música... assim como uma referência à Atlântida de Platão (as vestimentas e arquitetura, principalmente), inclusive com uma catástrofe que deu fim ao local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras situações também são piadas – a Freyja é representada por uma negra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ragnarok é citado o tempo todo, mas não lembro mais do contexto específico no filme. Existem estudos que demonstram que a crença no Ragnarok se tornou mais importante no final da Era Viking, com a proximidade das crenças cristãs (especialmente o Apocalipse). A religiosidade viking anterior, teria se baseado muito mais nas crenças do Valholl/Odinismo e em concepções de fertilidade e agricultura (Vanes/Thor). Ou seja, antes de conhecer os textos bíblicos (especialmente nas ilhas britânicas, durante o século X, ou na própria Escandinávia do XI, com o trabalho missionário) os vikings não davam tanta importância ao Ragnarok, ao menos como está representado no filme (a não ser que consideremos a data em que a narrativa fílmica transcorre como sendo o século XI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra coisa: não podemos esquecer a ideologia implícita nesta produção – como ela foi feita durante os anos 1980, reflete muito a tensão desta época, a guerra fria, o perigo eminente de fim do mundo pela guerra nuclear. Quem foi adolescente nesta época, lembra bem desta temática, refletida em muitas músicas do rock pesado a várias outras produções cinematográficas – estas com abordagem explícita.&lt;br /&gt;O núcleo principal da narrativa sobre o Ragnarok, contido na Edda&lt;br /&gt;Poética, especialmente o voluspá, é de base pagã. O quanto ou que&lt;br /&gt;elementos foram inspirados pelo cristianismo é motivo de polêmica,&lt;br /&gt;por exemplo, a ressureição de Balder é vista por muitos como uma&lt;br /&gt;réplica da ressureição de Cristo.&lt;br /&gt;De minha parte, volto a insistir na questão que já havia levantado.&lt;br /&gt;Não existem provas seguras de que o Ragnarok tenha sido efetivamente&lt;br /&gt;um tema que preocupava muito os vikings. Vejam pela fontes imagéticas&lt;br /&gt;pagãs da ilha de Gotland, as estelas, nelas não existem nenhuma&lt;br /&gt;referência visual sobre o Ragnarok. Este passa a ter importância de&lt;br /&gt;registro visual quando os vikings conhecem mais de perto o&lt;br /&gt;cristianismo, como nas várias representações visuais das ilhas&lt;br /&gt;britânicas do século X. Ou seja: as idéias sobre o ragnarok são de&lt;br /&gt;origem pagã e existem na oralidade, mas a partir do contato entre&lt;br /&gt;cristãos/pagãos elas se tornam mais importantes, porque se aproximam&lt;br /&gt;das idéias do Apocalipse. Então, neste momento, passamos a ter&lt;br /&gt;registros visuais de Heimdall tocando sua trombeta (lembra os anjos&lt;br /&gt;bíblicos), Odin sendo morto pelo lobo (também lembrando que os deuses&lt;br /&gt;pagãos estão morrendo, aos olhos cristãos?), etc. Essas imagens não&lt;br /&gt;foram gravadas antes, apesar de existirem na oralidade. Outros tipos&lt;br /&gt;de cenas míticas, como a pesca da serpente e a morte do dragão Fafnir&lt;br /&gt;também: elas passam a ser gravadas e pintadas após o contato cristão:&lt;br /&gt;recordando também a pesca do leviatã e a morte de satã por Miguel.&lt;br /&gt;Entendeu? É o que minha pesquisa está apontando. Essas cenas existem&lt;br /&gt;na tradição oral do paganismo, mas elas são selecionadas para&lt;br /&gt;registro visual após o contato com a nova religião. Antes, outras&lt;br /&gt;cenas tinham mais importância, como Odin e o Valhala, as valquírias,&lt;br /&gt;entre outros. No meu último artigo, O mito do dragão parte dois&lt;br /&gt;(Brathair: www.brathair.com, 7 (1) 2007, no final deste trabalho, eu&lt;br /&gt;analiso este fenômeno do ragnarok, principalmente na cruz de&lt;br /&gt;Gosforth. Na seqüência deste trabalho, a terceira parte, a ser&lt;br /&gt;publicada na próxima revista, eu aprofundo com a tradição&lt;br /&gt;nibelungiana: antes o dragão fafnir era representado visualmente, mas&lt;br /&gt;a sua morte por Sigurd (um recorte da história completa) só se tornou&lt;br /&gt;importante realmente após o contato com o cristianismo – mais uma&lt;br /&gt;vez, porque recordava São Jorge ou São Miguel matando a besta&lt;br /&gt;encapetada.&lt;br /&gt;Abraços, Johnni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___&lt;br /&gt;Mensagens neste tópico (6) Responder (através da web) | Adicionar um novo tópico&lt;br /&gt;Mensagens | Arquivos | Fotos | Links | Banco de dados | Enquetes | Agenda&lt;br /&gt;REVISTA BRATHAIR DE ESTUDOS CELTAS E GERMÂNICOS&lt;br /&gt;www.brathair.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-3268463823677163179?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://mitologianordica.blogspot.com/' title='sobre filme Erick The viking - Ragnarok e cristianismo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/3268463823677163179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=3268463823677163179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3268463823677163179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3268463823677163179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/12/sobre-filme-erick-viking-ragnarok-e.html' title='sobre filme Erick The viking - Ragnarok e cristianismo'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1q7BtwKLmI/AAAAAAAAAHA/bMlRCeoJNbE/s72-c/GoldenGoddess.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-6014376220017358846</id><published>2007-12-08T13:28:00.000-02:00</published><updated>2007-12-08T13:29:33.175-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sygurd odinson'/><title type='text'>ORAÇÃO À IEMANJÁ</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://olivrodosorixas.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1q27dwKLkI/AAAAAAAAAG0/V9sRtI8qjM8/s400/heal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141623057312001602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Doce, Meiga e Querida Mãe Iemanjá. Vós permitistes que no seio de vossa morada se formassem as primitivas formas de vida, que foram o berço de toda criação, de toda a natureza, e de toda a humanidade, aceitai nossas preces de Reconhecimento e amor, Oh! visão Divina e Celestial, que os lampejos que emanam do vosso diáfano manto de estrelas venham, como benéficas espirituais, aliviar os nossos males, curar aos doentes, apaziguar os nossos irmãos irados, consolar os corações aflitos. que as flores e oferendas que depositamos em vosso tapete sagrado, sejam por vós aceitas e quando entrarmos nas águas para vos ofertá-las sejam as ondas do mar portadoras de vossos fluidos divinos.&lt;br /&gt;Fazei, Senhora Rainha das Águas, com que a espuma das ondas em sua alvura imaculada traga-nos a presença de Oxalá, limpe os nossos corações de todas as maldades e malquerências.&lt;br /&gt;Que os nossos corpos, tocados por vossas águas sagradas, liberte-se em cada onda que passa, de todos os males materiais e espirituais. que a primeira onda a nos tocar afaste de nossas mentes todos os eventuais desejos de vingança.&lt;br /&gt;Que a segunda onda lave nossos corações e nosso espírito, para que não nos atinjam as infâmias e mal querência de nossos desafetos.&lt;br /&gt;Que a terceira onda afaste a vaidade de nossos corações. que a quarta onda lave nosso corpo de todos os males e doenças físicas para que, sadios, possamos prosseguir.&lt;br /&gt;Que a quinta onda afaste de nossa mente a ganância e a cobiça. que a sexta onda venha carregada de flores e que nosso maior desejo seja o de cultivar o amor fraternal que deve existir entre todos os homens. E que ao passar a sétima onda, nós, puros e limpos de mente, corpo, e alma, possamos ver, ainda que apenas por alguns segundos, o esplendor de vossa radiosa imagem. é o que humildemente vos suplicam os filhos de Umbanda.&lt;br /&gt;( Ronaldo A. Linares)&lt;br /&gt;Bjks,&lt;br /&gt;Ana&lt;br /&gt;Formatado por Sueli Fernandes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-6014376220017358846?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://olivrodosorixas.blogspot.com/' title='ORAÇÃO À IEMANJÁ'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/6014376220017358846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=6014376220017358846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6014376220017358846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/6014376220017358846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/12/orao-iemanj.html' title='ORAÇÃO À IEMANJÁ'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/R1q27dwKLkI/AAAAAAAAAG0/V9sRtI8qjM8/s72-c/heal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-8003082425983415980</id><published>2007-04-03T12:55:00.000-03:00</published><updated>2007-04-03T13:00:49.686-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iHEAVEN'/><title type='text'>Exú no Nono Mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5XO1YnSI/AAAAAAAAAEc/CTvMiVYuck0/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049231572261707042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5XO1YnSI/AAAAAAAAAEc/CTvMiVYuck0/s400/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, como em Cuba, Exú foi sincretizado como Diabo. Não inspira porém, grande terror, pois sabe-se que, quando tratado convenientemente, ele trabalha para o bem, quer dizer, pode ser enviado para fazer mal as pessoas más ou áquelas que nos prejudicam, ou ainda, áquelas nos causam ressentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Chamam-no, familiarmente de ‘Cumpadre’ ou o ‘Homem das Encruzilhadas’ pois é nesses lugares que se depositam de preferência, as oferendas que lhe são destinadas.             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;a href="http://wahlhall.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049231576556674354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5Xe1YnTI/AAAAAAAAAEk/M0WAwhjfDL8/s400/art1-Lilith.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Poucas pessoas lhe são abertamente consagradas em razão desse suposto sincretismo com o Diabo. A tendência, logo que se manifesta é de acalma-lo e de fixa-lo, oferecendo-lhe sacrifícios e procedendo a iniciação da pessoa interessada em proveito do seu irmão Ogum, com o qual Exú divide um caráter violento e arrebatador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          O lugar consagrada a Exú é, geralmente, ao ar livre ou no interior de uma pequena choupana isolada ou ainda, atrás da porta de casa. É simbolizado por um tridente de ferro, plantado sobre um montículo de terra e, algumas vezes, por uma imagem, igualmente de ferro, representando o Diabo Brandindo o tridente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A segunda-feira é o dia da semana consagrado a ele. As pessoas que procuraram a sua proteção de colares de contas pretas e vermelhas. As oferendas, de animais e comidas, como na África, lhe são apresentadas antes dos outros Orixás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;&lt;a href="http://wahlhall.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049231580851641666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5Xu1YnUI/AAAAAAAAAEs/RJuvlPKieA8/s400/Mulher.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Diz-se na Bahia que existem vinte e um Exús, segundo uns, e apenas sete segundo outros. Alguns dos seus nomes podem passar por apelidos, outros parecem ser letras de cânticos ou fórmulas de louvores. Eis alguns:Exú-Elegbá ou Exú-Elegbará e seus possíveis derivados: Exú-Bará,ou Exú-Ibará, Exú-Alaketu, Exú-laalu, Exú-Jelu, Exú-Akessan, Exú-Loná, Exú-Agbô, Exú- Larôye, Exú-Ina, Exú-Odara, Exú-Tiriri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Assinalados anteriormente que, antes de realizar o ‘xirê’ dos Orixás, faz-se na Bahia, o ‘padê’ palavras que como vimos, significa em iorubá, encontro ou reunião,durante a qual Exú é chamado, saudando, cumprimentado e enviando ao além com uma dupla intenção: convocar os outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, afasta-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia com um dos seus golpes de mau gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wahlhall.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049231585146608978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5X-1YnVI/AAAAAAAAAE0/V9KAmg2ZhZA/s400/rossetti_lilith.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquétipo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O arquétipo de Exú é muito comum em nossa sociedade, onde proliferam pessoas de caráter ambivalente, ao mesmo tempo boas e más, porém com inclinação para a maldade, o desatino, a obscenidade e a corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que têm a arte de inspirar confiança e dela abusar, mas que apresentam em contra partida a faculdade de inteligente compreensão dos problemas dos outros e de dar ponderados conselhos, quanto maior o zelo, maior a recompensa esperada. As cogitações intelectuais enganadoras e as intrigas políticas lhes convêm particularmente e são, para elas, garantias de sucesso na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1-Lucas, p.52.&lt;br /&gt;2-Verger (XI), III-c&lt;br /&gt;3-Epega, p.21&lt;br /&gt;4-Verger (XI), XVII-b&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura estraída do livro Orixás Deuses Iorubás na África e no&lt;br /&gt;Novo Mundo.&lt;br /&gt;Autor: Pierre Fatumbi Verger. &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Alberto Junior. &lt;br /&gt;albertojunior404@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cursos e Atendimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.luzholistica.xpg.com.br &lt;br /&gt;www.luzholistica.info&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-8003082425983415980?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://wahlhall.blogspot.com/' title='Exú no Nono Mundo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/8003082425983415980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=8003082425983415980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/8003082425983415980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/8003082425983415980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/04/ex-no-nono-mundo.html' title='Exú no Nono Mundo'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/RhJ5XO1YnSI/AAAAAAAAAEc/CTvMiVYuck0/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-8152521537515236973</id><published>2007-03-06T12:54:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T12:58:53.768-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/'/><title type='text'>IN BIBLIOTECA ON-LINE: AMOR NOS TEMPOS DE CÓLERA, DE GABRIEL GARCIA MARQUES</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2PLrN5VdI/AAAAAAAAADY/cDcrNpd7zW0/s1600-h/121529_782905220_midnight_vi_H063032_L.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038840988839794130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2PLrN5VdI/AAAAAAAAADY/cDcrNpd7zW0/s400/121529_782905220_midnight_vi_H063032_L.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gabriel García Márquez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel García Márquez (Aracataca, Magdalena, 6 de março de 1928) é o mais importante escritor colombiano.&lt;br /&gt;Neto de uma grande contadora de histórias, passou a juventude ouvindo contos das Mil e Uma Noites; sua adolescência foi marcada com seus livros , em especial A Metamorfose, de Franz Kafka. Ao ler a primeira frase do livro, Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sohos intranqüilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso, pensou então eu posso fazer isso com as personagens? Criar situações impossíveis? e abandonou sua faculdade para dedicar-se à literatura. Foi responsável por criar o realismo fantástico na literatura latino-americana&lt;br /&gt;Virou jornalista, e assim viveu, publicando pequenos romances, como Ninguém escreve ao Coronel e Relato de um Náufrago. Porém, em 1967, publicou Cem Anos de Solidão, livro que narra a história da família Buendía de Macondo, distribuída em sete gerações, e que foi sucesso instantâneo.&lt;br /&gt;Quinze anos depois, em 1982, Gabriel García Márquez ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.&lt;br /&gt;Muitos outros foram escritos depois: O Amor nos Tempos de Cólera, Crônica de uma Morte Anunciada, Do Amor e outros Demônios, Memórias de minhas Putas Tristes, sua autobiografia Viver para Contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El amor en los tiempos del cólera&lt;br /&gt;O Amor nos Tempos de Cólera (título original em espanhol: El amor en los tiempos del cólera) é um livro de Gabriel García Márquez publicado em 1985. O livro é um romance de gênero realismo fantástico passado no século XIX com cenário na América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enredo&lt;br /&gt;O romance é o amor de Florentino por Firmina, que ultrapassam 53 anos quase sem nenhum contato. Conheceram-se pela profissão de telegrafo de Florentino, ao entregar correspondências a Lorenzo (pai de Fermina). Os dois passaram dois anos enviando cartas um ao outro, até Florentino decidir mandar uma carta com o pedido de casamento, mesmo sem nenhum contato físico e com o quase inexistente convívio até o momento, na dúvida Fermina esperou 4 meses sem dar a resposta, sendo forçada com uma correspondência mais que simbólica contendo um bilhete com o pedido de aceitar ou esquecer a proposta; ela aceitou mas impôs a condição de que esperassem mais dois anos antes de se casarem, mas 4 meses antes da data marcada ocorreu a intervenção de Lorenzo que descobrira o relacionamento dos dois através de um freira da igreja de sua filha. Lorenzo tomou atitudes tais quais como mandar a tia de Fermina embora, pois acobertava o caso e levar embora consigo a filha para outra cidade. Foram mais dois anos de correspondências escondidas de Lorenzo. Passado esse tempo Fermina voltou à cidade natal, sendo um dia visto por Florentino atravessando uma rua e tendo seu 1° contato com ele passando pela vila dos escrivãos; reconheceu-o quando fora chamada de Deusa coroada, assim como ele a chamava em suas cartas. Apesar de estar emocionada achou prudente ignorá-lo com um simples gesto com a mão e um: “não, por favor, me esqueça!” Na mesma época chegou Juvenal de seus estudos na Europa, cobiçado pelas moças como sendo um bom partido; demonstrou interesse por Fermina e sendo o homen ideal no ponto de vista de Lorenzo teve o sucesso com a mesma. Os tios de Florentino resolveram que o certo seria a uma viagem de trabalho para esquecer a moça, mas ele preferiu tentar ganhar dinheiro ali mesmo. Fermina não estava feliz com o casamento, mas tinha consciência de que Juvenal era a pessoa certa pra se casar e, além disso, ela era muito apegada a seus dois filhos. Passaram-se 51 anos e no dia de pentecostes Jeremiah se suicida mandando uma carta a Juvenal (é aqui que o livro começa) com o pedido de procurar a sua companheira, que já sabia o motivo de seu suicídio; Jeremiah não queria ficar velho ! No mesmo dia morre Juvenal tentando apanhar um papagaio. Florentino estava presente ajudando no velório e no enterro de Juvenal, passando despercebido por Fermina até o encerramento das procissões e permanecendo na casa para declarar seu amor a Fermina. As visitas passaram a ser constantes, levando Florentino a virar um bom amigo do filho de Fermina, que um dia comentou da sua viagem a navio que realizaria; Florentino ciente do fato embarcou também no navio, e por influência deu um jeito de viajar a sós com ela. Depois dessa viagem eles seguiram juntos, totalizando a procura pela amada em 53 anos, quatro meses e 11 dias!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-8152521537515236973?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/' title='IN BIBLIOTECA ON-LINE: AMOR NOS TEMPOS DE CÓLERA, DE GABRIEL GARCIA MARQUES'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/8152521537515236973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=8152521537515236973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/8152521537515236973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/8152521537515236973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/03/in-biblioteca-on-line-amor-nos-tempos.html' title='IN BIBLIOTECA ON-LINE: AMOR NOS TEMPOS DE CÓLERA, DE GABRIEL GARCIA MARQUES'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2PLrN5VdI/AAAAAAAAADY/cDcrNpd7zW0/s72-c/121529_782905220_midnight_vi_H063032_L.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-3595623950388975207</id><published>2007-03-06T12:49:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T12:54:01.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/'/><title type='text'>IN BIBLIOTECA ON-LINE: Crônica de uma Morte Anunciada DE GABRIEL GARCIA MARQUES</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038839515666011570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2N17N5VbI/AAAAAAAAADI/0rXvbP5uAMs/s400/2001-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Crônica de uma Morte Anunciada (título original em espanhol: Crónica de una muerte anunciada) é um livro de Gabriel García Márquez publicado em 1981. A obra conta, na forma de uma reconstrução jornalística, a história do assassinato de Santiago Nasar pelos dois irmão Vicario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enredo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Acusado por Ângela Vicário de tê-la desonrado, o jovem Santiago Nasar é morto a facadas pelos irmãos dela, os gêmeos Pedro e Pablo. Toda a localidade fica sabendo antes da vingança iminente, mas nada salva Santiago de seu trágico destino, anunciado logo à primeira linha do romance.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;wahlhall,cidade doa virtude, o bairro aberto de asgardh &lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/32297146-3595623950388975207?l=wahlhall.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/' title='IN BIBLIOTECA ON-LINE: Crônica de uma Morte Anunciada DE GABRIEL GARCIA MARQUES'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wahlhall.blogspot.com/feeds/3595623950388975207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=32297146&amp;postID=3595623950388975207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3595623950388975207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/32297146/posts/default/3595623950388975207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wahlhall.blogspot.com/2007/03/in-biblioteca-on-line-crnica-de-uma.html' title='IN BIBLIOTECA ON-LINE: Crônica de uma Morte Anunciada DE GABRIEL GARCIA MARQUES'/><author><name>Motoko Aramaki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='12' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5784/479/400/imagemlogo2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2N17N5VbI/AAAAAAAAADI/0rXvbP5uAMs/s72-c/2001-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-32297146.post-3673847383541033453</id><published>2007-03-06T12:40:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T12:49:18.059-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://cronicasdeasgardh.blogspot.com/'/><title type='text'>Cem Anos de Solidão - GABRIEL GARCIA MARQUES</title><content type='html'>&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038837024584979858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2Lk7N5VZI/AAAAAAAAAC4/qV7kP9kzkYk/s400/121529_782905220_42502_679328560_75352_332211017_003g_h060007_l_h061249_l_H013251_L.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cem anos de solidão, Cien Años de Soledad no título original, é um livro de Gabriel García Márquez, escrito na década de 1960, publicado pela primeira vez em 1967 e considerado um marco da literatura latino-americana. No estilo de realismo fantástico, Cem Anos de Solidão é um pesado volume, com mais de 350 páginas, que cativou milhões de leitores e ainda atrai milhares de fãs à literatura constante de Gabriel García Márquez. Quinze anos após sua publicação, em 1982, Márquez ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.&lt;br /&gt;Toda a narrativa se passa na fictícia cidade colombiana de Macondo, que se parece muito com Aracataca, cidade onde o autor nasceu. O livro mostra a trajetória da família Buendía, desde a fundação de Macondo até a sétima geração.&lt;br /&gt;Muitos falam da necessidade de se ler Cem anos de solidão com um caderninho do lado, para se traçar a árvore genealógica da família Buendía e compreender a teia de personagens que vai sendo criada à medida que os anos avançam. No entanto a real essência está em ver a história além de seus personagens e entender o círculo que se fecha ante às previsões de um fim anunciado. Há diversos elementos que se entrelaçam formando um conjunto bastante interessante, pois, como disse Pablo Neruda, "este é o melhor livro escrito em castelhano desde Quixote".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://asgardh.blogspot.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038838398974514594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_uFOPZxZ5oTg/Re2M07N5VaI/AAAAAAAAADA/Z4ik8u_MCqo/s400/FAMILIA.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado um dos melhores livros de literatura latina ja escritos, sua história passa-se numa aldeia remota na América Latina chamada Macondo. Esta pequena povoação foi fundada pela família Buendía – Iguarán. A primeira geração desta família peculiar são José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán, que apesar de muito diferentes se amam profundamente. Este casal teve três filhos: José Arcadio, que era um rapaz forte, viril e trabalhador; Aureliano, que contrasta interiormente com o irmão mais velho no sentido em que era filosófico, calmo e terrivelmente introvertido; e por fim, Amaranta - filha de um grupo de índios que passa a conviver na casa - a típica dona de casa de uma família de classe média do século XIX. A estes, juntar-se-á Rebeca, que foi enviada da antiga aldeia de José Arcadio e Ursula, sem pai nem mãe. A história desenrola-se à volta desta geração e dos seus filhos, netos, bisnetos e trinetos, com a particularidade de que todas as gerações foram acompanhadas por Úrsula (que viveu durante 150 anos). Esta centenária personagem dará conta que as características físicas e psicológicas dos seus herdeiros estão associadas a um nome: todos os José Arcadio são impulsivos, extrovertidos e trabalhadores enquanto que os Aurelianos são pacatos, estudiosos e muito fechados no seu próprio mundo interior. Os Aurelianos terão ao longo do livro a missão de desvendar os misteriosos pergaminhos de Melquíades, o Cigano, que foi amigo de José Arcadio Buendía. Estes pergaminhos tem encerrados em si a história dramática da família e apenas serão decifradas quando o último da estirpe estiver às portas da morte. Tem um final magnifico que faz ter valido a pena toda a leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Personagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Árvore genealógica da família Buendía&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Geração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Arcadio Buendía&lt;br /&gt;Homem empreendedor, foi o fundador da cidade de Macondo, que tentou organizar de modo democrático. Alimentou, durante muitos anos, a sua amizade com o cigano Melquíades, que o punha a par das novidades que descobria ao longo das suas viagens pelo mundo. Após ter enlouquecido, foi amarrado a uma árvore, a que permaneceu preso, mesmo após ter sido libertado das cordas que o amarravam. Pois bem, este era José Arcadio Buendia.&lt;br /&gt;Úrsula Iguarán&lt;br /&gt;Mulher de José Arcádio Buendía. Luta constantemente para sustentar o lar da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda Geração&lt;br /&gt;José Arcadio&lt;br /&gt;Filho mais velho de José Arcádio Buendia e Ursula, é batizado com o nome do pai&lt;br /&gt;Aureliano&lt;br /&gt;Segundo filho de José Arcádio Buendia e Ursula - é batizado com o nome do Avó - Pai de José Arcádio&lt;br /&gt;Amaranta&lt;br /&gt;Terceira filha de José Arcádio Buêndia e Ursula - é batizada com o nome da&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceira Geração&lt;br /&gt;Arcadio&lt;br /&gt;Filho de José Arcadio com Pilar Tera. É morto tentando fazer um revolução liberal em Macondo. Tem dois filhos com Santa Sofia de La Piedad&lt;br /&gt;Aureliano José&lt;br /&gt;???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta Geração&lt;br /&gt;Remédios, a Bela&lt;br /&gt;A mulher mais bonita do mundo. Não se envolve com ninguém e em certo dia é levada, pelo vento, ao céu de corpo e alma.&lt;br /&gt;José Arcadio Segundo&lt;br /&gt;Aureliano Segundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinta Geração&lt;br /&gt;Amaranta Úrsula&lt;br /&gt;Estudará em Bruxelas onde se casará com um homem de posses chamado Gastón. Depois se apaixonará 
